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“Na Nova Zelândia, iam colocar um carpete de uma fibra que não era lã no Parlamento e mais de 1 milhão de assinaturas foram recolhidas para que se usasse lã autóctone, uma das mais valorizadas do mundo. Tomara que aqui soubéssemos valorizar desse modo a nossa lã”, diz Cobo, lembrando que os responsáveis pelo desaparecimento deste lugar industrial, rural e histórico, tudo ao mesmo tempo, seremos nós também, os consumidores de design.
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Fonte: Casa Vogue

