Arquitetura
Edifício PUQ Perdizes / UNA MUNIZVIEGAS

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- Área:
8622 m²
Ano:
2024

Descrição enviada pela equipe de projeto. Ao lado da PUC, tradicional universidade paulistana, o projeto se beneficia da dinâmica estudantil do bairro que oferece todas as qualidades da vida urbana: proximidade com o centro da cidade, infraestrutura de transporte público, comércio e serviços abundantes numa ocupação predominantemente residencial.

O terreno se situa em uma das tantas colinas de Perdizes e tem frente para duas ruas, porém abraçando alguns lotes que configuram a esquina. Assim, foi possível dar continuidade ao comércio local nas duas entradas que se acomodam em diferentes andares. O acesso principal é feito pela rua mais plana, com frente de lote maior.





O edifício é classificado na legislação de São Paulo como HMP (habitação de mercado popular), o que coerentemente exime a necessidade de garagens. Apartamentos de pequenos tamanhos permitem que moradores sem alta renda convivam num bairro privilegiado. Ao mesmo tempo, as áreas comuns se tornam mais importantes. Os espaços de uso coletivo foram agrupados no térreo elevado, acima das lojas, e a piscina com solário fica na cobertura. Desta cota é possível avistar o Pico do Jaraguá, referência geográfica e sentimental.

Um conjunto de moradias temporárias conformam os primeiros andares e usufruem de uma piscina própria localizada sobre a loja linear que se abre para a rua inclinada. Essa quinta fachada é paisagem para os moradores.



Os sistemas construtivos são radicalmente econômicos para todas as etapas da obra. A estrutura de concreto se torna visível nos planos horizontais das lajes, que se projetam além dos planos verticais, fazendo a proteção das fachadas.

Um elemento vazado cerâmico filtra a luz dos planos voltados a oeste, castigados pelo sol da tarde, nos dois acessos e na cobertura, que tem toda a espacialidade configurada por esse material, gerando uma unidade plástica ao conjunto. A cor do edifício dialoga com muitas construções do entorno, enfatizando a intervenção como continuidade urbana, como regra, mais que exceção.

Todos os apartamentos possuem varandas e o ritmo de cheios e vazios varia conforme o tamanho das unidades.


A intervenção se constitui como um trecho de cidade: conectando as duas ruas por dentro do lote, costurando os níveis, criando usos nas coberturas, frentes ativadas com comércio e concentrando as unidades na torre de 19 pisos.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
6 receitas para servir em casa
Celebrado em pleno verão no hemisfério sul, o Natal brasileiro pede pratos leves e refrescantes. Neste sentido, uma boa salada pode ajudar a compor o cardápio da ceia, além de ser uma opção mais saudável em meio aos tradicionais pratos natalinos. A seguir, confira algumas receitas de saladas, sugeridas por chefs, para servir em casa no dia 25 de dezembro.
1. Salada morna de bacalhau
Receita da chef Bella Masano, do restaurante Amadeus

- 500g de bacalhau;
- 250g de batatas cozidas;
- 4 rodelas de cebola roxa;
- 8 tomates-uva;
- 8 cebolinhas confitadas;
- 2 dentes de alho;
- Azeite extravirgem, o quanto baste;
- 2 folhas de couve;
- Óleo para fritar, o quanto baste;
- Flor de sal;
- Brotos de ervas, o quanto baste.
- Corte a cebola roxa e lave em água corrente. Em seguida, coloque de molho em água com gelo e reserve na geladeira;
- Lave a couve, seque e frite em óleo morno. Tenha atenção para a temperatura do óleo, se estiver muito quente, as folhas queimam e não ficam crocantes. Reserve em local seco;
- Cozinhe as batatas com a casca. Depois de cozidas, descasque, rale e reserve;
- Corte os tomates em quatro partes. Tempere com um fio de azeite e flor de sal. Reserve;
- Coloque uma colher de azeite em uma frigideira pré-aquecida e sele levemente o bacalhau;
- Transfira para uma assadeira e cubra com azeite. Adicione dois dentes de alho e cubra com papel alumínio;
- Leve ao forno em temperatura baixa (a menor do seu forno, o recomendado é 70ºC). Cozinhe por cerca de 25 minutos ou até que as lascas estejam se soltando;
- Separe as lascas e misture com a batata ralada e a cebola roxa;
- Coloque no centro do prato, em seguida, disponha os tomates-uva e as cebolinhas confitadas ao redor;
- Regue com uma colher do azeite da cocção das cebolinha e finalize com a couve crocante (opcional) e os brotos de ervas.
2. Salada Terramar
Receita da chef Gisela Schmitt, do restaurante Gastromar, em Paraty

