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Conheça a arquitetura do MET, o Metropolita…

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O MET Gala atrai os olhares do mundo inteiro para acompanhar as celebridades na festa fantasia mais chique do planeta. Este ano, as escadarias do museu foram cobertas com um belo tapete azul estampado com narcisos.

Contudo, além de ser o palco desse evento, o Metropolitan Museum of Art é um dos mais importantes museus do mundo! Sua coleção permanente de mais de 2 milhões de peças inclui obras de arte que vão da Idade do Bronze, passando pela Mesopotâmia, Antiguidade Clássica e Egito Antigo, até peças modernas e contemporâneas. Todo o acervo fica distribuído em 190.000 metros quadrados. Sua entrada principal da 5ª Avenida é um ponto marcante de Nova York. Descubra um pouco sobre a história do prédio.

História do Metropolitan Museum of Art

Conheça a arquitetura do MET, o Metropolitan Museum of Art de Nova Iorque
(Metropolitan Museum of Art/Reprodução)

Surpreendentemente, o MET nasceu na França e não nos EUA, quando um grupo de de americanos em Paris decidiu criar, em 1866, uma instituição nacional e galeria de arte. O advogado John Jay leva o projeto adiante quando retorna aos Estados Unidos e, no dia 13 de abril de 1870, o museu é aberto ao público no Dodworth Building em Nova Iorque. Depois de um período na Mansão Douglas, o MET é reaberto no seu endereço atual em março de 1880.

Conheça a arquitetura do MET, o Metropolitan Museum of Art de Nova Iorque
Calvert Vaux e Jacob Wrey Mould. Planta do Museu, c. 1872; provavelmente desenhada por Louis P. de Cesnola, c. 1880, e mostrando a ala transversal como construída. Tinta sobre linho. (Metropolitan Museum of Art/Reprodução)

A primeira versão do prédio, criada pelos arquitetos Calvert Vaux e Jacob Wrey Mould em 1880, tinha uma estrutura gótica ruskiniana.

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Conheça a arquitetura do MET, o Metropolitan Museum of Art de Nova Iorque
Estereografia do edifício do Museu Vaux and Mould, visto do sudoeste em 1880. Vista do Metropolitan Museum of Art, 1880. Fotografia, 8,9 x 17,5 cm. Metropolitan Museum of Art, Nova York, Doação de Herbert Mitchell, 1995 (1995.114.1). (Metropolitan Museum of Art/Reprodução)

Porém, ainda no século dezenove, o edifício recebeu inúmeras alterações e ampliações, as quais cercam totalmente a construção original. Uma porção do prédio de Vaux e Mould pode ser vista na face lateral da Ala Robert Lehman.

Conheça a arquitetura do MET, o Metropolitan Museum of Art de Nova Iorque
(Annalisa Welinder/Wikimedia Commons)

A fachada atual e o Hall do museu são assinadas pelo arquiteto, curador e fundador do museu Richard Morris Hunt. Com uma estética que lembra um palácio neoclássico, ambos foram abertos para o público em 1902.

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Conheça a arquitetura do MET, o Metropolitan Museum of Art de Nova Iorque
(WestportWiki/Wikimedia Commons)

Décadas mais tarde, em 1971, os arquitetos Kevin Roche John Dinkeloo and Associates conceberam um novo plano arquitetônico para o museu e suas coleções que foi concluído em 1991. As principais mudanças foram a criação da Ala Robert Lehman (1975), Ala Sackler (1978), Ala Americana (1980), Ala Michael C. Rockefeller (1982), Ala Lila Acheson Wallace (1987), Ala Henry R. Kravis (1991). Cada uma dessas novas alas abrigam coleções completas e até construções inteiras, como o Templo de Dendur.

No século vinte e um, o MET continuou a expandir e reorganizar suas coleções, criando galerias de Arte Coreana, Arte da Oceania, Arte Nativa Norte-Americana, Arte das Terras Árabes, Turquia, Iran, Ásia Central e Arte Sul Ásiatica.

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Fonte: Casa Abril

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Pisos para áreas externas: arquiteta lista principais opções, vantagens e desvantagens

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Resistência às intempéries, conforto térmico, aderência e praticidade na hora da manutenção são fatores decisivos na hora da escolha o piso para a área externa e cada material apresenta comportamentos distintos diante dessas exigências.

