Arquitetura
Escola na Cidade da Ciência de Guangming / Atelier Global

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Um “Oásis do Conhecimento” Repleto de Vitalidade — Escola Secundária de Shenzhen por Atelier Global. No design holístico dessa escola, priorizamos a experiência do aluno, imaginando uma floresta urbana transformada em um vibrante “Oásis do Conhecimento”—um campus internacional orientado para o futuro que reflete ecologia, humanidade e inovação através de terraços sobrepostos. Guiado por princípios de design sustentável e humano, o layout do campus promove a conscientização ambiental, comunicação e interação, cultivando talentos enquanto proporciona um espaço sustentável para o futuro da educação.


01. Modelo Organizacional de Campus Inovador. Aproveitando a geometria única do terreno triangular, o campus adota uma estratégia de desenvolvimento tridimensional, alcançando tanto eficiência funcional quanto harmonia ambiental em seu layout geral. O quarteirão acadêmico está situado ao longo da borda oeste, adjacente à via arterial da cidade. Essa localização não só oferece ao corpo docente e aos alunos vistas panorâmicas do curso d’água natural, mas também emprega distâncias de recuo generosas para criar um buffer acústico contra o ruído urbano. O complexo esportivo se eleva proeminentemente no setor nordeste à altura da cobertura para os veículos. Essa posição inovadora garante linhas de visão desobstruídas e otimiza a experiência do usuário para atividades ao ar livre. As residências do corpo docente, relativamente independentes, estão localizadas na extremidade sul do terreno. Esse layout alcança uma relação organizacional que separa e conecta a área de habitação com o quarteirão acadêmico. Além disso, um sistema de entrada dupla com segregação de pedestres e veículos foi implementado para minimizar a interferência no tráfego urbano.


02. Eixo Central de Ensino Vibrante. O desenho do nosso campus apoia a evolução da pedagogia ao reconhecer que o engajamento dos alunos se estende além das paredes da sala de aula. Através de uma abordagem em múltiplas plataformas, criamos uma rede tridimensional de espaços centrados em torno do eixo de ensino. Essa estrutura acomoda diversas necessidades dos alunos em diferentes andares e áreas funcionais. O design incentiva ativamente que o ensino se estenda além das salas de aula tradicionais, convidando os alunos a se engajar mais profundamente com o ambiente do campus. Isso promove experiências educacionais diversas, trocas culturais e exploração intelectual criando, em última análise, um vibrante centro imbuído de vitalidade cultural—um que desperta criatividade e interação entre os alunos.


03. Pátio Comunitário Plural e Entrelaçado. Distante de desenhos convencionais que apenas empilham espaços de único propósito, adotamos um layout de pátio semifechado dentro dos clusters acadêmicos. Conectada por um eixo central de ensino, essa abordagem gera um espaço público, facilitando várias formas de interação. O piso elevado efetivamente reduz a densidade do edifício, não apenas melhorando a iluminação natural e a ventilação, mas também criando um campus aberto, livre e exploratório que fomenta a aprendizagem e a interação.


04. Ecossistema Natural Tridimensional. O campus se desdobra harmoniosamente com o terreno, integrando espaços verdes multidimensionais e em camadas—incluindo percursos ecológicos no nível do solo, corredores verdes elevados ao longo do eixo central de ensino e jardins nas coberturas —para formar um sistema verdadeiramente único. Esse sistema de paisagismo vertical em múltiplas camadas cria um ambiente imersivo onde alunos e professores se envolvem inconscientemente com a natureza, promovendo uma atmosfera educacional conectada com o mundo natural.


05. Continuidade da Arquitetura Vernacular. A fachada voltada para a rua apresenta curvas horizontais em múltiplas camadas como elementos dominantes, criando formas suaves e graciosas que dialogam com o contexto urbano. A parte inferior herda a arquitetura vernacular da Escola Secundária de Shenzhen, empregando tijolos vermelhos que conferem à fachada um caráter acadêmico, estabelecendo uma atmosfera escolar digna e culturalmente rica.


Epilogo. A Escola representa uma exploração inovadora da “Arquitetura do Campus do Futuro.” Através de um projeto arquitetônico que responde às necessidades de desenvolvimento urbano, criamos configurações espaciais diversas em várias formas, camadas e escalas para acomodar abordagens pedagógicas variadas. Este campus vibrante transcende os padrões convencionais enquanto oferece experiências educacionais enriquecidas e novas possibilidades tanto para professores quanto para alunos.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Casa MJ / majo | ArchDaily Brasil

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- Área:
250 m²
Ano:
2021
Fabricantes: Deca, Drenaltec, Luchi Esquadrias em Alumínio, Marmoraria Valinhos, Portobello, Solo Revestimentos, Teceart Móveis e Planejados

Descrição enviada pela equipe de projeto. Nossa casa foi pensada para ser muito mais do que apenas um local para viver; ela é uma extensão de quem somos. O conceito de integração entre os espaços foi um dos nossos maiores focos, permitindo uma convivência contínua e harmônica entre os ambientes internos e externos. Utilizamos materiais naturais, como a madeira, o concreto e o tijolo, que trazem autenticidade e aconchego ao projeto, sem perder o toque contemporâneo.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Casa Colibri / Estudio Libre MX

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- Área:
376 m²
Ano:
2025

Descrição enviada pela equipe de projeto. Localizada ao sul da Cidade do México, esta casa foi projetada com o objetivo de acolher encontros e eventos, oferecendo um espaço de convivência e lazer familiar, tendo a piscina como eixo central do projeto.

