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Para entender sua trajetória e suas obras, no entanto, é preciso voltar à sua infância, permeada pela luta indígena. Filha de um dos pioneiros da causa, Álvaro Tukano (ex-assessor de Mário Juruna, primeiro deputado federal indígena do Brasil), e da antropóloga colombiana Alba Figueroa, Daiara nasceu em 1982, em São Paulo, época em que florescia uma articulação nacional de lideranças dos povos originários, fundamental para a conquista de direitos trazidos com a Constituição de 1988. “Mas estávamos em plena ditadura militar, precisei ir morar com minha avó em Palmira, na Colômbia”, lembra a artista, cujas criações circularam recentemente em diversas exposições coletivas, em espaços como as galerias Hayward e Paradise Row, em Londres, além dos principais museus de arte de São Paulo e da participação na 34ª Bienal, ocasião em que sua obra, o manto Kahtiri Ēõrõ – Espelho da Vida, ilustrou um dos cartazes da exibição.
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Fonte: Casa Vogue

