Arquitetura
Edifício HS / NOARQ | ArchDaily Brasil

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- Área:
1905 m²
Ano:
2024

Descrição enviada pela equipe de projeto. O cliente dispunha de um terreno no centro da cidade. Estava localizado na extremidade de uma frente urbana em processo de renovação. O lote era ocupado por uma antiga moradia unifamiliar — uma situação anacrónica face à densificação do centro urbano. Pediu-nos um edifício em aço, numa referência direta às imagens que remetem para o seu imaginário industrial.


— Uma rara oportunidade de refletir e investigar sobre a construção em aço!

Desenvolveu-se um edifício de habitação multifamiliar constituído por cave e 5 pisos, com uma área total de construção de 1904,63m2. O terreno, com 3 frentes (nascente, sul e poente) , encontra-se na bifurcação da Alameda da Estação com a Rua Serafim Lima.

A geometria do lote tem a configuração de um trapézio, com 10m na frente do gaveto, cerca de 26m de extensão e 15,75m no confronto com o terreno vizinho norte. A mancha de implantação do edifício tem 306,5m2 e ocupa quase a totalidade da área do lote. O piso térreo recuado oferece duas galerias cobertas pelas varandas dos alçados nascente e poente que alarga o passeio público, recuperando a lição das arcadas das ruas medievais. Os elementos de composição acompanham os requisitos construtivos com objetividade de desenho. As frentes do edifício são formadas por uma grelha estrutural, de 2,75 x 3,50m, em perfis HEB 180.


Por razões da proporção de alçado e da regularização da composição geométrica em planta, dividiu-se a frente sul em dois alçados cegos recortados pelas galerias ao nível do passeio público.
No total são 16 frações, 15 habitações. O piso 0 é ocupado por duas habitações e um espaço comercial. Os pisos 1 e 2 têm a mesma organização, sendo compostos por 5 habitações. Do lado nascente, os pisos 3 e 4 são sucessivamente recuados, para reduzir a altura da frente de rua, em respeito pela altura máxima de 3 pisos da Rua Serafim Lima. Esta obrigação legal, permitiu a obtenção de extensos terraços para as maiores tipologias de habitação, organizadas em sistema de duplex.

A estrutura interior é construída em paredes e lajes de betão armado. As frentes nascente e poente são encerradas por uma caixilharia de alumínio de baixo perfil, equipada com vidros de controlo solar e ensobradas pela projeção das varandas. As superfícies verticais opacas da fachada são revestidas com um sistema ventilado de painéis de alumínio escovado sobre a camada de isolamento térmico constante de 10cm.

As coberturas planas misturam o conceito da cobertura plana convencional com o de cobertura invertida — uma camada de isolamento protege a membrana de impermeabilização, aderida sobre uma camada de isolamento térmico de base, eliminando o efeito de condensação nos tetos, e aumentando a longevidade da impermeabilização.

As condutas de instalações técnicas de ventilação, exaustão de fumos, foi deixada à vista na fachada nascente, revestidas com aço inox com brilho semelhante ao revestimento do edifício. As habitações têm pavimento de madeira de eucalipto no piso e gesso cartonado em paredes e tetos. Cozinhas, sanitários, corredores comuns e escadas, são revestidas com argamassa de microcimento. Os sistemas de climatização e aquecimento de águas são de alimentação elétrica compensados por painéis fotovoltaicos. O sistema de climatização é do tipo de expansão direta. A produção de águas quentes sanitárias é feita através de bomba de calor monobloco.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Casa RDS / Luiz Paulo Andrade Arquitetos

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Descrição enviada pela equipe de projeto. Da diplomacia à vida familiar contemporânea. Reinventando um projeto de Vanguarda, a Casa RDS passou por uma notável transformação, unindo história e modernidade em um projeto de reforma inovador. A residência foi originalmente projetada nos anos 1960, pelo arquiteto carioca Américo R. Campello, para ser a morada do Cônsul Britânico em São Paulo, e posteriormente adaptada a fim de ser o Consolado da Inglaterra na década de 1980. Atualmente, ressurge como um lar sofisticado para uma família do século XXI. O projeto de Campello, cuja estrutura foi considerada inovadora para a época, foi descaracterizado por conta de alterações ao longo dos anos. Nosso objetivo de projeto passou a ser reforçar a volumetria original, através da recuperação dos amplos e belos balanços, além de ampliar os espaços internos.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Casa MJ / majo | ArchDaily Brasil

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- Área:
250 m²
Ano:
2021
Fabricantes: Deca, Drenaltec, Luchi Esquadrias em Alumínio, Marmoraria Valinhos, Portobello, Solo Revestimentos, Teceart Móveis e Planejados

Descrição enviada pela equipe de projeto. Nossa casa foi pensada para ser muito mais do que apenas um local para viver; ela é uma extensão de quem somos. O conceito de integração entre os espaços foi um dos nossos maiores focos, permitindo uma convivência contínua e harmônica entre os ambientes internos e externos. Utilizamos materiais naturais, como a madeira, o concreto e o tijolo, que trazem autenticidade e aconchego ao projeto, sem perder o toque contemporâneo.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Casa Colibri / Estudio Libre MX

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- Área:
376 m²
Ano:
2025

Descrição enviada pela equipe de projeto. Localizada ao sul da Cidade do México, esta casa foi projetada com o objetivo de acolher encontros e eventos, oferecendo um espaço de convivência e lazer familiar, tendo a piscina como eixo central do projeto.

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