Tecnologia
Estudo da Nasa reforça hipótese de vida antiga em Marte; entenda
Cientistas da NASA divulgaram novos resultados que mantêm em aberto a hipótese de que Marte possa ter abrigado vida no passado. As conclusões fazem parte de um estudo publicado em 4 de fevereiro na revista científica Astrobiology e se baseiam na análise de compostos orgânicos encontrados pelo robô Curiosity em rochas do planeta vermelho.
A pesquisa analisou dados coletados na Cratera Gale, área explorada pelo Curiosity desde 2011. Em março de 2025, o laboratório químico do robô identificou pequenas quantidades de decano, undecano e dodecano em uma amostra de rocha sedimentar. Para os pesquisadores da agência espacial americana, essas moléculas podem ser vestígios de ácidos graxos antigos, preservados no subsolo marciano ao longo de bilhões de anos.
Na Terra, esse tipo de composto está geralmente associado à atividade biológica, embora também possa surgir por reações geológicas. Por isso, os cientistas da NASA avaliaram explicações alternativas, como a possibilidade de os compostos terem chegado a Marte por meio de meteoritos. Segundo o estudo, esses mecanismos conhecidos não explicam os níveis de matéria orgânica detectados.
Para aprofundar a análise, a equipe combinou experimentos de laboratório, modelos matemáticos e dados do Curiosity para reconstruir a história das rochas ao longo de cerca de 80 milhões de anos — período em que o material teria ficado exposto à radiação cósmica, fator que tende a degradar moléculas orgânicas.
Os resultados indicam que a quantidade original de matéria orgânica pode ter sido significativamente maior do que aquela normalmente produzida por processos não biológicos conhecidos. Diante disso, os cientistas consideram plausível que organismos vivos tenham contribuído para a formação dessas moléculas em algum momento do passado de Marte.
Apesar do avanço, os pesquisadores ressaltam que as descobertas não confirmam a existência de vida no planeta.
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NASA exclui colisão do asteroide 2024 YR4 com a Lua
O ano de 2026 não está tendo um começo fácil. No entanto, entre o início de guerras e os aumentos (acentuados) nos preços dos combustíveis, há pelo menos um problema a menos para se preocupar: o asteroide 2024 YR4 não vai colidir com a Lua em 2032.
Quem afirma isso é a Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês), que, com base em observações realizadas pelo instrumento NIRCam do Telescópio Espacial James Webb, conseguiu descartar a hipótese de uma colisão entre o asteroide e o satélite natural da Terra nos próximos anos.
Essas observações, feitas entre 18 e 26 de fevereiro, foram analisadas pelo Center for Near-Earth Object Studies, do Jet Propulsion Laboratory da NASA. A análise determinou que o asteroide passará a pouco mais de 21 mil quilômetros de distância da Lua no dia 22 de dezembro de 2032.
Vale lembrar que o 2024 YR4 começou a ser observado no fim de 2024 e, no início de 2025, as observações ainda não permitiam determinar se a Terra estava completamente livre do risco de uma possível colisão com esse asteroide.
Asteroide 2024 YR4 © ESA
Leia Também: Google vai “denunciar” apps que gastem muita bateria
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Google vai “denunciar” apps que gastem muita bateria
Os aplicativos responsáveis por consumir muita bateria do seu celular Android passarão a ser devidamente identificados na Play Store. A Google havia indicado no ano passado que começaria a exibir esse tipo de informação em sua loja virtual, e o site 9to5Google finalmente encontrou o aviso.
No exemplo compartilhado pela publicação, é possível ler na página de alguns aplicativos que eles podem “usar mais bateria do que o esperado devido à forte atividade em segundo plano”.
Além desse alerta, a Google também informará aos desenvolvedores de que maneira seus aplicativos estão consumindo mais energia do que o previsto.
“Reconhecendo que o consumo excessivo de bateria é uma grande preocupação para os usuários do Android, a Google tem tomado medidas importantes para ajudar os desenvolvedores a criarem aplicativos mais eficientes em termos de energia”, diz o comunicado da empresa.
Além disso, a Google afirma que esse tipo de aviso começará a aparecer “gradualmente” em um número cada vez maior de aplicativos disponíveis na Google Play Store.
© Reprodução 9to5google
Leia Também: As teclas “F” e “J” do teclado são diferentes. Já pensou porquê?
Fontes: Notícias ao Minuto
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As teclas “F” e “J” do teclado são diferentes. Já pensou porquê?
Mesmo com todos os avanços tecnológicos que estamos vendo nos computadores nos últimos anos, há certos detalhes que não mudam e assim é pela conveniência. Um destes detalhes é a saliência nas teclas “F” e “J”, que se encontram em todos os teclados.
Tenha ou não reparado nesta particularidade, pode se dar o caso de já se ter perguntado sobre o motivo que leva todas as fabricantes de computadores portáteis e de teclados a adotar esta “convenção” e a verdade é que tem uma razão de ser.
Segundo o site BGR, a saliência nestas duas teclas é uma funcionalidade de design que ajuda os usuários a saberem onde têm os dedos posicionados sem terem de olhar para o teclado. Ao colocar os dedos no teclado e instintivamente saberem, os usuários mais experientes no uso do teclado podem acelerar o processo de escrita sem terem de estar constantemente alternando entre o teclado e a tela enquanto escrevem.
Quanto ao motivo de serem o “F” e “J” a terem esta saliência, é bastante simples e está relacionado com a posição central destas teclas, um motivo que também explica o fato de o “5”, no teclado numérico da parte direita do dispositivo, também ser o único número com esta saliência.
Ao colocar o dedo no teclado numérico, é possível ao usuário saber de imediato que tem o dedo pousado na tecla “5” e que números estão à volta sem ter de olhar para a tela do computador.
Fontes: Notícias ao Minuto
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