Ingredientes – Base da salada
- 320 g de mix de minifolhas frescas (minialface crespa, frisée, baby romana, miniescarola. Escolha um mix bem bonito);
- 4 folhas grandes de couve manteiga (inteiras, para servir sob a salada, incrementando a apresentação);
- 80 g de cenoura laminada na mandolina, bem fina, quase transparente;
- 120 g de rabanete laminado na mandolina, bem fino;
- 80 g de tomates-cereja cortados ao meio;
- 120 g de mix de castanhas de sua preferência (caju, nozes, amêndoas, macadâmia…);
- 80 g de coco fresco ralado;
- 80 g de flores comestíveis ou pétalas.
Ingredientes – Frutos do mar
- 16 camarões grandes limpos (cerca de 320 g);
- 320 g de anéis de lula frescos.
Ingredientes – Molho, para servir já temperada
- 2 colheres (sopa) de mostarda dijon;
- 4 colheres (sopa) de azeite extravirgem;
- 2 colheres (sopa) de mel;
- Suco de 2 limões;
- Sal e pimenta-do-reino moída na hora.
Modo de preparo – Camarões branqueados
- Aqueça uma panela com água e sal;
- Mergulhe os camarões por 1 minuto, até mudarem de cor;
- Transfira para água com gelo;
- Escorra e reserve.
Modo de preparo – Lulas grelhadas rapidamente
- Aqueça uma frigideira grande com um fio de azeite;
- Grelhe os anéis por até 3 minutos, mexendo sempre;
- Tempere com sal, pimenta e algumas gotas de limão.
- Misture, em um bowl grande, as minifolhas, a cenoura, o rabanete, os tomates, o mix de castanhas e o coco fresco;
- Adicione metade das flores e tempere com o molho dijon, envolvendo delicadamente;
- Abra as folhas de couve e use-as como base para quatro porções;
- Divida a salada sobre as folhas e finalize com os camarões, as lulas e as flores restantes;
- Finalize com um fio de azeite, se desejar.
3. Salada 7 grãos
Receita do Gustavo Pereira, do buffet Partager Gastronomia

- 1 xícara de mix de 7 grãos, composto por: arroz agulhinha, arroz negro, trigo em grão, cevada em grão;
- Mix de 2 quinoas;
- Lentilha vermelha;
- 2 xícaras de água ou caldo de legumes;
- 50g de ervilha torta;
- 25g de avelã.
- Azeite a gosto;
- Sal a gosto;
- Salsinha a gosto;
- 1 colher de chá de vinagre de xerez;
- 1 colher de chá de xarope de bordo;
- 1 colher de chá de mostarda Djon;
- Suco de 1 limão;
- 1 colher de chá de Maple syrup;
- Pimenta do reino a gosto.
- Misture uma xícara de mix de 7 grãos com duas xícaras de água;
- Deixe cozinhar até os grãos ficarem macios, porém ainda levemente al dente (por volta de 35 minutos);
- Escorra o excesso de água, se houver, e reserve os grãos cozidos até que esfriem completamente. Reserve;
- Cozinhe as ervilhas tortas em uma panela com água e sal por 15 minutos, ou até ficarem al dente. Reserve;
- Pique as avelãs e a salsinha e corte as ervilhas tortas ao meio;
- Em uma tigela grande, misture os grãos já frios com as avelãs, ervilha torta e salsinha já picadas;
- Para temperar, adicione o azeite a gosto, o vinagre de xerez, o suco de um limão, a mostarda Djon, o xarope de bordo, o Maple syrup e ajuste o sal e a pimenta do reino a gosto. Misture tudo muito bem;
- Decore com flores comestíveis e brotos (opcional). Sirva frio.
4. Insalata di Natale
Receita do chef Jose Meireles, do Piccini Cucina

