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“Após a primeira visita, percebemos rapidamente que os futuros moradores estavam muito engajados e animados com a ideia de criar um novo ambiente”, conta Elizabath. Os proprietários eram receptivos, elegantes e abertos a explorar novas possibilidades, “inclusive a ultrapassar os limites normalmente impostos a esse tipo de intervenção. Tudo era passível de mudança, de aprimoramento, um convite ao debate constante. A casa, é justo dizer, tinha um potencial enorme, e à medida que o escopo do projeto se desenvolvia, percebemos que eles estavam dispostos a propostas ousadas e se deixavam encantar por materiais pouco convencionais.”
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Fonte: Casa Vogue

