Cortejos de cor: a festa ancestral nas mãos de Liebert Pinheiro | Arte

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Quando precisei da arte para conquistar minha independência financeira, comecei uma busca por mim mesmo — pela minha alma, minha identidade. Nesse caminho, encontrei uma proteção nas máscaras. A partir delas, mergulhei em pesquisas sobre culturas de diferentes lugares do mundo. E, claro, me reencontrei com o Nordeste, que é uma fonte inesgotável de cor, memória e ancestralidade. Levo comigo as referências do lugar onde vivo, enquanto sigo explorando outras linguagens e possibilidades.

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Fonte: Casa Vogue

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