Tecnologia
Eclipse solar parcial ocorre neste sábado (29), mas será quase invisível no Brasil
BOGOTÁ, COLÔMBIA (FOLHAPRESS) – Um eclipse solar parcial ocorrerá neste sábado (29), entre 5h51 e 9h44 (de Brasília). A má notícia para quem está no Brasil é que ele não será visível para toda a América do Sul.
Na verdade, poucos locais terão a oportunidade de uma boa visualização do fenômeno. O Canadá é o sortudo da vez, conseguindo ver a totalidade do eclipse parcial -o que significa quase 91% do Sol coberto, segundo o site timeanddate.com.
QUAL O TIPO DE ECLIPSE OCORRERÁ?
O eclipse solar ocorre quando a Lua passa entre a Terra e o Sol. Com isso, uma sombra (dividida entre umbra e penumbra).
Por se tratar de um eclipse parcial, somente uma parte do disco solar aparece encoberto. Um eclipse total ocorre quando a Lua está mais próxima da Terra e acaba cobrindo totalmente o Sol.
ONDE ESTARÁ VISÍVEL?
Além do Canadá, partes da Europa também poderão apreciar mais de 20% do Sol encoberto. Na maior parte do Reino Unido, os valores passam de 30%, chegando a mais de 40% de Sol obstruído, segundo dados da Nasa.
Alguns locais dos EUA também terão um elevado percentual de Sol encoberto. Em Boston, Massachusetts, o valor fica em 43% e em Nova York, em 22%.
Já em Nuuk, na Groenlândia, território que virou alvo de Donald Trump, presidente dos EUA, o percentual de obstrução do Sol chegará a 87%. Em contrapartida, em Washington, onde fica a Casa Branca, ocupada atualmente por Trump, somente cerca de 1% do Sol estará encoberto.
Para não falar que o Brasil inteiro ficará sem visão do fenômeno, quem estiver no norte do Amapá terá a possibilidade de ver um Sol com uma pequena mordida -menos de 1% encoberto.
COMO VER ENTÃO?
Haverá transmissão online ao vivo. Dessa vez, será possível acompanhar, por exemplo, pelo canal do YouTube do Royal Observatory Greenwich, a partir das 7h (horário de Brasília).
SEGURANÇA
Como o fenômeno praticamente não estará visível no Brasil, os maiores cuidados que brasileiros que queiram acompanhar o evento devem ter é com horário e conexão de internet.
Apesar disso, sempre é importante relembrar os cuidados com a observação de um eclipse solar. Por exemplo, da última vez em que Trump esteve à frente da Casa Branca, olhou diretamente para um eclipse solar, o que não é seguro de ser feito sem proteção ocular adequada. Nunca olhe para um eclipse solar ou para o Sol diretamente, pois isso pode causar queimaduras na retina.
Óculos escuros e chapas de raio-X também não são proteção suficiente.
Uma opção para bloquear grande parte da luz seriam vidros de soldador ou filtro de soldador, número 14 ou maior (ISO 12312-2). Vale alternar a observação com momentos de descanso -usar por cerca de 10 segundos e descansar a vista por um tempo mínimo de 1 minuto.
É possível também usar formas indiretas de observar o eclipse.
Tecnologia
Os poucos empregos que sobreviverão à invasão dos robôs
A robótica e a inteligência artificial estão mudando o mundo, e as máquinas podem substituir milhões de empregos. Muita gente pensa que os robôs só trabalham em fábricas, mas eles já conseguem fazer o trabalho de assistentes jurídicos, motoristas de táxi e até de quem faz empréstimos.
A discussão sobre a IA em áreas criativas ganhou força com o robô artista Ai-Da e o lançamento do ChatGPT e outras plataformas parecidas. Os chatbots avançados já conseguem escrever e-mails, textos e poemas quase como um ser humano.
Clique aqui para ver quais empregos correm mais risco de serem substituídos por máquinas, e também quais empregos bem pagos não só vão continuar existindo, como vão crescer.
Leia Também: Os filmes e séries que passam a ser da Netflix com compra da Warner Bros
Tecnologia
Os filmes e séries que passam a ser da Netflix com compra da Warner Bros
A Netflix anunciou nesta sexta-feira, dia 5, que chegou a um acordo com a Warner Bros para comprar a empresa, o que significa que, caso o negócio seja aprovado, irá adquirir os estúdios de televisão e cinema, além do serviço de streaming concorrente, o HBO Max.
