Arquitetura
Edifício Arica / K+M Arquitectura y Urbanismo

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- Área:
900 m²
Ano:
2021
Fotografías:Juan Solano, Renzo Rebagliati, K+M
Fabricantes: Atlas Schindler, Casa Rosselló, KERLITE – ARTCO, Meglio , Rotonde, Teka

Descrição enviada pela equipe de projeto. Nas condições atuais da economia de mercado, onde se busca a maximização da área construída em detrimento do vazio compartilhado da rua, nós arquitetos nos deparamos com uma margem de ação reduzida. Dentro dessas lógicas, os espaços de ação para melhorar a rua são marcados pelos poucos metros da fachada e seu recuo. Por isso, é nesses espaços que devemos fazer o impossível para criar uma sensação de abertura e acessibilidade nos espaços privados, oferecendo intimidade aos moradores sem negar a relação com o bairro e a cidade.


O projeto para uma habitação coletiva multifamiliar em Miraflores responde diretamente às necessidades dos clientes (quatro famílias jovens) em busca de um apartamento flexível e, indiretamente, às necessidades da cidade atual de Lima, que deve oferecer espaços de intercâmbio em seu núcleo básico comunitário de convivência cotidiana, bem como espaços de encontro com seus vizinhos.

O projeto consiste em um edifício de habitação multifamiliar de 4 andares (uma moradia por andar), um semi-subsolo de estacionamentos, um subsolo de serviços e depósitos, e um terraço de uso comum. O primeiro andar (+1.50m) contém o lobby do edifício com mobiliário para o porteiro, o elevador que conecta todos os níveis e a escada do edifício que se desenvolve desde o primeiro andar até o terraço.

Do lobby, tem-se acesso ao Apartamento Nº1, que compreende uma unidade de 90m². O segundo, terceiro e quarto andares são acessados por escadas e elevador. Cada andar possui uma unidade de 150m² com três dormitórios. A planta dos Apartamentos 2, 3 e 4 é praticamente idêntica, com exceção da distribuição das colunas exteriores e pequenas variações. Cada um desses três apartamentos organiza uma sala de estar-jantar, cozinha, terraço e dormitório principal voltados para a rua, dois dormitórios com banheiros e área de serviço.


O terraço, acessado tanto pelas escadas como pelo elevador, é projetado como um espaço de uso comum para os proprietários e conta com um salão de jogos, uma área de estar, banheiros, copa e churrasqueira para os proprietários.

Nesse sentido, a busca pelo sentido de comunidade dentro do projeto se apoia na criação de espaços intermediários, tanto na amplitude e transparência do ingresso, como na criação de terraços em varandas que olham para o espaço de entrada e recuo, como a criação de um terraço aberto compartilhado no último andar, que gera encontros planejados e espontâneos entre os moradores.

Arquitetura
Casa Terra / Tomohiro Hata Architect and Associates

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Descrição enviada pela equipe de projeto. O projeto teve início com a seguinte pergunta do cliente ao arquiteto:
“A sociedade ao nosso redor parece muito madura; no entanto, muitos edifícios estão sendo demolidos um após o outro, mesmo quando ainda têm vida útil suficiente. Isso não acontece justamente por causa da perda de algo essencial?”

Fonte: Archdaily
Arquitetura
5ª edição da ABERTO ocupa Casa Bola, obra icônica de Eduardo Longo
Paralelamente, a ABERTO estreia a ABERTO Rua, iniciativa que leva mais de 15 obras comissionadas para o espaço público da Avenida Faria Lima, expandindo a mostra para o tecido urbano. “Na rua, a arte encontra quem não foi convidado”, afirma Filipe Assis, sintetizando o gesto de abrir a experiência artística ao acaso, ao trânsito e à diversidade da cidade.
Arquitetura
Bairro em Paris – Biblioteca Multimídia e Edifícios Residenciais / La Architectures + Atelier Régis Roudil Architectes + Nicolas Hugoo Architecture

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Descrição enviada pela equipe de projeto. Nicolas Hugoo Architecture concluiu 36 unidades de habitação social; a LA Architectures, uma biblioteca pública e 75 apartamentos familiares; e o atelier Régis Roudil, uma moradia estudantil com 75 apartamentos no bairro Paul Bourget, no 13º arrondissement de Paris. A operação de revitalização do bairro Paul-Bourget teve início em 2014, com o objetivo de romper o isolamento da área e assegurar a melhoria duradoura do panorama urbano para seus habitantes. Liderado pela Elogie Siemp e pela Semapa, e projetado pela Urban Act, este ambicioso projeto de renovação urbana possibilitou a criação de uma nova geração de habitações nesse terreno de 4 hectares, além de restaurar a presença de áreas verdes e da biodiversidade.

Fonte: Archdaily
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