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Edson Celulari dirige seu primeiro longa e contracena com a esposa
LEONARDO VOLPATO
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O excesso de intimidade entre duas pessoas pode influenciar no resultado de um trabalho? A atriz Karin Roepke, 44, acha que sim. E a influência é das mais positivas. “A gente se conhece tanto que tudo vira meio caminho andado. Nos entendemos no olhar”, diz. Ela e o marido, Edson Celulari, 67, estão juntos no filme “Área de Risco”.
Trata-se do primeiro longa que ele dirige e produz. O artista, com 50 anos de carreira, também atua ao lado da esposa, e já faz planos de novas parcerias. “Já temos uma filha de 3 anos [Chiara], mas nossos próximos filhos serão peças, séries, tudo junto”, diz Celulari, indicando que mais trabalhos em família estão por vir.
O filme “Área de Risco” teve seus direitos vendidos à TV Globo para duas exibições, e foi calorosamente recebido pelo público no Festival de Gramado, dias atrás. Criado e filmado durante a pandemia, o longa, segundo Celulari, pode aumentar seu poder de alcance. Ele conta que já há conversas com streaming e com distribuidores para, quem sabe, exibi-lo no cinema.
“É difícil dirigir e atuar ao mesmo tempo, e talvez daqui para frente eu opte apenas pela direção. Mas tudo entra num novo pacote que é o de realizar. Enquanto eu conseguir não tropeçar nos móveis e decorar meus textos direitinho, vou continuar realizando. Estou cheio de sonhos”, reflete Celulari.
O suspense “Área de Risco” se desenvolve a partir de um desastre ambiental que envolve uma empresa ligada ao passado do engenheiro Walter (Celulari). Enquanto as notícias ganham os holofotes, incidentes cada vez mais suspeitos começam a ocorrer na casa do engenheiro, onde ele, a mulher, Ana (Karin) e um casal de amigos estão isolados.
No enredo, Ana, papel de Karin, começa a suspeitar do próprio marido. Já na vida real, ela brinca que é tudo diferente. “Misturamos vida pessoal com profissional, fazemos tudo junto. Levamos trabalho para casa, conversamos sobre isso o tempo todo. É pressão, mas ainda tem que chegar em casa e dormir junto na mesma cama (risos). Fortalece a relação”, diz.
“Trabalhar com ela é ótimo e não tem tempo para desavenças, sem climão, biquinhos ou monotonia”, reforça o diretor. Ana e Celulari estão juntos há 15 anos, e com a relação formalizada desde 2017.
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Neymar causa burburinho ao curtir post com fotos de Bruna Marquezine
Neymar Jr. movimentou as redes sociais nesta segunda-feira (15) ao curtir uma publicação em que Bruna Marquezine aparece. O post foi feito pelo influenciador Lucas Guedez, que compartilhou fotos da festa de 30 anos e mostrou registros ao lado da atriz, ex-namorada do jogador.
Após a repercussão, Neymar retirou a curtida do post, mas prints da interação já circulavam entre internautas.
[Legenda]© Reprodução- Instagram
O relacionamento de Neymar e Bruna foi marcado por idas e vindas entre 2013 e 2018. Atualmente, a atriz está solteira desde o fim do namoro com o ator João Guilherme, com quem mantém amizade.
Neymar é casado com a modelo Bruna Biancardi, com quem tem duas filhas: Mavie, de 1 ano e 10 meses, e Mel, de 2 meses. Ele também é pai de Davi Lucca, de 14 anos, e Helena, de 1 ano.
Fonte: Notícias ao Minuto
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Estátua de Preta Gil é inaugurada em Copacabana ao lado da de Gilberto Gil
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A memória de Preta Gil (1974-2025) ganhou um novo capítulo nesta segunda-feira (15), quando a orla de Copacabana recebeu uma estátua da artista em frente ao tradicional Copacabana Palace.
A escultura foi instalada ao lado da imagem de Gilberto Gil, pai da cantora, eternizando na paisagem carioca a ligação entre os dois e sua contribuição para a música brasileira.
O monumento é fruto de uma mobilização dos fãs, que pediram para que Preta também fosse lembrada no espaço. A homenagem foi organizada pelo quiosque Areia MPB, administrado pela Orla Rio, o mesmo responsável por erguer a estátua de Gilberto Gil em 2023. A escolha do local também não é por acaso: o ponto fica próximo à residência do cantor, reforçando a ligação da família com a cidade.
Preta Gil morreu em julho deste ano, aos 50 anos, vítima de complicações de um câncer no intestino. A perda abalou o meio artístico e o público, que desde então tem promovido uma série de tributos para manter viva sua trajetória.
Recentemente, o trajeto oficial dos megablocos do Rio foi rebatizado como “Circuito Preta Gil”, reconhecimento à sua forte presença no Carnaval carioca.
Na carreira musical, Preta começou relativamente tarde, aos 29 anos, após atuar como produtora e publicitária. Seu álbum de estreia, “Prêt-à-Porter” (2003), trouxe sucessos como “Sinais de Fogo”, composta por Ana Carolina, e marcou sua chegada ao cenário nacional. Ao longo dos anos, consolidou-se como uma artista defensora da diversidade e da liberdade de expressão, além de se tornar símbolo de representatividade e alegria nos palcos.
“A estátua da Preta nasceu de um pedido dos próprios fãs, que queriam vê-la eternizada ao lado da de seu pai. Para nós, é uma honra atender a esse desejo e transformar o Quiosque Areia em um espaço de memória e afeto. Mais do que uma homenagem, é um símbolo da força da música brasileira e da conexão entre gerações”, afirmou Bruno de Paula, sócio do Areia MPB.
Na inauguração da estátua, o clima foi de emoção. Para os organizadores, o gesto é mais do que um marco cultural, é também uma forma de manter viva a memória de uma artista que sempre buscou transformar afetos em música.
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Me sentindo estranha, diz Deborah Secco sobre baixa autoestima
RIO DE JANEIRO, SP (FOLHAPRESS) – Deborah Secco acordou se sentindo estranha no fim de semana. “Nem feia nem bonita, só estranha mesmo”, disse a atriz em um vídeo postado em sua conta no Instagram, no qual narra um dia em que sua autoestima esteve abalada.
A atriz, aparentemente no quarto de casa (ou no closet), fez um desabafo e deixou uma mensagem positiva a seus mais de 26 milhões de seguidores. Ela contou que a sensação de que estava num dia ruim, “com a cara meio amassada, o cabelo entre o revoltado e o cacheado, uma espinha querendo nascer no meu queixo para fazer network” não a impediu de cumprir seus compromissos.
“A autoestima não é constante, ela some sem avisar”, continuou a atriz, que em seguida contou o que fez para lidar com a sensação de que não estava bem: se arrumou “para fingir que estava tudo sob controle” e saiu, “meio improvisada, meio segura, meio tanto faz”.
Um elogio no elevador fez com que tudo mudasse, o que a levou a refletir sobre a importância de seguir em frente, mesmo em dias ruins. “Autoestima é gostar da gente mesmo nesses dias, a beleza de verdade é a coragem de continuar se olhando com carinho, com amor”, finalizou.
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