Como uma casa mal projetada pode afetar sua saúde mental | Smart

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Recentemente, numa tarde de sábado, sentei-me em uma cadeira dobrável em frente ao novo apartamento de uma amiga em Park Slope, Brooklyn. Desde a pandemia, ela vem fazendo algumas apresentações ao ar livre, primeiro em frente à casa de arenito marrom que dividia com o ex-marido e, agora, em frente à residência que divide com o novo parceiro. Nesse dia, ela cantou a música “Yellow Chair” (“Cadeira Amarela”), uma história sobre jogar fora uma cadeira horrível que o ex adorava (e jogar ele fora também). Ela a substitui por um móvel que considera bobo demais, ensolarado demais, para suportar. E então percebe que o clima combina com ela. A canção me lembra que, após um importante término meu, pintei meu (agora, apenas meu) quarto de um cinza profundo, parecido com um casulo, e, no meio do confinamento de 2020, pintei-o novamente de um branco brilhante, limpo. Mudei minha cama para outra parede — quem diria que o simples ato de reorientar um móvel poderia ajudar a redefinir minha atitude? A cada mudança, eu me sentia um pouco melhor, assim como minha amiga com a cadeira dela. Mas, por quê?

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Fonte: Casa Vogue

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