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Para o curador Marcello Dantas, o que define o trabalho de Eva é o talento de criar, com as próprias mãos, ilusões de um mundo imaginário. “A floresta, para Eva Jospin, é mais que uma representação da natureza. É um lugar simbólico, onde o mistério, o inesperado e a transformação acontecem. Como nos contos antigos, suas florestas são territórios onde nos perdemos para nos reencontrar”, afirma.
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Fonte: Casa Vogue

