Arquitetura
Estação de Trem e Passarela Pedonal / Estudio Herreros

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Descrição enviada pela equipe de projeto. Em 2011, setenta anos após a chegada da ferrovia em Santiago de Compostela, Espanha, o corte ferroviário fora da cidade continuava sendo uma barreira quase intransponível entre o centro histórico e os bairros que surgiram ao sul da linha férrea, com Pontepedriña à frente. Por outro lado, essa fronteira teve o efeito de preservar a área natural de Las Brañas del Sar — uma peça de valor ecológico inestimável — intacta todo esse tempo.

O projeto vencedor do concurso internacional promovido pela ADIF para a nova Estação de Trem de Alta Velocidade propôs a implantação do espaço do passageiro transversalmente sobre as plataformas, articulado a uma ampla passarela — inaugurada ao público em 2011 — que assegura a intermodalidade entre a estação ferroviária, a rodoviária e os estacionamentos. Essa infraestrutura trouxe ainda um benefício urbano decisivo: conectar o centro histórico e suas expansões ao norte com as áreas periféricas ao sul, incluindo os parques do Sar e a Cidade da Cultura, superando a histórica barreira imposta tanto pela acentuada topografia quanto pelo traçado ferroviário.

O fato de a maior parte dos passageiros chegar e sair da estação a pé reforçou a estratégia de situar o edifício principal no nível da cidade. A partir dessa premissa, a organização espacial adota um esquema análogo ao de um aeroporto: um pavimento inferior, no nível dos trilhos, concentra todas as transferências motorizadas — táxis, veículos particulares e de aluguel, ônibus urbanos e de longa distância —, enquanto o nível superior, coincidente com a cota urbana, funciona como plataforma de embarque e desembarque. Nesse pavimento se desenvolve o amplo hall de passageiros, um espaço luminoso que distribui de forma intuitiva o fluxo até os trens, acessados diretamente por meio de passarelas que asseguram eficiência, clareza operacional e segurança.

A simplicidade assegura um diálogo com a antiga estação, especialmente com sua ampla cobertura que protege os movimentos dos passageiros nas plataformas. Enquanto isso, as duas praças de design contemporâneo criadas nas extremidades do complexo—praça da Estação do lado da cidade e praça Clara Campoamor do lado da Reserva Natural—são concebidas como a primeira imagem que se revela ao viajante recém-chegado a Santiago de Compostela.



A logística do movimento vertical gira em torno de dois núcleos, norte e sul, conectados pela passarela que efetivamente funciona como uma rua dentro do sistema urbano. O núcleo norte liga a plataforma de movimento veicular com a praça da Estação e o hall, enquanto o núcleo sul conecta a praça Clara Campoamor com a passarela. Ambos incluem elevadores capazes de transportar bicicletas e escadas rolantes que garantem acessibilidade universal em todo o complexo.



A arquitetura resolve sua adaptação ao local através de uma forma orgânica que retrai o programa sem concessões compositivas. O processo de construção começa com a implementação de uma grande plataforma de pilares e lajes de concreto pré-fabricado, sobre a qual o edifício é erguido utilizando sistemas de montagem industrializados cuja leveza e encaixe facilitam operações sobre os trilhos sem interromper o tráfego ferroviário. A materialidade da envoltória baseia-se em uma família de materiais translúcidos, painéis metálicos perfurados e cobertura de zinco—um sistema no qual a indústria galega é líder nacional. Os interiores buscam máxima luminosidade graças ao uso intensivo de vidro estrutural translúcido que, mesmo em dias nublados, multiplica a reverberação da luz natural, criando espaços alegres projetados para uma espera agradável.

O projeto tem um profundo envolvimento social e cívico. O reconhecimento da capacidade da arquitetura de equilibrar polarizações urbanas indesejáveis, mitigar desigualdades sociais e tornar a vida das pessoas mais agradável é a proposta mais ambiciosa do projeto, que trabalha intensivamente em seus valores agregados. De fato, defendemos que as infraestruturas podem ir além de sua função logística — que deve ser cumprida com máxima eficiência — para se tornarem expressões de coesão social e representações de uma cidade que olha com confiança para o futuro. Acreditamos que esse é o caminho a seguir.

Arquitetura
Casa na árvore atrai atenção por sauna e teto de vidro; fotos
Uma casa na árvore localizada em Mairiporã, no interior de São Paulo, atrai a atenção por contar com teto de vidro e sauna finlandesa em cedro. Localizada a 7 metros de altura, em meio a Mata Atlântica, a cabana fica no Parque Estadual da Cantareira, na última rua de um condomínio fechado, de frente para área de reserva.
Arquitetura
Sabrina Sato escolhe mansão carioca para festejar 45 anos; curiosidades e fotos do imóvel histórico
A apresentadora, que completa 45 anos no dia 4 de fevereiro, marcou a data da festa para o dia 8 de fevereiro na Mansão Alvite, construída na década de 1940. O imóvel é conhecido pela localização estratégica, com vista para famosos pontos turísticos como o Pão de Açúcar, a Baía de Copacabana e o Cristo Redentor.
Arquitetura
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18

A imperatriz austríaca Maria Theresa (1717-1780), uma das monarcas mais amadas e com o reinado mais longo da Europa, foi homenageada com um navio de cruzeiro de luxo. Com decoração inspirada no século 18, a embarcação foi nomeada como “Melhor Novo Navio Fluvial” pelos editores do Cruise Critic em sua temporada inaugural. Os preços para viagens de uma semana variam de 2.080 a 13.849 euros (R$ 13 mil a R$ 86 mil, em valores convertidos na cotação atual), variando de acordo com o tipo de acomodação.
O SS Maria Theresa, com trajeto pelos rios Danúbio e Meno, tem a configuração de suas acomodações alterada a cada ano. A capacidade é de 150 hóspedes e 55 tripulantes. Para 2026, a embarcação conta com uma Grand Suite, 10 suítes e 64 cabines, todas com camas Savoir da Inglaterra feitas sob encomenda, lençóis de cetim de algodão personalizados e edredons europeus. Além disso, os viajantes contam com um menu de opções de travesseiros e banheiros revestidos de mármore.
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
A Grand Suite tem 38 m², conta com quarto, sala de estar espaçosa separada, banheiro com chuveiro de efeito chuva e banheira, além de área privativa para vaso sanitário e bidê. Entre as comodidades, há o serviço de mordomo, café da manhã no quarto, frigobar completo, além engraxate e serviço de lavanderia gratuito.
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
As suítes convencionais tem 28,3m², vista para o rio e varanda privativa com janelas do chão ao teto. Banheiro em mármore, aquecedor de toalhas, serviço de mordomo na suíte, café da manhã no quarto, engraxate e serviço de lavanderia gratuito estão entre as comodidades. Já as cabines clássicas têm 15 m² e janelas localizadas na linha d’água.
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
Fonte: Casa Vogue
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