Arquitetura
Conheça os vencedores do 8º Prêmio {CURA}: Habitação Coletiva para o Século XXI
O 8º Prêmio {CURA} anunciou os vencedores do concurso que teve como tema a habitação coletiva para o século XXI. O concurso convidava os participantes a refletir sobre novos modos de morar na cidade, considerando principalmente questões relacionadas à mobilidade urbana, densidade e eficiência bioclimática.
Cada projeto foi analisado individualmente, levando em consideração aspectos como: coerência com o tema proposto; qualidade conceitual e arquitetônica; criatividade e visão crítica na solução proposta; adequação ao contexto urbano e territorial; qualidade da representação gráfica e clareza na comunicação da proposta; impacto social e ambiental e cumprimento dos itens descritos no edital. A identificação das equipes só foi revelada após a decisão final do júri.
Em todas as edições do Prêmio CURA, a comissão julgadora sempre foi composta por nomes de extrema relevância para a produção da arquitetura nacional. Dessa vez, foram convidados jovens arquitetos, nascidos entre os anos 80 e 90, com produções diversas e que tem se destacado por sua postura de atuação, premiações e menções em publicações.
O júri, composto por Audrey Carolini (IAB-SP), Camila Thiesen (Metropolitano Arquitetos), Denis Joelsons (Denis Joelsons Arquitetura), Enk te Winkel (vão Arquitetos), Marcus Damon (Estúdio Módulo e CURA) e Marina Canhadas (entre escalas), analisou as propostas levando em consideração aspectos como: coerência com o tema proposto; qualidade conceitual e arquitetônica; criatividade e visão crítica na solução proposta; adequação ao contexto urbano e territorial; qualidade da representação gráfica e clareza na comunicação da proposta; impacto social e ambiental e cumprimento dos itens descritos no edital. Foram selecionados três projetos vencedores e duas menções honrosas. Conheça os premiados:
1º Lugar
Equipe: Ketlyn Caroline Gonçalves de Freitas
Instituição de ensino: USP
Comentário do júri: “A proposta se destacou por sua postura crítica e provocadora em relação às grandes residências unifamiliares em bairros nobres, estendendo essa reflexão a outros bairros e localidades. Com firmeza, defende a ideia de “construir menos e habitar o que já está construído” como uma resposta contundente aos desafios urbanos do século XXI.
Um dos principais méritos da proposta está na forma como aborda o tema da densidade, questionando diretamente o modelo de ocupação extensiva e elitista que domina muitos bairros nobres. Ao invés de replicar esse padrão excludente, a proposta lança luz sobre alternativas mais compactas para questionar essa realidade.
Embora não se destaque por sua escala, metragem ou virtuosismo gráfico, a proposta se impôs pela coerência entre discurso e gesto arquitetônico. Sua abordagem sobre densidade, aliada à crítica à elitização da arquitetura que produz casas unifamiliares com baixa densidade, confere-lhe grande pertinência e potência no debate contemporâneo.”
2º Lugar
Equipe: Julia Adrielli Alves Martins Bomfim, Luise Brenneken Duarte Passarelli, Rafael Marques Paixão Santos, Gabriel Souza Santiago e Fernando da Silva Torres
Orientadora: Viviane de Andrade Sá
Instituição de ensino: UNISANTOS
Comentário do júri: “O projeto apresentou soluções que valorizam o uso de tecnologias e materiais locais, demonstrando sensibilidade ao direcionar-se às comunidades ribeirinhas e evidenciando uma abordagem alinhada ao contexto territorial e social em que se insere. Destaca-se, de forma pertinente, a escolha do transporte hidroviário como alternativa coerente e integrada à realidade local.
Outro ponto positivo é a forma como o projeto se propõe a responder às constantes transformações do presente, reconhecendo a necessidade de repensar os modos de habitar e de desenhar as cidades. Essa postura crítica e propositiva fortalece sua relevância no debate contemporâneo.
A representação gráfica foi um dos destaques da proposta, apesar de pequenas falhas identificadas na representação das janelas nas plantas das unidades habitacionais. Já a adaptação dos módulos aos diferentes contextos de implantação, embora pertinente, poderia ter sido mais desenvolvida para reforçar a versatilidade do sistema proposto.”
3º Lugar
Equipe: Beatriz Medeiros Urbano, Leonardo Luis Floriano, João Gabriel Costa e Silva, João Augusto Brandão Baldassin
Orientadores: Eulalia Portela Negrelos e Luis Espallargas Gimenez
Instituição de ensino: USP – IAU
Comentário do júri: “A proposta demonstra atenção às grandes questões climáticas do século XXI e seus impactos sobre as cidades, articulando essa consciência desde a escolha do terreno — bem conectado à malha de transporte público — até o desenho urbano e arquitetônico. No âmbito urbano, o projeto propõe a ampliação das calçadas, a criação de jardins de chuva e o prolongamento das ciclovias, configurando respostas pertinentes aos desafios ambientais e urbanos contemporâneos.