- 400g de mix de folhas;
- 100g de figo fresco;
- 100g de presunto de Parma bem fino;
- 150g de queijo brie em fatias;
- 30g de damasco ou uvas-passas;
- 30g de pistache ou castanha do Pará;
- 30g de nozes ou casta de caju;
- 2 unidades de laranja Bahia sem casca, só os gomos da laranja.
- 100g de frutas vermelhas;
- 50 ml de azeite extra virgem;
- Suco de um limão Siciliano ou Taiti;
- 5 folhas de hortelã;
- 15g de sal;
- Suco de uma laranja Bahia;
- Pimenta-do-reino a gosto.
Modo de preparo – Molho
- Em um liquidificador, colocar as frutas, o suco de limão, as folhas de hortelã, o suco de laranja, e o azeite, deixando bater até ficar um molho com brilho;
- Acrescenta o sal e a pimenta-do-reino a gosto.
Modo de preparo – Salada
- Monte a salada em uma louça do seu gosto, colocando primeiro as folhas;
- Sobre as folhas, acrescente o queijo brie, o presunto, o figo, a laranja, as castanhas e o damasco;
- Com a salada montada, finalize com o molho de frutas.
5. Insalata Luce
Receita do chef Julio Laudisio, do restaurante Luce Gastronomia

- 170g de mix de folhas suaves;
- 10g de nozes;
- 30g de pomodorino colorido (um mix de tomates sweet grape amarelo e vermelho);
- 1 unidade de figo;
- 50g de stracciatela;
- 50 ml de molho agridoce.
Ingredientes – Molho Agridoce
- 200 ml de molho shoyu;
- 75g de mostarda Djon;
- 80g de açúcar;
- 75 ml de azeite.
Modo de preparo – Molho Agridoce
- Em um liquidificador, adicione o molho shoyu, a mostarda Djon, o açúcar e o azeite;
- Bata tudo em alta velocidade até obter uma mistura homogênea;
- Prove e ajuste os temperos, se necessário;
- Transfira o molho para um recipiente e utilize conforme desejado.
Modo de preparo – Salada
- Em uma tigela, adicione as folhas suaves e o molho agridoce. Misture suavemente até que as folhas estejam bem envoltas no molho;
- Disponha a mistura de folhas em um prato fundo;
- Acrescente os pomodorinos coloridos sobre as folhas;
- Finalize o prato com as nozes, o figo fatiado e a stracciatela.
6. Salada Thai
Receita da chef Lidiana Barbosa, do Salvi Café e Cozinha.

- 100g de camarão-rosa;
- 0,060g de arroz de coco ou padrão;
- 0,040g de molho thai;
- 0,10g de tomate-cereja in natura;
- Cebolinha a gosto;
- Salsinha a gosto;
- 0,010g de azeite extra virgem;
- 0,010g de páprica doce;
- Sal a gosto;
- 0,020g de óleo de coco extra viagem;
- 0,040g de mix de folhas;
- 0,020g de suco de limão.
Ingredientes – Molho Thai
- 0,200g de caldo de legumes;
- 10g de açúcar mascavo;
- 10g de azeite;
- 10g de cebola in natura;
- 5g de gengibre in natura;
- 5g de alho in natura;
- 20g de suco de limão;
- 150g de tomate assado;
- 10g de vinagre;
- 10g de óleo de girassol;
- Sal a gosto;
- 20g de leite de coco em pó.
Modo de preparo – Molho Thai
- Corte a cebola e alho bem picados; coloque em uma panela azeite e óleo e doure a cebola e alho; deixe ferver;
- Acrescente o restante dos ingredientes e mexa até ficar uma textura homogênea e cremosa.
Modo de preparo – Salada
- Tempere o camarão com páprica doce, sal marinho e suco de limão;
- Em uma saltese, refogue com óleo de coco o camarão; coloque arroz de coco no prato; coloque mix de folhas no prato; adicione os camarões; adicione molho thai e finalize com azeite de oliva.
*A salada rende uma porção e o molho 1 kg.
Arquitetura
Residencial Irwell Hill / MVRDV

