Arquitetura
Fábrica de Conservas / OODA

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- Área:
15000 m²
Ano:
2025

Descrição enviada pela equipe de projeto. A conserveira Brandão & Companhia, Limitada está inserida no Plano de Urbanização de Matosinhos Sul do arquiteto Álvaro Siza e ocupa uma posição privilegiada na malha urbana. Próxima à orla costeira, evoca a nostalgia industrial e social de um tempo de produção e ligação ao mar. Trata-se de um edifício emblemático e representativo da memória coletiva de um lugar que ao longo dos anos foi tendo outros usos, sendo sujeito a diversas intervenções e sobreposições que o descaracterizaram.


A proposta pretende colmatar o tecido urbano com um projeto inovador que recupera e evidencia o existente – como as fachadas e a chaminé – respondendo a um programa base muito especial: um empreendimento com uso misto que reúne as valências de laboratório médico, clínica de saúde, escritórios, espaços comerciais e blocos de habitação.


Uma vez que a volumetria existente ocupa quase toda a totalidade do lote, libertou-se o interior do terreno criando zonas verdes e permeáveis, conduzindo a luz ao interior dos espaços e promovendo a circulação no interior do quarteirão. Estes espaços produzem relações visuais entre os diferentes programas com acessos aos pisos superiores. Geram-se momentos compactos numa cidade multifuncional. Na entrada para as habitações, uma zona de receção abre-se para o pátio interior que liga aos restantes volumes e zonas comuns.

Os serviços e comércio situam-se nos pisos térreos, enquanto que no primeiro piso funcionam os escritórios. No topo instalam-se blocos destinados à habitação. O uso de materiais com diferentes densidades – betão pigmentado e chapa distendida de alumínio – evidencia os diferentes tempos unidos formalmente num diálogo entre o antigo e o novo. À espessura da massa herdada opõe-se a intangibilidade dos volumes suspensos sobre o pátio, elevados e diferenciados, proporcionada por uma materialidade inspirada pela proximidade ao mar.

A distribuição da área bruta de construção por diversos blocos possibilita uma composição volumétrica mais dinâmica, que aproveita a intervenção sobre um lote de grandes dimensões para responder adequadamente ao envolvente. O projeto estabelece uma relação equilibrada com o desenho da via pública e edifícios vizinhos, revitalizando e dinamizando o quarteirão. É uma oportunidade de dinamização morfológica e de utilizações – dois pontos importantes para a construção sustentável da cidade.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Casa 720° / Fernanda Canales

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Descrição enviada pela equipe de projeto. O projeto tem origem em um pátio central e nas formas pelas quais os mundos interior e exterior podem interagir entre si. Concebida como um relógio solar que registra a passagem do tempo, essa casa autônoma é muitas casas em uma só: durante o dia, emoldura uma montanha e um vulcão, abrindo-se para vistas variadas ao longo do perímetro externo do círculo; à noite, volta-se para o interior, organizando-se em torno de um pátio circular.

Arquitetura
Como aproveitar a energia da era de Peixes em 2026
2026 será um ano em que muitas pessoas sentirão uma maior necessidade de refúgio, silêncio, introspecção e calma. Não é um ciclo que impulsione a ação frenética, mas um que convida a escutar, a perceber e a se deixar envolver por todas as coisas que não podem ser explicadas, aceitar sua presença e como nos afetam. Nosso lar deve se tornar um lugar onde a energia pisciana possa se expressar com harmonia na era de Peixes; assim, evitaremos ciclos de confusão e desconforto, inclusive mau humor.
Peixes não se dá bem com o artificial em excesso. A energia de Peixes busca autenticidade, suavidade e conexão com a natureza. No design de interiores de 2026, para aproveitar essa energia, opte por materiais que transmitam vida: madeiras com veios visíveis, tecidos naturais, cerâmicas imperfeitas, pedras que conservam sua textura. Esses materiais não apenas trazem aconchego visual, como conectam com o exterior de forma natural.
Fonte: Casa Vogue
Arquitetura
Centro de Visitantes Volcano-In / PLAT ASIA

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- Área:
3532 m²
Ano:
2025
Fabricantes: LifeSmart

Descrição enviada pela equipe de projeto. O projeto está implantado no interior de um vulcão extinto em forma de “C”, que entrou em erupção há aproximadamente 150.000 anos, durante o Período Pleistoceno da Época Quaternária. Trata-se de um dos 108 vulcões da Área de Estepes e Vulcões de Baiyinkulun. A região é rica em recursos naturais e apresenta uma paisagem selvagem composta por montanhas, vulcões, zonas úmidas, florestas, campos, lagos, estepes, terras arenosas e campos de neve, que, em conjunto, favorecem uma biodiversidade abundante e contextos culturais diversos.

Fonte: Archdaily
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