Em vista disso, as arquitetas Danielle Dantas e Paula Passos, à frente do escritório Dantas & Passos Arquitetura, destacam as sete opções que, para elas, agregam mais estética e funcionalidade ao projeto.

“As áreas externas são espaços mais expostos da residência e, por isso, exigem materiais que resistam à umidade, sol e às variações de temperatura. Além disso, precisam oferecer segurança e conforto ao caminhar, especialmente quando falamos de bordas de piscina ou jardins”, comenta a dupla.

Porcelanatos antiderrapantes

Pisos para áreas externas: arquiteta lista principais opções, vantagens e desvantagens. Projeto de Dantas & Passos Arquitetura.
(Maura Mello/Divulgação)

Entre as opções mais versáteis do mercado, os porcelanatos antiderrapantes são destaque por combinarem estética refinada e alta resistência. “São ideais para áreas molhadas, como em torno de piscinas, porque reduzem consideravelmente o risco de escorregões e quedas”, explica Paula.

Com baixa absorção de água e praticamente impermeáveis, eles resistem bem às manchas e às condições climáticas. Além disso, são fáceis de limpar, demandando apenas água e sabão neutro.

Para áreas de tráfego intenso, as arquitetas lembram que é importante observar a classificação PEI, sendo o PEI 5 o mais indicado. A ampla gama de cores, texturas e estampas permite ainda criar visuais que remetem à madeira, ao mármore ou ao cimento, adaptando-se a diferentes estilos de projeto.

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Cimentícios e de concreto

Pisos para áreas externas: arquiteta lista principais opções, vantagens e desvantagens.
(Reprodução/Freepik)

Resistentes, duráveis e visualmente neutros, os pisos cimentícios e de concreto são ótimas escolhas para quem busca um estilo urbano. “Eles se destacam pela versatilidade, podendo ser moldados em diferentes tamanhos e texturas, e podem até ser pigmentados ou pintados, o que amplia suas possibilidades estéticas”, aponta Danielle.

Outra vantagem são as de versões atérmicas, quando o piso não absorve tanto calor, sendo agradável para caminhar descalço. Além disso, sua superfície antiderrapante garante segurança mesmo em áreas molhadas.

Flat de 65 m² mistura piso vinílico e cerâmico

Decks de madeira

Pisos para áreas externas: arquiteta lista principais opções, vantagens e desvantagens. Projeto de Dantas & Passos Arquitetura.
(Maura Mello/Divulgação)
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Os decks continuam sendo um clássico quando a intenção é trazer sofisticação e calor visual para o espaço. Para garantir longevidade, é fundamental optar por madeiras tratadas e resistentes à umidade, como ipê ou cumaru, e manter manutenções periódicas.

“A madeira tem esse poder de criar uma sensação acolhedora e orgânica, integrando-se bem com a paisagem externa e com o cuidado certo, o deck se mantém bonito por muitos anos e valoriza o projeto”, afirma Paula.

Cerâmicas rústicas

Pisos para áreas externas: arquiteta lista principais opções, vantagens e desvantagens.
(Reprodução/Freepik)

Para quem busca uma alternativa mais acessível, as cerâmicas rústicas se destacam pelo visual acolhedor e preço popular. Produzidas a partir do barro cozido, elas têm aparência artesanal e resistem bem às variações climáticas. “São práticas de limpar, exigem apenas atenção na paginação e o uso de juntas de dilatação para evitar trincas”, explicam as arquitetas.

Disponíveis em diversas cores e acabamentos, podem ser aplicadas em quintais, varandas e caminhos, mantendo a estética natural e simples, típica de casas de campo.

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Pisos drenantes

Pisos para áreas externas: arquiteta lista principais opções, vantagens e desvantagens.
(Reprodução/Freepik)

Cada vez mais presentes em projetos contemporâneos, os pisos drenantes se destacam pela permeabilidade. “Eles permitem que a água da chuva infiltre no solo, contribuindo para evitar alagamentos e ajudando na drenagem urbana”, comenta Paula.

Compostos por pedras e cimento, são resistentes, antiderrapantes e atérmicos, sendo ideais para áreas com pets, jardins e bordas de piscina. Além de ecológicos, demandam baixa manutenção e estão disponíveis em diferentes cores e texturas, possibilitando composições criativas nos projetos paisagísticos.