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Ano:
2025

Descrição enviada pela equipe de projeto. O design pixelado da fachada criado pela MVRDV traz variedade e identidade para torres modulares pré-fabricadas em Cingapura. Na Irwell Bank Road, duas torres residenciais de 36 pavimentos foram concluídas, apresentando uma fachada vibrante e pixelada assinada pela MVRDV. Partindo da proposta altamente eficiente, pré-fabricada e modular desenvolvida pelo escritório cingapuriano ADDP Architects, a fachada matizada da MVRDV acrescenta vivacidade à aparência externa dos edifícios e destaca os espaços verdes comunitários no 24º andar e na cobertura. O projeto é o mais recente na obra da MVRDV a demonstrar que eficiência e custo-benefício podem conviver harmoniosamente com caráter e individualidade.


Desenvolvido pela City Developments Limited (CDL), uma das principais empresas de capital aberto do setor imobiliário em Cingapura, o Irwell Hill Residences marca a estreia da MVRDV em uma colaboração na área central da cidade. O empreendimento foi projetado pelo escritório local ADDP Architects utilizando a técnica de construção volumétrica pré-fabricada e pré-finalizada (PPVC), na qual módulos inteiros — incluindo superfícies acabadas e fachadas — são produzidos em fábrica e montados no local como peças empilhadas. A PPVC é amplamente adotada em Cingapura.

Essa técnica reduz a intensidade do trabalho no canteiro, o número de operários necessários e o tempo total de obra — fatores valiosos para minimizar interferências em um ambiente urbano denso. Também diminui o desperdício e reduz as emissões de carbono associadas à construção, ao demandar menos transporte, equipamentos e operações de campo. Diante desses benefícios, a Autoridade de Construção e Edificações do país estabeleceu regulamentações, diretrizes e programas de acreditação voltados ao avanço de métodos que elevam a produtividade no setor.


No entanto, a PPVC costuma resultar em fachadas repetitivas e monótonas. Por isso, a MVRDV foi convidada a acrescentar um elemento de design que conferisse identidade e apelo visual às torres, criando a ilusão de variedade mesmo dentro de uma planta-tipo repetida. O escritório aproveitou as características do sistema PPVC para criar uma fachada “pixelada”, em que cada módulo pré-fabricado corresponde a um pixel. Alguns módulos são recuados ou avançados com o uso de estruturas metálicas, configurando diferentes tipos de sacadas e adicionando profundidade e dinamismo ao conjunto. Esse relevo, combinado a uma paleta de dourado e marrom-escuro, compõe um padrão abstrato inspirado nas formas orgânicas de plantas trepadeiras.

“Nas últimas décadas, Cingapura se mostrou uma cidade de incrível inovação em arquitetura e urbanismo”, afirma Nathalie de Vries, parceira fundadora da MVRDV. “A cidade mais uma vez demonstra liderança na construção modular, colhendo os benefícios da PPVC na redução de resíduos, de emissões de carbono e de impactos na vida urbana. Com o Irwell Hill Residences, em parceria com a ADDP Architects, buscamos dar o próximo passo nessa trajetória de inovação: um projeto PPVC que prioriza variedade e qualidade de vida.”

O padrão pixelado também destaca as áreas comunitárias do edifício, marcadas pela vegetação exuberante típica de Cingapura. No 24º andar, um jardim suspenso com cerca de quatro pavimentos de altura cria um espaço generoso de convivência; no topo das torres, o Irwell Sky oferece um ambiente mais intimista para encontros sociais. Nesses trechos, a rígida malha de pixels individuais se flexibiliza, com molduras de tamanho duplo ou triplo que revelam as árvores e plantas no interior.

