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Descrição enviada pela equipe de projeto. O projeto é concebido como uma obra arquitetônica de ressonância — um lugar onde a arte é criada, exibida e vivenciada. Buscamos estabelecer um ambiente em que histórias possam ser contadas, em que cada obra encontre sua própria luz e em que cada exposição tenha liberdade para se configurar.

Uma composição de volumes geométricos – O edifício é formado por múltiplos volumes geométricos articulados em um conjunto coeso. Essa composição define a estrutura geral e, ao mesmo tempo, cria uma percepção espacial em camadas, expressa na relação entre cheios e vazios na fachada. Dentro da massa principal, de caráter ortogonal, insere-se um volume curvo que atua como forte acento arquitetônico, gerando contraste visual com as formas retas e angulares e atraindo o olhar.


Conduzindo a percepção visual por eixos diagonais – O espaço expositivo é pensado como um percurso, moldado não apenas pelas obras, mas também pela estrutura espacial que as abriga. Para criar eixos visuais, plataformas baixas são integradas às paredes divisórias, orientando sutilmente o visitante entre diferentes zonas e abrindo uma sequência contínua de descobertas visuais. A alternância entre espaços amplos e mais estreitos, entre linhas retas e curvas, transforma o percurso em uma experiência de múltiplas perspectivas.

Luz – O projeto valoriza intensamente a iluminação natural, complementada por luz artificial. A luz atua tanto como elemento de orientação no espaço quanto como recurso para potencializar as qualidades das obras expostas. No fim, não se trata de um espaço expositivo estático, mas de uma jornada arquitetônica dinâmica — na qual a própria forma e a estrutura assumem um papel essencial na narrativa da arte.

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Fonte: Archdaily

