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“Nas zonas rurais, a festa passou a celebrar não apenas o santo, mas também o ciclo das colheitas, as relações comunitárias, os ritos de passagem e os festejos da fertilidade. No século XX, com o êxodo rural e os processos de urbanização, a festa foi “transportada” para as cidades, especialmente nas escolas, igrejas e centros comunitários. Contudo, ela manteve sua identidade de celebração da roça, do povo simples, do coletivo”, avalia Ana.
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Fonte: Casa Vogue