Graças à construção de alta qualidade e baixo desperdício possibilitada pela produção fabril, a PPVC é, por natureza, uma técnica mais sustentável e está alinhada ao Green Plan 2030 de Cingapura. No entanto, a redução de resíduos só se traduz em sustentabilidade real quando o edifício faz uma contribuição duradoura e significativa à vizinhança — garantindo sua longevidade. O design de fachada criado pela MVRDV para o Irwell Hill Residences cumpre esse papel, demonstrando que uma abordagem pragmática também pode ser interessante, diversa e vibrante.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Centro Infantil e Esportivo Parc des Loges / HEMAA

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Descrição enviada pela equipe de projeto. Fundado em 2018 por Charles Hesters e Pierre Martin-Saint-Etienne, o HEMAA é um escritório de arquitetura que adota uma abordagem contextual e pautada pela sobriedade, profundamente enraizada no mundo vivo. Cada projeto nasce de uma leitura cuidadosa do entorno, buscando equilíbrio entre natureza, uso e materialidade. Em Évry-Courcouronnes (Grande Paris, França), o Centro Infantil e Esportivo Parc des Loges traduz plenamente essa filosofia: uma composição delicada, guiada pela paisagem e construída com materiais de origem biológica e geológica, resultando em um equipamento público aberto, generoso e sustentável.

Uma arquitetura com raízes profundas — Perfeitamente integrado à topografia natural do terreno, o projeto acompanha o desnível sem modificações artificiais. Cinco volumes — creche, escola primária, espaço para profissionais de cuidados infantis, refeitório e arquibancada esportiva — organizam-se ao redor de um pátio-jardim central, protegido da rua, mas aberto para a paisagem. Conectados por passarelas envidraçadas e leves, esses volumes autônomos favorecem a entrada de luz natural, criam vistas cruzadas e fortalecem a relação com o ambiente vivo. Em referência aos materiais característicos do parque, as fachadas são feitas de taipa e os interiores são inteiramente estruturados em madeira.

Caminhos serpenteiam entre as novas árvores plantadas, prolongando naturalmente a escola dentro do parque. O jardim infantil transforma-se em uma floresta domesticada, plantada com carvalhos, freixos, bordos e olmos, pontuada por uma clareira que convida ao brincar livre. Inspirado na filosofia Waldkindergarten, o projeto oferece uma visão lúdica e imersiva do aprendizado — profundamente conectada à natureza e ao mundo vivo.

Materiais orientados pela sobriedade — Todo o projeto segue uma rigorosa abordagem ambiental. Os 665 m³ de terra estruturante utilizados nas fachadas — equivalentes a 1.330 m² de paredes com 50 cm de espessura — foram extraídos das escavações do metrô Grand Paris. Isoladas com lã de cânhamo, essas paredes preservam a respirabilidade natural da taipa. Os telhados verdes (com 15 a 20 cm de substrato) melhoram o conforto térmico e auxiliam na gestão natural da água. Brises ajustáveis e beirais profundos regulam a incidência solar de forma passiva. A orientação do edifício aproveita a luz do inverno e favorece a ventilação natural no verão. A vegetação abundante e diversa reduz o efeito de ilha de calor urbana e fortalece a biodiversidade local.


A combinação entre madeira e taipa resulta em uma arquitetura suave e enraizada, definida por formas geométricas simples. Em uma comunidade trabalhadora, onde muitas crianças não deixam a cidade durante as férias escolares, o centro infantil busca ser ao mesmo tempo um lugar de aprendizagem e um espaço de escape. A taipa — um material vivo e respirável — convida ao toque e cria um ambiente singular para crianças que crescem em uma cidade majoritariamente construída em concreto. A madeira, quente e tátil, define os interiores e a estrutura. Na base do edifício, um concreto texturizado de baixo carbono, intercalado por painéis envidraçados na altura infantil (60 cm), combina resistência, luz natural e privacidade.

Um equipamento compartilhado — O complexo esportivo estende naturalmente essa linguagem arquitetônica. Sua arquibancada para 300 pessoas, cuidadosamente orientada, garante conforto visual ideal. A cobertura suavemente inclinada desce em direção à área de lazer, preservando luz e vistas nos pátios. Integrado ao conjunto, o complexo reforça a ideia de um espaço público compartilhado, intergeracional e aberto, no coração da cidade.

Fonte: Archdaily
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