Arquitetura
Tudo azul: apartamento de 40 m² com decoração inspirada no livro Vinte Mil Léguas Submarinas

Projetar um apartamento de 40 m² de frente para o mar implica, necessariamente, assumir uma posição. Nesse caso, o Zyva Studio decidiu fazê-lo sem rodeios e mergulhou de cabeça. Literalmente. Em Marselha, a poucos metros do porto e da Catedral de La Major, o projeto foi concebido como uma cápsula subaquática ancorada à cidade — um lar azul onde a arquitetura é um exercício de imersão, e não de contemplação.
Da janela, é o horizonte que define o tom do projeto. O azul se desdobra como uma paisagem contínua, diluindo as fronteiras entre interior e exterior, realidade e ficção. Aqui, não estamos apenas em Marselha: estamos também dentro de Vinte Mil Léguas Submarinas, um clássico escrito por Júlio Verne. Essa é a referência literária que guia a imaginação de Anthony Authié, fundador do estúdio responsável pelo projeto, que descreve o espaço como “uma reinterpretação livre de uma paisagem subaquática”.
Nesse interior, o azul é o protagonista absoluto. Mas não um azul decorativo, e sim um azul envolvente, quase físico. Ele aparece no chão, que assume a cor do horizonte do mar, nas paredes e, com especial intensidade, no banheiro, inteiramente revestido de mármore da mesma tonalidade. Authié o descreve como um espaço “cavernoso e monástico”, um lugar de contemplação onde o silêncio parece se amplificar. A sensação não é apenas visual: é perceptiva e sensorial.
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Uma divisória com janelas redondas separa a área social do quarto; no piso, uma versão em tons creme das tradicionais listras náuticas
Yohann Fontaine/Divulgação
Anthony Authié, do Zyva Studio, reinterpreta a paisagem aquática neste apartamento de 40 m² no centro de Marselha
Yohann Fontaine/Divulgação
As vigias reforçam essa ideia. Funcionam como limiares simbólicos entre os cômodos e, ao mesmo tempo, como alusões à ficção científica oceânica. Olhar através delas é observar outro mundo por dentro, como se o apartamento se movesse entre duas realidades sobrepostas.
A identidade do Zyva Studio se revela nos detalhes: puxadores que lembram ouriços-do-mar, tomadas impressas em 3D em formato de água-viva, algas imaginárias emergindo das paredes. Até mesmo os móveis, com suas formas arredondadas, parecem vivos, integrados a esse ecossistema imaginado. No quarto, um pequeno espelho posicionado no centro de uma armadilha para ursos faz alusão ao mito de Narciso: para se ver, é preciso se aproximar, correndo o risco de ser capturado.
A sala de jantar, em tons de areia, é um espaço contínuo definido por formas curvas e mobiliário feito sob medida
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma pia de aço e um espelho que lembra ouriços-do-mar adornam o cômodo
Yohann Fontaine/Divulgação
Detalhe do dormitório também decorado com marcenaria azul e itens de cama bege
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma única divisória central atravessa o apartamento, separando claramente a área diurna — cozinha e sala de estar — da área noturna, onde ficam o quarto e o banheiro. Essa parede é pintada de azul profundo, enquanto o restante recebe um bege mineral que remete às rochas da cidade. O piso, com padrão náutico em tons de creme, evoca a fachada da Catedral de La Major e, ao mesmo tempo, revisita um dos grandes clássicos do design de interiores — um exercício recorrente na obra de Anthony Authié, sempre interessado em desafiar o familiar para levá-lo a outro patamar.
A cozinha em tons de bege mineral se abre para a sala de estar
Yohann Fontaine/Divulgação
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A parede divisória possui armários com acabamento em puxadores desenhados pelo Zyva Studio
Yohann Fontaine/Divulgação
Para diluir a fronteira entre os dois mundos — e brincar com essa separação sem torná-la rígida —, as janelas redondas rompem a divisória num gesto simbólico, permitindo a passagem de um mundo para o outro. “É a curiosidade de uma criança que espreita por um buraco de rato para descobrir a paisagem do outro lado”, explica o designer.
O projeto convida a olhar e a ser olhado, a observar a vida na sala de estar a partir do quarto e vice-versa, estabelecendo um diálogo visual constante entre os espaços. Assim, o apartamento se torna um dispositivo de fuga: “Este lugar permite escapar do cotidiano e viajar para um mundo diferente. Pelo menos, é esse o meu objetivo.”
*Matéria publicada originalmente na Architectural Digest França
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Fonte: Casa Vogue
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