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Equilibrando seu chi em 2026: revelamos 6 maneiras de fazer isso

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Todo ano traz uma vibração diferente, e equilibrar o chi em nossa casa deveria ser um dos nossos propósitos. Não é só o calendário que muda: muda também a energia com a qual nos movimentamos, tomamos decisões e habitamos nossos espaços. 2026 não é exceção. Sob a ótica do Feng Shui, este ano se apresenta como um período de transição ativa — não tão introspectivo quanto os ciclos anteriores, mas também não totalmente expansivo. É um ano que pede consciência, ajustes sutis e uma relação mais madura com a energia que nos cerca.
Equilibrar o chi em 2026 não significa controlá-lo nem forçá-lo, mas aprender a lê-lo. Entender quando avançar, quando sustentar e quando soltar. E, sobretudo, como acompanhar esses movimentos a partir do espaço que habitamos e da nossa rotina.
Movimento com direção
A fluidez do seu espaço é uma forma de equilibrar a sua energia. Projeto do escritório Guá Arquitetura
Filippo Bamberghi
O Ano Novo Chinês de 2026 é regido pelo Cavalo de Fogo, uma combinação que fala de impulso, vitalidade, velocidade e desejo de mudança. O cavalo simboliza movimento, independência e a busca por novos horizontes, enquanto o elemento fogo intensifica a ação, a paixão e a necessidade de expressão.
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Essa energia pode ser profundamente transformadora se for bem canalizada, mas também exaustiva se não estiver equilibrada. Em 2026, o chi tende a se acelerar um pouco e a se dispersar com facilidade. Por isso, o grande desafio do ano não é ativar a energia, e sim aprender a contê-la, direcioná-la e mantê-la sem sair queimado.
Âncoras de energia
As pausas visuais na decoração da sua casa também são um descanso para a sua energia. Projeto asisnado por Ana Toscano
Mark Seelen
Em um ano dominado pelo movimento do Cavalo e pela intensidade do fogo, o lar precisa oferecer pontos de estabilidade — espaços que convidem à pausa, à desaceleração e ao retorno ao centro.
O Feng Shui recomenda fortalecer áreas-chave da casa onde o corpo e a mente possam descansar dos estímulos. Não se trata de imobilizar a energia, mas de lhe dar um lugar para se assentar. Tecidos agradáveis, móveis com boas proporções e uma distribuição que favoreça a permanência ajudam a evitar que o chi se disperse.
Em 2026, os eclipses marcarão momentos de mudança abrupta ou de revelação. Ter em casa um espaço que funcione como refúgio emocional permite processar esses movimentos com mais clareza e menos desgaste.
Acompanhar a energia do Universo
A energia do Universo influencia a energia da sua casa. Residência de Benedikt e Lauren Taschen na Califórnia
Mark Seelen
2026 nos lembra que o equilíbrio não é estático, mas cíclico. As luas cheias, luas novas e os eclipses são pulsações que afetam tanto o estado emocional quanto a energia dos espaços.
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Equilibrar o chi implica aprender a se sincronizar com esses momentos — não a partir da obsessão, mas da observação. Durante as luas novas, por exemplo, o chi se torna mais introspectivo; é um bom momento para reorganizar, limpar ou redefinir intenções. Já as luas cheias intensificam a energia e podem gerar saturação se o espaço não estiver preparado.
Em um ano regido pelo fogo, essas fases são sentidas com mais intensidade. Por isso, ajustar a iluminação, a ventilação e o uso dos ambientes de acordo com o momento do mês ajuda a manter o equilíbrio energético.
Controlar o excesso de estímulos
Uma casa com muitos objetos de decoração, móveis ou luzes se torna estimulante demais e não permite o descanso. Projeto de Lucas Jimeno Dualde
Fran Parente
Um dos maiores desequilíbrios do chi em 2026 vem do excesso. O Cavalo de Fogo impulsiona a fazer mais, ir mais rápido e ocupar cada espaço disponível. Mas o Feng Shui lembra que a energia precisa de pausas para se renovar.
Equilibrar o chi neste ano implica revisar quanto estímulo cada ambiente recebe. Espaços visualmente saturados, com excesso de cores, texturas ou tecnologia, tendem a sobrecarregar o sistema nervoso. O resultado é uma sensação constante de cansaço, até mesmo dentro de casa.
Reduzir não significa eliminar tudo, e sim escolher melhor. Permitir que os ambientes respirem, com pausas visuais e áreas de calma, faz com que a energia se regenere de forma natural. Em um ano tão ativo, essa regulação é essencial.
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Relação entre interior e exterior
Conectar o interior com o exterior é uma forma de equilibrar o chi. Apartamento do arquiteto Guto Requena
Fran Parente
O cavalo simboliza liberdade, deslocamento e conexão com horizontes distantes. Em 2026, o chi se beneficia enormemente quando o lar mantém uma relação saudável com o exterior. Janelas abertas, vistas desobstruídas e plantas que se conectam ao ciclo natural ajudam a evitar que a energia se estanque ou se torne excessivamente reflexiva.
O ano de 2026 será marcado por eventos que nos lembram da nossa relação com o cosmos; levar essa consciência para a vida cotidiana fortalece o fluxo do chi. Uma casa fechada, desconectada do exterior, pode intensificar a sensação de pressão interna trazida pelo fogo. Abrir, ventilar e olhar para fora ajuda a equilibrar essa intensidade.
Organizar a energia
A ordem é sempre um caminho para o equilíbrio do chi. Apartamento da escritora Yvonne Bailey-Smith
Henry Roy
Para equilibrar o chi em 2026, é preciso se conectar com a intenção. O fogo precisa de direção; caso contrário, consome a si mesmo. Para o Feng Shui, os espaços refletem nossas prioridades e nosso propósito. Quando eles não estão claros, a energia se dispersa.
Revisar quais áreas da casa representam trabalho, descanso, relações e crescimento pessoal ajuda a organizar a energia do ano. Não se trata apenas da distribuição física: um espaço que não cumpre uma função clara se transforma em um ponto de fuga energética.
A energia da sua casa se reflete no seu estado emocional. Projeto da designer Roxana Picado
Filippo Bamberghi
Equilibrar o chi em 2026 não é algo que se alcance de uma vez por todas. É uma prática constante, um diálogo entre o movimento do ano e as nossas próprias necessidades. O Cavalo de Fogo nos impulsiona para a frente, mas o Feng Shui nos lembra da importância de saber quando parar.
Neste ano, mais do que grandes mudanças, o que se pede é atenção. Atenção a como a casa se sente, a como o corpo responde, a como a energia se manifesta no dia a dia. Ajustar, observar e reajustar será a chave. Quando o chi está equilibrado, ele não parece forçado — parece natural. E, em um ano tão dinâmico quanto 2026, esse equilíbrio se torna um dos maiores atos de cuidado pessoal e espacial que podemos praticar.
*Matéria originalmente publicada na Architectural Digest México
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Fonte: Casa Vogue

