Arquitetura
Complexo Esportivo em Petit-Quevilly / Olgga Architects

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- Área:
2360 m²
Ano:
2025
Fabricantes: Arcelor Mittal, Jousselin, LEC , MALERBA, NOUANSPORT, Schüco, Selux, diamond

Descrição enviada pela equipe de projeto. O projeto está localizado no Quartier de la Piscine, em Petit-Quevilly, ao sul da área metropolitana de Rouen, França. Implantado em um antigo local industrial, o terreno situa-se no coração de um território fragmentado, dividido pela rodovia Sud III, que há décadas rompe a continuidade urbana entre o centro histórico e os bairros orientais. Até recentemente, o local era percebido como uma composição dispersa: áreas de estacionamento ao norte, uma casa de caldeiras urbana no centro e equipamentos públicos isolados ao sul, todos circundados por uma série de barreiras físicas — cercas e grades de proteção — que reforçavam a fragmentação do espaço.


Um aterro, construído para proteger o local dos incômodos da rodovia, acabou por reforçar paradoxalmente essa ruptura visual e física. O projeto nasce de um desejo simples: reconectar. Reconectar os moradores à sua cidade, reconectar os bairros separados pela infraestrutura e reconectar as práticas esportivas e culturais à paisagem envolvente. Inserido no âmbito do Programa Nacional de Renovação Urbana (ANRU), o projeto representou uma oportunidade singular de reunificar o município em torno de um grande parque público agregador.

Neste antigo local industrial de três hectares, antes fragmentado e enclausurado, o projeto configura agora um amplo espaço público onde arquitetura e paisagem se encontram. No coração da proposta, um mirante de 365 metros de extensão desenha uma linha clara através do território. Ora ao nível do solo, ora elevado, esse eixo linear funciona como uma interface que conecta todos os elementos do programa — o ginásio poliesportivo, os equipamentos sociais, o centro de lazer, o skatepark e o estádio municipal — ao mesmo tempo em que oferece novas perspectivas sobre a cidade. Para além do programa inicial, foram incorporados um skatepark inteiramente em concreto, uma meia quadra de basquete sobre a cobertura do ginásio e a integração lúdica de escorregadores nas encostas naturais do terreno.

A passarela urbana afirma-se como a espinha dorsal do projeto: um gesto simples, porém potente, que conecta e revela. Ao seu redor, o parque se desenvolve como uma paisagem viva e em constante transformação. As encostas são cuidadosamente modeladas, a água da chuva é conduzida por meio de valas paisagísticas, e prados e bosques se sucedem em sequências naturais. O conjunto compõe um ambiente acolhedor, favorável ao uso cotidiano, ao lazer e à vida social — um espaço aberto e inclusivo, onde esporte, natureza e cidade se encontram.

O sistema estrutural, inteiramente executado em concreto, afirma uma abordagem unitária que responde às exigências de controle de custos, durabilidade e coerência arquitetônica. Ancorados na encosta, o ginásio e as instalações sociais abrem-se generosamente para os espaços exteriores, estabelecendo um diálogo contínuo entre arquitetura e paisagem. Sob a rampa circular que organiza o coração do projeto, o centro de lazer destinado aos adolescentes encontra naturalmente seu lugar. Nesse ponto, a arquitetura define os limites do pátio interno e do skatepark a oeste, articulando usos e estimulando a interação em um espaço compartilhado. A partir desse núcleo central, e em continuidade direta com a rampa circular, a passarela metropolitana se estende, oferecendo uma conexão direta com a cidade.


A unidade do projeto é reforçada por uma linguagem arquitetônica sutil, durável e quase monolítica. Todas as fachadas recebem um tratamento uniforme: um revestimento metálico envolvido por uma pele secundária de grade metálica que abraça os volumes. Essa estratégia material confere ao conjunto uma homogeneidade quase abstrata, ao mesmo tempo em que modula a luz e protege as superfícies envidraçadas contra danos. A arquitetura atua como um conector urbano, religando partes fragmentadas do território e oferecendo ao bairro um novo espaço de respiro. Hoje, o projeto é percebido como uma paisagem para habitar, atravessar e compartilhar — uma intervenção situada na confluência entre arquitetura, urbanismo, engenharia civil e paisagismo, que devolve ao distrito um renovado sentido de abertura.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Esta vila de apenas 400 habitantes já foi o grande paraíso dos artistas espanhóis
Delgado, hoje considerado um dos maiores representantes do expressionismo espanhol, deixaria registrado o nome de todos os que viveram neste refúgio de artistas, com anotações como “Enrique Azcoaga, caminhante solitário e poeta autor de vários poemas sobre o povoado”; ou “Frank Mendoza, escritor surpreendente e inesperado”, para concluir que “Todos pintaram aqui, escreveram, passearam, encontraram-se e espalharam seu entusiasmo. Foi um momento surpreendente, dificilmente repetível, que deixou em nossas almas melancolia e saudade de um tempo tão próximo e já distante.”
Arquitetura
Nova Prefeitura de Scharrachbergheim / AL PEPE architects

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- Área:
300 m²
Ano:
2025
Fabricantes: Artemide, Briqueterie Lanter, FARO Barcelona, Fils, Hoppe, Modelec, Auson

Descrição enviada pela equipe de projeto. A nova prefeitura de Scharrachbergheim, uma pequena vila da Alsácia, busca horizontalidade e transparência para se integrar ao magnífico entorno arborizado. A malha estrutural externa em madeira afirma o caráter público do edifício e garante uma estética atemporal. O tom escuro e aveludado do piche de pinho que protege a madeira, junto às proporções refinadas dos pilares, dialogam tanto com o enxaimel tradicional da vila quanto com as árvores do sítio. O revestimento em malha expandida de aço corten confere à fachada uma aparência quase têxtil e remete às tonalidades da pedra local (arenito dos Vosges), muito presente no núcleo histórico. O conjunto é contemporâneo e, ao mesmo tempo, enraizado; rigoroso, mas delicado — como se sempre tivesse feito parte do lugar.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Cobertura no 80º andar de edifício tem vista para quatro estados nos EUA; fotos
Situada no 80º andar do edifício Mandarin Oriental, em Nova York, a cobertura do imóvel luxo chama a atenção pelas vistas do horizonte. Localizado em um ponto estratégico, o imóvel proporciona que sejam observados quatro estados norte-americano: Manhattan, Connecticut, Nova Jersey e Pensilvânia.
Ocupando um andar inteiro com amplos espaços de convivência e entretenimento, o apartamento tem cinco quartos e oito banheiros. Com 743 m² no total, o imóvel conta com uma sala de estar de 140 m². Janelas do chão ao teto circundam o espaço em formato de losango.
O apartamento conta um escritório e uma sala de jantar, ambos com vista para todo o Central Park, e a cozinha de 14 metros de comprimento, configurada em torno de uma ilha. Sala de café da manhã, lavanderia, copa com duas adegas climatizadas e sala de lareira estão entre os ambientes.

A suíte principal ocupa toda a lateral sul do apartamento e conta com um quarto de 8,8 metros de comprimento, dois closets e banheiros, copa e sala de segurança.

Os outros quatro quartos — para familiares e hóspedes — ficam na ala oeste do imóvel, cada um com banheiro privativo. Uma sala multimídia — para assistir a filmes e TV — também pode ser convertida em um quarto.

Os moradores dispõem de regalias dignas de hotel, como serviço de quarto, tratamentos de spa, estacionamento com manobrista e uma piscina coberta de 23 metros.









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