Arquitetura
Escola Gradignan / Ateliers Mathieu Laporte + Fagart & Fontana

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Um complexo escolar enraizado em seu contexto local
O complexo escolar está localizado no coração de Gradignan, cidade no sudoeste da França, próxima a Bordeaux, inserida no conceito de “cidade-parque”. Situa-se no ponto de encontro entre o Parc du Repos Maternelle e um novo bairro residencial. Concebido como um espaço para a vida cotidiana em escala infantil, o projeto articula integração paisagística, ambição educacional e construção sustentável.

Ao longo das décadas, Gradignan foi moldada em torno de uma rede de parques que estrutura a vida cotidiana de seus moradores. Essa identidade singular constitui o ponto de partida do projeto. A escola integra-se naturalmente ao entorno por meio de dois grandes telhados de zinco que se cruzam, oferecendo proteção generosa tanto aos espaços internos quanto aos externos.


Inspirada nas construções tradicionais, essa linguagem arquitetônica dá origem a uma edificação reconhecível, familiar e acolhedora. Perfeitamente adequada ao universo da infância, ela mantém um diálogo estreito com a paisagem circundante.

Uma disposição clara e acolhedora
O projeto organiza-se em torno de dois telhados complementares. Um telhado longo e baixo acompanha suavemente a profundidade do terreno a partir da Avenue Charles-et-Émile-Lestage e abriga a escola de educação infantil. Um segundo telhado, perpendicular e mais elevado, conecta o novo bairro ao parque e abriga a escola primária e o salão multiuso.

Três entradas principais, confortavelmente protegidas pelos beirais, tornam o acesso intuitivo e acolhedor. O salão multiuso, aberto à noite e nos finais de semana, reforça o papel do complexo escolar como um equipamento comunitário local.

O projeto estende o parque até o local. A paisagem alcança as fachadas: as árvores existentes são preservadas, os limites do terreno são definidos por depressões ajardinadas, e a topografia natural é respeitada para manter as condições da vegetação.

Dois parquinhos, projetados para se adequar às atividades das crianças, são implantados dentro dessa continuidade natural. Um jardim pedagógico, irrigado com água da chuva coletada dos telhados, estende-se pelo pátio do bairro.

Um lugar de aprendizado para hoje e amanhã
Concebido como uma peça essencial da infraestrutura pública, o complexo escolar incorpora uma abordagem da educação do século XXI: enraizada em seu contexto local, aberta à natureza e projetada para acompanhar as crianças desde a educação infantil até o final do ensino fundamental.

As rotas de circulação são simples e intuitivas, os espaços compartilhados incentivam usos flexíveis, e os materiais — madeira, aço, alumínio e compensado — garantem durabilidade, conforto e facilidade de manutenção.

Para garantir qualidade, controle de custos e cumprimento dos cronogramas de obra, o projeto baseia-se em um sistema construtivo híbrido que combina módulos pré-fabricados com elementos montados off-site.


Essa abordagem reúne robustez, elegância e desempenho ambiental, oferecendo uma arquitetura que equilibra a tradição local e o design contemporâneo.

O complexo escolar de Gradignan é, assim, concebido como um lugar protetor, poético e sustentável, onde arquitetura, paisagem e pedagogia se articulam para apoiar as futuras gerações.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Casa Vazia / estudio veintidós

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Descrição enviada pela equipe de projeto. Localizada em uma pequena vila nas Montanhas Riaza, em Segóvia, a habitação se insere nos vestígios de um antigo estábulo construído em pedra bruta e terra batida, cujos telhados e divisórias internas encontravam-se em severo estado de ruína. Após o esvaziamento do volume edificado, o projeto adota a envoltória preexistente como fundação e limite, abrindo mão da ocupação total original para, em seu lugar, liberar um espaço central destinado a articular a nova vida doméstica.

Arquitetura
No Japão, este estádio de futebol será totalmente sustentável e construído com ajuda da comunidade
Assinado pelo escritório japonês VUILD, o projeto pretende se tornar um modelo internacional de design sustentável e circular. Em contraste com os estádios monumentais que dominam friamente as grandes cidades, este equipamento esportivo em escala humana se inspira na tipologia de uma casa de dois andares. Construído com a participação de moradores e torcedores, o estádio será montado pela própria comunidade local, em um espírito que remete ao trabalho coletivo tradicional. Adaptado às condições climáticas da região de Fukushima, o projeto incorpora soluções de energia passiva, que vão da captação da água da chuva à ventilação natural.
Arquitetura
Casa Terra / Tomohiro Hata Architect and Associates

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Descrição enviada pela equipe de projeto. O projeto teve início com a seguinte pergunta do cliente ao arquiteto:
“A sociedade ao nosso redor parece muito madura; no entanto, muitos edifícios estão sendo demolidos um após o outro, mesmo quando ainda têm vida útil suficiente. Isso não acontece justamente por causa da perda de algo essencial?”

Fonte: Archdaily
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