Fulget

Pisos para áreas externas: arquiteta lista principais opções, vantagens e desvantagens.
(Reprodução/Freepik)

O fulget é uma escolha que une resistência, beleza e segurança. Produzido com cimento e pedras naturais, tem superfície granulada antiderrapante, ideal para rampas, calçadas e áreas molhadas. “É um piso durável, com ótimo desempenho em áreas externas e ainda possui propriedades atérmicas, o que o torna excelente para áreas de piscina”, destaca Danielle.

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Sua aparência com pedras à mostra confere um visual rústico, e a variedade de cores e granulometrias permite personalização estética. A limpeza é simples, feita com água e sabão neutro, e o material ainda pode ser aplicado também em paredes e fachadas, trazendo unidade ao projeto.

Pedras naturais

Pisos para áreas externas: arquiteta lista principais opções, vantagens e desvantagens. Projeto de Dantas & Passos Arquitetura.
(Maura Mello/Divulgação)

Entre as opções mais nobres, as pedras naturais, como São Tomé, granito e pedra portuguesa, são sinônimo de resistência e exclusividade. “Cada peça é única e carrega uma beleza natural difícil de reproduzir em outros materiais”, comenta Paula.

A pedra São Tomé é uma das preferidas para áreas molhadas por ser atérmica e antiderrapante, enquanto o granito com acabamento escovado ou levigado oferece alta resistência e longa vida útil. Já a pedra portuguesa permite criar desenhos e mosaicos personalizados, valorizando calçadas e áreas de lazer.

Além de duráveis e resistentes ao fogo e ao desgaste, esses pisos demandam baixa manutenção, especialmente quando escolhidas versões menos porosas. “As pedras são sempre um investimento seguro para quem busca elegância e permanência no tempo”, finaliza Danielle.

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Fonte: Casa Abril

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Casa na Vila Mariana com brises galvanizados é sustentada por pórticos transversais

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Situada na Vila Mariana, em São Paulo, esta residência de 440 m² foi projetada do zero pelos arquitetos Eugenio Conte, José Guilherme Carceles e Gabriel Cesar e Santos, do escritório Península Arquitetura, em colaboração com a Sanpo Arquitetura, comandada por Thomas Yano — morador da casa e ex-integrante da equipe da Península. O arquiteto vive ali com os pais, para quem foi idealizado um lar urbano, funcional e repleto de luz natural.

Casa na Vila Mariana com brises galvanizados é sustentada por pórticos transversais. Projeto de Península Arquitetura.
(Maira Acayaba/Divulgação)

A família decidiu trocar um terreno no interior do estado, cercado por verde, por um lote na capital com 10 metros de largura e 44 de profundidade, marcado por um desnível de três metros entre frente e fundos.

Casa na Vila Mariana com brises galvanizados é sustentada por pórticos transversais. Projeto de Península Arquitetura.
(Maira Acayaba/Divulgação)

A diferença de cotas foi aproveitada de forma inteligente: o nível mais baixo abriga a garagem e os acessos, enquanto os demais pavimentos concentram os ambientes sociais e íntimos, distribuídos de modo fluido e conectado.

Casa na Vila Mariana com brises galvanizados é sustentada por pórticos transversais. Projeto de Península Arquitetura.
(Maira Acayaba/Divulgação)
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A construção é sustentada por nove pórticos transversais de concreto armado repetidos ao longo do terreno, com pilares embutidos nas alvenarias laterais e vigas aparentes que estruturam a cobertura. Essa solução garantiu liberdade de layout e um percurso visual contínuo pelos espaços.

Casa na Vila Mariana com brises galvanizados é sustentada por pórticos transversais. Projeto de Península Arquitetura.
(Maira Acayaba/Divulgação)

As fachadas metálicas com brises galvanizados e aletas de PVC cumprem papel essencial no controle solar e conferem caráter marcante à edificação. A lógica estrutural dos pórticos norteou toda a organização interna, respeitando o desnível natural e estabelecendo um gradiente de privacidade entre os pavimentos.