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Mercedes-Benz terá bairro residencial de luxo com 12 edifícios em Dubai

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A montadora Mercedes-Benz terá seu primeiro bairro residencial de luxo em Dubai, nos Emirados Árabes. O projeto Binghatti City reunirá, assinado em parceria com a incorporadora Binghatti, terá 13 mil apartamentos distribuídos em 12 torres, com design inspirado na identidade visual da marca de automóveis.

O nome Vision Iconic foi escolhido para a torre central, que tem 341 metros de altura e define o skyline em efeito cascata. O empreendimento aposta em acabamentos cromados, tons de preto e prata. Os interiores combinam a sofisticação minimalista e materiais nobres como madeira e couro.

Com uma extensão de mais de 930 mil m², o bairro de luxo fica situado na região de Meydan e está em fase de construção. O Binghatti City é projetado para ser concluído em fases, com previsão de entrega total até 2029.

O complexo contará ainda com áreas culturais, instalações esportivas e centros comerciais, permitindo uma vida autossuficiente aos moradores.

Mercedes-Benz terá bairro residencial de luxo com 12 edifícios em Dubai — Foto: Divulgação
Mercedes-Benz terá bairro residencial de luxo com 12 edifícios em Dubai — Foto: Divulgação

Mercedes-Benz terá bairro residencial de luxo com 12 edifícios em Dubai — Foto: Divulgação
Mercedes-Benz terá bairro residencial de luxo com 12 edifícios em Dubai — Foto: Divulgação



Fonte: Casa Vogue

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Por dentro de rancho de luxo de R$ 63 milhões em Montana

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Uma mansão em estilo rancho em Montana, nos Estados Unidos, surpreende pelos interiores espaçosos. Vendida recentemente por 12 milhões de dólares (R$ 63 milhões, em valores convertidos na cotação atual), a casa está situada em um terreno de 52,4 hectares às margens do rio Rock Creek, um riacho de trutas, ideal para pesca.



Fonte: Casa Vogue

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Casa MD / Oficina de Projetos Oba (OPO)

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Casa MD / Oficina de Projetos Oba (OPO)  - Fotografia de Exterior, Janela, Fachada
© Pedro Vannucchi

Casa MD / Oficina de Projetos Oba (OPO)  - Fotografia de Exterior, Janela, Porta, FachadaCasa MD / Oficina de Projetos Oba (OPO)  - Fotografia de Interiores, Cozinha, Cadeira, Mesa, BancadaCasa MD / Oficina de Projetos Oba (OPO)  - Fotografia de Interiores, Cozinha, Mesa, Janela, VigaCasa MD / Oficina de Projetos Oba (OPO)  - Fotografia de Interiores, Sala de Estar, Sofá, Madeira, Cadeira, JanelaCasa MD / Oficina de Projetos Oba (OPO)  - Mais Imagens+ 27