Na escala da edificação, destaca-se o cuidado com a eficiência bioclimática e a flexibilidade das plantas das unidades habitacionais, revelando uma abordagem sensível e adaptável às transformações do modo de habitar.
O projeto apresentou boa qualidade tanto na representação gráfica quanto no desenvolvimento arquitetônico. No entanto, o júri identificou fragilidades na resolução das plantas das unidades e na composição da empena vertical, pontos que poderiam ser mais bem refinados para fortalecer a proposta como um todo.”
Menção Honrosa – 01
Equipe: Bruno Castiglioni Castilho
Instituição: UNICAMP
Comentário do júri: “O projeto se destaca pela qualidade da representação e pelo desenho interessante formado pelos cheios e vazios do térreo. Os desenhos são muito elaborados; há cuidado com a paleta cromática e uma boa diagramação. Sobre o projeto, o júri observou a qualidade do desenho do térreo, que possui um bom desenho de jardins e que se integra com a cidade. Entretanto, foram identificadas inconsistências na resolução das plantas e na relação do projeto com o entorno. Apesar do texto citar a proximidade com as construções emblemáticas, como a Catedral Metropolitana, no desenho da implantação não fica clara a intenção de conexão com esta.
Outro ponto de fragilidade identificado foi a abordagem do conforto bioclimático. Apesar da citação ao tema, a solução adotada foi a mesma para todas as fachadas, desconsiderando suas diferentes orientações.”
Menção Honrosa – 02
Equipe: João Vitor S. Araújo, Kauê Costa de Oliveira, Stephanie Mark Li, Natalia Carvalho de Souza
Orientadora: Profª Drª Núbia Bernardi
Instituição: Mackenzie e USP
Comentário do júri: “A proposta teve como pontos fortes a preocupação com o conforto térmico, reúso e menor gasto de energia não renovável; a inserção urbana e a leitura do entorno como base para as escolhas do projeto. Contudo, foram identificadas fragilidades no desenho estrutural e na concepção da envoltória dos edifícios. A ausência de pilares na representação também foi um fator considerado pelo júri como um fator desfavorável.”
O 8º Prêmio CURA teve apoio de ArchDaily Brasil, Bacco Arquitetos, Livraria Eiffel e IAB-SP. Veja as pranchas dos projetos premiados no site do 8º Prêmio {CURA}.
Arquitetura
Casa na árvore atrai atenção por sauna e teto de vidro; fotos
Uma casa na árvore localizada em Mairiporã, no interior de São Paulo, atrai a atenção por contar com teto de vidro e sauna finlandesa em cedro. Localizada a 7 metros de altura, em meio a Mata Atlântica, a cabana fica no Parque Estadual da Cantareira, na última rua de um condomínio fechado, de frente para área de reserva.
Arquitetura
Sabrina Sato escolhe mansão carioca para festejar 45 anos; curiosidades e fotos do imóvel histórico
A apresentadora, que completa 45 anos no dia 4 de fevereiro, marcou a data da festa para o dia 8 de fevereiro na Mansão Alvite, construída na década de 1940. O imóvel é conhecido pela localização estratégica, com vista para famosos pontos turísticos como o Pão de Açúcar, a Baía de Copacabana e o Cristo Redentor.
Arquitetura
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18

A imperatriz austríaca Maria Theresa (1717-1780), uma das monarcas mais amadas e com o reinado mais longo da Europa, foi homenageada com um navio de cruzeiro de luxo. Com decoração inspirada no século 18, a embarcação foi nomeada como “Melhor Novo Navio Fluvial” pelos editores do Cruise Critic em sua temporada inaugural. Os preços para viagens de uma semana variam de 2.080 a 13.849 euros (R$ 13 mil a R$ 86 mil, em valores convertidos na cotação atual), variando de acordo com o tipo de acomodação.
O SS Maria Theresa, com trajeto pelos rios Danúbio e Meno, tem a configuração de suas acomodações alterada a cada ano. A capacidade é de 150 hóspedes e 55 tripulantes. Para 2026, a embarcação conta com uma Grand Suite, 10 suítes e 64 cabines, todas com camas Savoir da Inglaterra feitas sob encomenda, lençóis de cetim de algodão personalizados e edredons europeus. Além disso, os viajantes contam com um menu de opções de travesseiros e banheiros revestidos de mármore.
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
A Grand Suite tem 38 m², conta com quarto, sala de estar espaçosa separada, banheiro com chuveiro de efeito chuva e banheira, além de área privativa para vaso sanitário e bidê. Entre as comodidades, há o serviço de mordomo, café da manhã no quarto, frigobar completo, além engraxate e serviço de lavanderia gratuito.
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
As suítes convencionais tem 28,3m², vista para o rio e varanda privativa com janelas do chão ao teto. Banheiro em mármore, aquecedor de toalhas, serviço de mordomo na suíte, café da manhã no quarto, engraxate e serviço de lavanderia gratuito estão entre as comodidades. Já as cabines clássicas têm 15 m² e janelas localizadas na linha d’água.
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
Fonte: Casa Vogue
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