Arquitetura
Equipamento Multiuso Miragem / BUZZ/ Büro Ziyu Zhuang

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Descrição enviada pela equipe de projeto. O projeto está situado na cidade de Zhangjiakou, China. Seu conceito parte da transformação delicada e da regeneração funcional de uma ponte de concreto abandonada no local. Tendo a “miragem” como metáfora, o projeto — respeitando a memória do lugar — cria uma forma espacial que evoca simultaneamente desaparecimento e transitoriedade, por meio de estratégias de baixa intervenção, estabelecendo uma coexistência dialética entre arquitetura e natureza, tradição e modernidade.


O projeto busca, antes de tudo, reconstruir a ordem visual para resolver o problema da ponte original, que dividia a paisagem entre céu e terra. O novo volume adota um pavimento elevado e um sistema de cobertura leve, assumindo uma postura flutuante que elimina a sensação de opressão sobre o solo. Ele se estende ao longo da textura ondulante dos campos de trigo, revelando uma presença quase invisível. O reflexo espelhado da fachada envidraçada e a ressonância dinâmica das molduras brancas desfazem a fronteira entre arquitetura e paisagem, transformando a casa em uma grande instalação espacial integrada à mata e promovendo uma integração orgânica com o local.



O sistema externo “pixelado” constitui uma estratégia essencial para equilibrar o volume edificado e a ressonância de texturas. A fachada envidraçada garante transparência espacial, enquanto as molduras metálicas brancas em múltiplas camadas suavizam as arestas, decompondo seu volume em um conjunto de linhas virtuais. Essa solução não apenas ecoa a natureza “pixelada” dos campos de trigo e dos botões de flores na vegetação, como também atua como um “marco espacial”, conectando a vegetação em escala macro à vida cotidiana em escala micro. Ao mesmo tempo, dissolve visualmente o peso dos pilares da ponte original, incorporando-os ao ambiente como parte do todo. À noite, com a iluminação linear acesa, o volume se transforma em um aglomerado de pontos luminosos que repousa sobre o horizonte, preservando a atmosfera da paisagem noturna selvagem.


O projeto respeita integralmente a memória do local e a experiência dos usuários, preservando a estrada original sob a ponte para que os moradores mantenham suas rotas tradicionais de deslocamento e, assim, a continuidade material da memória rural. A variação gradual da altura da laje do piso correspondente à ondulação do terreno e dos campos de trigo em ambos os lados, cria uma diversidade de espaços — alguns tão amplos quanto a mata, propícios a encontros e contemplação de paisagens distantes; outros tão suaves quanto encostas gramadas, permitindo interação próxima com os cultivos de trigo e cenas cotidianas, como uma pausa para café. Essa intervenção mínima desperta a memória dos usuários sobre o lugar e promove conforto emocional.


O projeto traduz profundamente a cultura nômade e os atributos de mercado da região, definindo o ciclo de vida da edificação com adaptabilidade e mobilidade. O interior integra múltiplas funções, como exposições culturais e criativas, café e refeições leves, e terraços na cobertura. Nos finais de semana, ele abriga atividades transitórias como mercados de campo e exposições de arte; após os eventos, o espaço retorna à tranquilidade com funções básicas mantidas.



Essa alternância entre movimento e quietude transforma a edificação em um contêiner flexível para encontros efêmeros. Por meio de construção leve, texturas e uma narrativa em camadas, o equipamento devolve vitalidade a um espaço abandonado, integrando-se à dialética entre transitoriedade e permanência, e tornando-se um elemento arquitetônico capaz de interpretar o espírito contemporâneo da região.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Norman Foster assina o ambicioso projeto do Museu Nacional Zayed, nos Emirados Árabes
A textura exterior evoca a topografia da montanha Jebel Hafeet, que se estende pela fronteira entre os Emirados Árabes Unidos e Omã. No interior, mais de 300.000 anos de história se desdobram em seis galerias, onde descobertas extraordinárias do Paleolítico, Neolítico, Idade do Bronze e Idade do Ferro lançam luz sobre a vida e os costumes das primeiras comunidades da região. “Começamos a trabalhar na coleção há 12 anos”, diz Moaza Matar, diretora interina do Departamento de Conservação e Gestão de Coleções do museu. “Do bivalve rudista, um molusco fossilizado com mais de 70 milhões de anos, a um passaporte usado durante a Expo 2020 Dubai, cada peça representa um fragmento da rica e fascinante história do país.”
Arquitetura
Casa 720° / Fernanda Canales

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Descrição enviada pela equipe de projeto. O projeto tem origem em um pátio central e nas formas pelas quais os mundos interior e exterior podem interagir entre si. Concebida como um relógio solar que registra a passagem do tempo, essa casa autônoma é muitas casas em uma só: durante o dia, emoldura uma montanha e um vulcão, abrindo-se para vistas variadas ao longo do perímetro externo do círculo; à noite, volta-se para o interior, organizando-se em torno de um pátio circular.

Arquitetura
Como aproveitar a energia da era de Peixes em 2026
2026 será um ano em que muitas pessoas sentirão uma maior necessidade de refúgio, silêncio, introspecção e calma. Não é um ciclo que impulsione a ação frenética, mas um que convida a escutar, a perceber e a se deixar envolver por todas as coisas que não podem ser explicadas, aceitar sua presença e como nos afetam. Nosso lar deve se tornar um lugar onde a energia pisciana possa se expressar com harmonia na era de Peixes; assim, evitaremos ciclos de confusão e desconforto, inclusive mau humor.
Peixes não se dá bem com o artificial em excesso. A energia de Peixes busca autenticidade, suavidade e conexão com a natureza. No design de interiores de 2026, para aproveitar essa energia, opte por materiais que transmitam vida: madeiras com veios visíveis, tecidos naturais, cerâmicas imperfeitas, pedras que conservam sua textura. Esses materiais não apenas trazem aconchego visual, como conectam com o exterior de forma natural.
Fonte: Casa Vogue
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