Casa na Vila Mariana com brises galvanizados é sustentada por pórticos transversais. Projeto de Península Arquitetura.
(Maira Acayaba/Divulgação)
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A casa se desenvolve em três níveis — subsolo, térreo e superior —, abrigando garagem para dois veículos, oficina com depósito e lavabo, hall de entrada, estar, jantar e cozinha integrados, sala de banho, área de serviços, sala de TV reversível em quarto, duas suítes, ateliê de costura e elevador, além de pátios internos, churrasqueira e varanda.

Casa na Vila Mariana com brises galvanizados é sustentada por pórticos transversais. Projeto de Península Arquitetura.

A escadaria principal, envolta por um talude ajardinado, conecta a garagem ao hall de entrada, enquanto uma passarela metálica liga o elevador ao mesmo ponto. O paisagismo ao longo do percurso acrescenta frescor e acolhimento logo na chegada.

Casa na Vila Mariana com brises galvanizados é sustentada por pórticos transversais. Projeto de Península Arquitetura.

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No pavimento social, a churrasqueira externa, voltada para os pátios, faz parte do conjunto integrado de estar e jantar, favorecendo a convivência. O piso em placas soltas e os tijolinhos vazados, que garantem ventilação e privacidade em relação às casas vizinhas, reforçam o caráter despojado do espaço. O paisagismo, ainda em desenvolvimento, promete acentuar a atmosfera descontraída e convidativa.

Casa na Vila Mariana com brises galvanizados é sustentada por pórticos transversais. Projeto de Península Arquitetura.
(Maira Acayaba/Divulgação)

Todo o mobiliário foi adquirido especialmente para o novo endereço, com curadoria dos escritórios em parceria com o Atelier Fernando Jaeger. No ambiente social, destacam-se o sofá curvo Bardô, a poltrona Chico, a mesa de jantar Enseada, as cadeiras Nau e o tapete circular ocre; já na área externa, a mesa Vergalhão e as cadeiras Kinzo completam a composição.

Casa na Vila Mariana com brises galvanizados é sustentada por pórticos transversais. Projeto de Península Arquitetura.

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A paleta neutra, dominada pelo branco em alvenarias, caixilhos e telhas, amplia a difusão da luz natural e realça a sensação de leveza. Pontos de cor aparecem em móveis e obras de arte, trazendo calor e personalidade sem comprometer a harmonia visual.

Casa na Vila Mariana com brises galvanizados é sustentada por pórticos transversais. Projeto de Península Arquitetura.
(Maira Acayaba/Divulgação)

Nos materiais e acabamentos, o fulget foi usado na garagem e nas áreas externas, o porcelanato reveste os espaços sociais e molhados, e a madeira aparece nos dormitórios e no deck do spa. O piso aquecido no térreo e o teto em telhas metálicas termoacústicas asseguram conforto térmico. A marcenaria planejada reforça a integração entre função e estética.

Casa na Vila Mariana com brises galvanizados é sustentada por pórticos transversais. Projeto de Península Arquitetura.
(Maira Acayaba/Divulgação)
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De linguagem contemporânea e discreta, a casa se revela aos poucos, com ambientes que se sucedem de forma natural e coerente. O uso de elementos industriais reinterpretados confere personalidade sem rigidez, enquanto a modulação das vigas permite entrada generosa de luz natural, transformando a iluminação em protagonista.

Casa na Vila Mariana com brises galvanizados é sustentada por pórticos transversais. Projeto de Península Arquitetura.
(Maira Acayaba/Divulgação)

O grande desafio — conciliar um programa extenso em um terreno estreito e inclinado — foi superado com soluções estruturais precisas e uma espacialidade fluida, que traduz o equilíbrio entre racionalidade construtiva e conforto cotidiano.





Fonte: Casa Abril

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Impressionante! Sobrado de vila industrial foi construído em terreno estreito de 4m x 18m

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Um casal de triatletas tinha o sonho de morar em uma vila. Ao encontrarem esta casa próxima ao Parque Ibirapuera, em São Paulo, chamaram o escritório RUA 141, comandado pela arquiteta Mona Singal, para o desafio do desenvolvimento do projeto no terreno estreito de 4m x 18m.

Impressionante! Sobrado de vila industrial foi construído em terreno estreito de 4m x 18m. Projeto de Rua 141.
(Fran Parente/Divulgação)

A casa geminada existente era muito fragmentada e com pouco aproveitamento dos espaços, pé-direito baixo, escura e com aberturas pequenas. “Tinha uma escada robusta em concreto que era uma ruptura na área social e ocupava grande parte dela”, menciona Mona.

