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Na SP-Arte 2025, que ocorreu entre 2 e 6 de abril, o arquiteto e urbanista Rodrigo Ohtake, à frente do estúdio Ohtake, apresentou peças inéditas feitas com blocos de rochas maciças raríssimas. A intenção foi trabalhar o peso e o brutalismo do material contraposto com formas leves, que desafiam a gravidade, em uma coleção composta por poltrona, banco, mesa de jantar, mesa lateral e mesa de centro – feitos em parceria com a Granistone, produtora brasileira de pedras ornamentais que detém a maior jazida de amazonita do mundo, localizada no interior da Paraíba.
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“Essa parceria nasceu do desejo de revelar o potencial artístico das rochas naturais. A proposta vai além da funcionalidade ou da aplicação convencional como revestimento. Trata-se de enxergar a matéria-prima como escultórica, capaz de sustentar narrativas, provocar sensações e ocupar o espaço com presença e significado“, fala o CEO da Granistone, Hugo Menezes. A colaboração, portanto, inaugura uma nova fase da marca, que reconhece o material como arte, capaz de unir natureza e tecnologia.
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Ao serem extraídas das jazidas – que estão distribuídas nos estados da Paraíba, Ceará e Piauí – as rochas passam por uma série de procedimentos, como inspeção, estruturação e acabamento, todos feitos pela própria empresa, o que garante autenticidade e sustentabilidade de ponta a ponta. “As pedras possuem laudos técnicos realizados no Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) de São Paulo para assegurar aos arquitetos e designers que as chapas dos produtos apresentam alto desempenho estético e estrutural”, explica Hugo.
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No portfólio, além da amazonita – a mais rara, de tonalidade turquesa –, destacam-se capolavoro, com fundo marrom, e speranza, de tom verde-escuro. Como conta Hugo Menezes, a empresa encontra-se em expansão, já que “a demanda por exclusividade, sofisticação e originalidade elevou a presença das rochas em ambientes como galerias, mostras de design e mobiliários”.
Atualmente, uma fatia significativa da produção da Granistone é destinada ao mercado exterior, como Europa e Ásia, mas o propósito da empresa é incentivar ainda mais o uso da amazonita no Brasil, visto que o material retrata a força e a diversidade das matérias-primas brasileiras. Para o futuro, a empresa planeja seguir desafiando as fronteiras das pedras ornamentais a partir de novas colaborações com designers e artistas plásticos. Confira mais detalhes nas redes sociais oficiais da marca.
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Fonte: Casa Vogue

