Arquitetura
Espaços de Aprendizagem Técnica da Escola de Karratha / iredale pedersen hook architects

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Descrição enviada pela equipe de projeto. A Escola Secundária de Karratha está localizada em uma região sujeita a ciclones, caracterizada por um clima semiárido quente, com episódios de chuvas intensas e ventos fortes durante eventos ciclônicos frequentes. A escola se situa na base das colinas, sobre uma planície de inundação que deságua na Baía de Nickol e se conecta à Trilha do Patrimônio Yaburara — um percurso que inclui locais aborígines de profunda importância cultural na Austrália.

Desenvolvemos um plano geral que preserva a abordagem de pátios existente, ao mesmo tempo em que introduz um novo foco na paisagem ancestral circundante e nos locais de relevância cultural. Os locais culturalmente significativos foram cuidadosamente identificados e integrados ao projeto. Áreas previamente degradadas serão reabilitadas como espaços de encontro comunitário, enquanto os locais ainda preservados serão valorizados por meio de proteção passiva, intervenções artísticas e interpretação cultural.


A nova instalação de aprendizagem técnica se conecta às quadras externas existentes, proporcionando espaços cobertos para vestiários e áreas frescas para descansar entre os exercícios. Um canal de rochas existente foi requalificado como um espaço paisagístico de recreação, acessível tanto para a escola quanto para a comunidade em geral.




A instalação de aprendizagem técnica inclui uma variedade de espaços, exigindo serviços internos e externos significativos, separação acústica e vigilância passiva. Dois andares alcançaram uma área compacta sem comprometer o valioso espaço recreativo externo. A planta econômica permitiu a introdução de espaços externos adicionais. Um grande corredor central coberto conecta usos díspares enquanto enquadra as distantes colinas.

Uma mistura única de tijolos faz referência aos icônicos desfiladeiros locais, como Karijini, utilizando diferentes cores para formar estratos, sombras e texturas, criando um senso de erosão contínua. Assentos extrudados feitos em tijolo permitem que os espaços sirvam para descansar, reunir e contemplar em um ambiente naturalmente ventilado e termicamente confortável.




Todos os espaços foram projetados para direcionar o olhar à paisagem ao redor, proporcionando luz natural equilibrada e favorecendo um ambiente introspectivo e focado. Como observou o arquiteto alemão Hans Scharoun: “os jovens querem ser inspirados, não ensinados”. Essas aberturas visuais ampliam a percepção do entorno natural — muitas vezes invisível em escolas convencionais —, permitindo que os alunos se reconheçam em um contexto mais amplo. Cores, padrões e símbolos foram aplicados de forma progressiva, revelando significados ao longo do percurso e enriquecendo a experiência sensorial e cultural. Elementos abstratos de grande escala fazem referência às atividades de artes manuais, com paletas cromáticas que dialogam com os equipamentos e maquinários utilizados nesses espaços.

Um eixo leste-oeste no nível superior direciona as vistas para o horizonte distante, interrompido por uma sequência de portais coloridos extrudados dos espaços de aprendizagem adjacentes, incentivando vislumbres dos ambientes de ensino enquanto dá boas-vindas aos alunos.

Construir em regiões remotas com climas extremos exige estratégias que proporcionem simultaneamente múltiplos benefícios e resultados. Isso inclui, por exemplo, transformar estruturas em áreas de sombra e assentos, adaptar canais para uso recreativo, e criar corredores habitáveis que façam referência a marcos regionais significativos. Essas soluções devem maximizar a luz natural e as vistas disponíveis, ao mesmo tempo em que consideram a durabilidade e o desgaste a longo prazo. Embora essas decisões tenham uma base econômica, elas também integram resultados climáticos, ambientais e sociais sustentáveis, oferecendo uma abordagem estratégica de longo prazo para o desenvolvimento e o crescimento da escola.

A conexão da recreação à aprendizagem técnica e a provisão de espaços exteriores multiuso amplia o escopo além das expectativas. Este edifício cria ambientes de aprendizagem que permitem ao aluno refletir e se situar no ambiente e na paisagem, visualizar o horizonte mais amplo e fazer parte de uma comunidade.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Esta vila de apenas 400 habitantes já foi o grande paraíso dos artistas espanhóis
Delgado, hoje considerado um dos maiores representantes do expressionismo espanhol, deixaria registrado o nome de todos os que viveram neste refúgio de artistas, com anotações como “Enrique Azcoaga, caminhante solitário e poeta autor de vários poemas sobre o povoado”; ou “Frank Mendoza, escritor surpreendente e inesperado”, para concluir que “Todos pintaram aqui, escreveram, passearam, encontraram-se e espalharam seu entusiasmo. Foi um momento surpreendente, dificilmente repetível, que deixou em nossas almas melancolia e saudade de um tempo tão próximo e já distante.”
Arquitetura
Nova Prefeitura de Scharrachbergheim / AL PEPE architects

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- Área:
300 m²
Ano:
2025
Fabricantes: Artemide, Briqueterie Lanter, FARO Barcelona, Fils, Hoppe, Modelec, Auson

Descrição enviada pela equipe de projeto. A nova prefeitura de Scharrachbergheim, uma pequena vila da Alsácia, busca horizontalidade e transparência para se integrar ao magnífico entorno arborizado. A malha estrutural externa em madeira afirma o caráter público do edifício e garante uma estética atemporal. O tom escuro e aveludado do piche de pinho que protege a madeira, junto às proporções refinadas dos pilares, dialogam tanto com o enxaimel tradicional da vila quanto com as árvores do sítio. O revestimento em malha expandida de aço corten confere à fachada uma aparência quase têxtil e remete às tonalidades da pedra local (arenito dos Vosges), muito presente no núcleo histórico. O conjunto é contemporâneo e, ao mesmo tempo, enraizado; rigoroso, mas delicado — como se sempre tivesse feito parte do lugar.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Cobertura no 80º andar de edifício tem vista para quatro estados nos EUA; fotos
Situada no 80º andar do edifício Mandarin Oriental, em Nova York, a cobertura do imóvel luxo chama a atenção pelas vistas do horizonte. Localizado em um ponto estratégico, o imóvel proporciona que sejam observados quatro estados norte-americano: Manhattan, Connecticut, Nova Jersey e Pensilvânia.
Ocupando um andar inteiro com amplos espaços de convivência e entretenimento, o apartamento tem cinco quartos e oito banheiros. Com 743 m² no total, o imóvel conta com uma sala de estar de 140 m². Janelas do chão ao teto circundam o espaço em formato de losango.
O apartamento conta um escritório e uma sala de jantar, ambos com vista para todo o Central Park, e a cozinha de 14 metros de comprimento, configurada em torno de uma ilha. Sala de café da manhã, lavanderia, copa com duas adegas climatizadas e sala de lareira estão entre os ambientes.

A suíte principal ocupa toda a lateral sul do apartamento e conta com um quarto de 8,8 metros de comprimento, dois closets e banheiros, copa e sala de segurança.

Os outros quatro quartos — para familiares e hóspedes — ficam na ala oeste do imóvel, cada um com banheiro privativo. Uma sala multimídia — para assistir a filmes e TV — também pode ser convertida em um quarto.

Os moradores dispõem de regalias dignas de hotel, como serviço de quarto, tratamentos de spa, estacionamento com manobrista e uma piscina coberta de 23 metros.









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