Impressionante! Sobrado de vila industrial foi construído em terreno estreito de 4m x 18m. Projeto de Rua 141.
(Fran Parente/Divulgação)

Depois de algumas visitas à casa, os clientes optaram pelo caminho da demolição da construção existente e da execução de uma nova casa. Começava então uma corrida contra o tempo, já que a primeira bebê do casal estava a caminho.

Impressionante! Sobrado de vila industrial foi construído em terreno estreito de 4m x 18m. Projeto de Rua 141.
(Fran Parente/Divulgação)
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O pedido era uma casa aconchegante e com o estilo industrial, conectada à natureza, onde pudessem reunir os amigos e futuramente os filhos pudessem desfrutar.

Impressionante! Sobrado de vila industrial foi construído em terreno estreito de 4m x 18m. Projeto de Rua 141.

“Um dos principais pedidos do casal, foi considerar as cinco bicicletas deles no partido do projeto, para que elas estivessem integradas aos ambientes e ficassem em destaque na casa”, explica a arquiteta.

Impressionante! Sobrado de vila industrial foi construído em terreno estreito de 4m x 18m. Projeto de Rua 141.
(Fran Parente/Divulgação)
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Uma nova estrutura metálica foi erguida, junto às lajes treliçadas. As paredes estruturais laterais de tijolinhos, que fazem a divisa com as casas vizinhas, foram as únicas mantidas.

Impressionante! Sobrado de vila industrial foi construído em terreno estreito de 4m x 18m. Projeto de Rua 141.

A área construída final da casa é de 135 m² e o período de duração da obra foi de um ano e meio. O imóvel é composto por dois volumes conectados por passarelas metálicas e três pavimentos. No centro, fica o jardim com a bela árvore Araçá, cuja função é colaborar com o conforto térmico.

Impressionante! Sobrado de vila industrial foi construído em terreno estreito de 4m x 18m. Projeto de Rua 141.

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Quintais e jardins lindos para aproveitar e curtir com a família

A integração entre os ambientes no térreo foi fundamental para trazer amplitude para a casa, possibilitando a ventilação cruzada e a entrada de luz natural, já que o terreno é muito estreito.

Impressionante! Sobrado de vila industrial foi construído em terreno estreito de 4m x 18m. Projeto de Rua 141.
(Fran Parente/Divulgação)

Por fim, a escada metálica com chapa dobrada e guarda-corpo em chapa perfurada conecta os pavimentos. O piso de madeira Tauari, na paginação espinha de peixe, e os caixilhos em madeira freijó aquecem a composição.

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Impressionante! Sobrado de vila industrial foi construído em terreno estreito de 4m x 18m. Projeto de Rua 141.
(Fran Parente/Divulgação)

No pavimento superior a circulação linear conecta a suíte master ao quarto e ao banheiro. “Neste eixo criamos a claraboia para trazer a luz natural e um pedaço do céu para dentro da casa”, explica a profissional.

A suíte master fica voltada para a fachada principal, com uma generosa janela de correr.

Impressionante! Sobrado de vila industrial foi construído em terreno estreito de 4m x 18m. Projeto de Rua 141.
(Fran Parente/Divulgação)
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Subindo a escada fica o rooftop, com acesso feito por uma cobertura metálica com vidro, motorizada e deslizante, possibilitando a entrada da iluminação natural nesta área da escada.

Impressionante! Sobrado de vila industrial foi construído em terreno estreito de 4m x 18m. Projeto de Rua 141.
(Fran Parente/Divulgação)

“Desenvolvemos nesse pavimento a área gourmet para receber os amigos e uma área de estar com pufes bem aconchegantes, rodeada pelo paisagismo”, comenta.

Impressionante! Sobrado de vila industrial foi construído em terreno estreito de 4m x 18m. Projeto de Rua 141.
(Fran Parente/Divulgação)

Criamos um pequeno oásis cujo perímetro é composto por floreiras. O paisagismo ganha destaque e torna-se o elemento fundamental para criar privacidade em relação às outras casas, além de aproximar os moradores da natureza.





Fonte: Casa Abril

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