Isso também significa que, pelos 82 bilhões de dólares em que o negócio está avaliado, a Netflix passará a deter todo o catálogo da Warner Bros — que inclui algumas das melhores séries de TV já lançadas ao longo dos anos e também sagas de filmes que moldaram a cultura pop como a conhecemos.
Vale destacar que, para que o negócio seja concluído, ainda é necessária a aprovação das agências reguladoras dos EUA e de outros territórios, portanto, nada está garantido ainda.
Mesmo assim, para que você tenha uma ideia do impacto que esse acordo pode ter no mundo do entretenimento, mostramos na galeria acima alguns dos filmes e séries que passarão a ser propriedade da Netflix caso o negócio avance.
Leia Também: Trump faz “dancinha” após sorteio da Copa do Mundo; vídeo
Tecnologia
CEO da Netflix diz que filmes da Warner continuarão a estrear no cinema após fusão
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A Netflix vai manter o cronograma de lançamentos cinematográficos da Warner Bros Discovery caso a aquisição da empresa seja concluída. Foi o que disse Ted Sarandos, CEO da gigante do streaming, de acordo com a Variety, à imprensa e investidores.
Trata-se de uma tentativa de tranquilizar o mercado de exibições e dissipar os temores de que a operação signifique o fim da presença da Warner nas salas de cinema.
Segundo o acordo fechado nesta sexta-feira (5), a Netflix vai comprar os estúdios de cinema e TV e a divisão de streaming da empresa por cerca de US$ 82,7 bilhões, ou R$ 437,86 bilhões. Depois de uma série de fusões nos últimos anos, o conglomerado da Warner inclui, além da Discovery, os negócios da HBO, como o streaming HBO Max.
“Não é como se tivéssemos alguma oposição a lançar filmes nos cinemas”, disse Sarandos. “A minha resistência tem sido principalmente em relação às longas janelas de exclusividade, que não consideramos muito favoráveis ao consumidor. Mas, quando falamos em manter a HBO operando basicamente como ela é, isso também inclui o acordo de distribuição de filmes com a Warner Bros., que prevê um ciclo de vida que começa no cinema -algo que vamos continuar a apoiar.”
O CEO da Netflix afirmou que não haverá uma mudança na abordagem dos filmes da Warner, mas sim o que chamou de evolução no tempo em que as obras ficam sendo exibidas exclusivamente nos cinemas. “Acho que, com o tempo, as janelas vão evoluir para serem muito mais amigáveis ao consumidor, permitindo que o público tenha acesso aos filmes mais rapidamente.”
Tudo o que está planejado para ir aos cinemas pela Warner Bros. continuará indo aos cinemas, ele afirmou, e os filmes da Netflix seguirão o mesmo padrão que já seguem -alguns deles têm uma curta passagem pelas salas antes de chegar ao streaming. “Mas nosso objetivo principal é levar filmes inéditos aos nossos assinantes, porque é isso que eles querem”, afirmou.
A Netflix lança a maioria de seus filmes direto na plataforma de streaming, mas alguns títulos -em especial os que são cotados para as premiações- chegam antes exclusivamente nos cinemas. Em comunicado divulgado concomitantemente ao anúncio do acordo para comprar a Warner Bros., a empresa afirmou que “espera manter as operações atuais da Warner Bros. e ampliar seus pontos fortes, incluindo os lançamentos cinematográficos de filmes”.
Segundo a Variety, há um temor entre os exibidores de cinema em relação ao acordo. Isso porque a Netflix tem um história de tratar com desdém o setor. Sarandos chegou a afirmar, no ano passado, que as salas de cinema estariam ultrapassadas.
Se você tem a sorte de morar em Manhattan e pode caminhar até um multiplex para ver um filme, isso é fantástico”, ele disse em evento da revista Time. “A maior parte do país não pode.”
-
Arquitetura7 meses atrásTerreiro do Trigo / Posto 9
-
Arquitetura6 meses atrásCasa EJ / Leo Romano
-
Arquitetura6 meses atrásCasa AL / Taguá Arquitetura
-
Arquitetura6 meses atrásCasa São Pedro / FGMF
-
Arquitetura6 meses atrásCasa Crua / Order Matter
-
Arquitetura6 meses atrásCasa ON / Guillem Carrera
-
Política7 meses atrásEUA desmente Eduardo Bolsonaro sobre sanções a Alexandre de Moraes
-
Construção7 meses atrásSinais econômicos mais fracos afetam resultados, avaliam economistas



