Arquitetura
Hotel Rua Palmira / Orgânica Arquitectura

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Descrição enviada pela equipe de projeto. O edifício situa-se na Rua Palmira, 14, na freguesia dos Anjos, Lisboa. Foi construído no início do séc. XX para habitação e insere-se num lote rectangular com a área de 298 m2, 190 m2 de área de implantação, com um logradouro. Tem 21,40 m de profundidade e de largura 10,10m e 5,85m. É composto por 3 pisos e um sótão, não habitado, mais um piso em cave. As obras de alteração visam a adaptação à lógica de funcionamento de um hotel, nomeadamente a relação primordial entre as unidades de alojamento e as áreas de serviço e de apoio, que pressupõe a resolução eficaz das circulações entre estes espaços.

Introduziram-se dois elevadores, que organizam os circuitos interiores separando as áreas dos hóspedes das áreas de apoio e de serviço, e criaram-se galerias exteriores para permitir o acesso aos quartos na fachada para o nº. 12, tirando partido do afastamento a este edifício e da configuração dos pisos no interior do lote; essas galerias, articuladas nos topos por um corpo de escadas, resolvem também a circulação de emergência permitindo eliminar as escadas e o corredor interiores existentes.

Assegurando a adequação no conjunto dos edifícios da rua, a proposta prevê a alteração da forma do telhado existente cumprindo o PDM para aproveitamento da cobertura para quartos do hotel. No que diz respeito ao logradouro prevê-se a demolição dos espaços anexos existentes, aumentando a permeabilidade do solo e, sobretudo, promove-se a sua valorização como espaço natural do hotel, relacionando-o em com o restaurante e esplanada, na plataforma inferior do logradouro – Piso -1, e com uma área de lazer, na plataforma superior, Piso de Entrada.

Tratando-se de um edifício corrente, pretende-se dar um novo carácter e identidade contemporânea. Em particular, redesenham-se os vãos introduzindo-se novos materiais. No conjunto destacam-se nas fachadas as aberturas das caixas dos vãos e os painéis metálicos perfurados com um padrão geométrico irregular. Os diferentes espaços do hotel dividem-se em espaços restritos aos funcionários, que incluem a zona de escritório, a zona de vestiários, arrumos e rouparia, as zonas de cozinha, dos lixos e as zonas técnicas; os espaços dos quartos de hóspedes; e as restantes áreas de serviço e de apoio do hotel: o lobby, o restaurante, a esplanada e a zona de lazer exterior.

A sua distribuição no edifício ocorre da seguinte forma: a zona de escritórios localiza-se no piso térreo associado ao atendimento dos hóspedes e à zona do hall e lobby; as restantes zonas dos funcionários e a cozinha encontram-se no piso inferior na zona em cave. Os espaços dos quartos dos hóspedes distribuem-se entre o piso térreo e o piso do sótão ligados em cada piso por um área de distribuição interior e as referidas galerias exteriores; por sua vez, a ligação vertical faz-se pelo elevador de hóspedes que serve também o restaurante no piso inferior com uma área da esplanada no logradouro. O elevador de serviço liga os diferentes pisos e permite autonomizar o circuito dos funcionários.


O fraco estado de conservação do edifício decorre essencialmente da idade do imóvel e dos materiais utilizados na sua construção. Em particular, as entregas das vigas de madeira nas fachadas e empenas estão em muitos casos degradadas por apodrecimento e ataque de xilófagos. Nos Pisos 2 e 3 percebe-se a deformação do pavimento na divisão junto à fachada, pois o vigamento é paralelo à rua e terá sido eliminada uma parede de suporte perpendicular a esta. As obras de reabilitação no edifício prevêem o seu reforço estrutural e a criação de novas infraestruturas técnicas: águas e esgotos, climatização, eletricidade, segurança, comunicações.

É necessário também que o edifício tenha um bom desempenho térmico e acústico pelo que a escolha de soluções construtivas e revestimentos das paredes, tectos e pavimentos incluem bons isolamentos. A reabilitação estrutural do edifício pressupõe a construção das caixas dos elevadores numa estrutura em aço, ligadas por perfis metálicos às paredes de fachada e empenas, as quais serão reforçadas interiormente com betão projectado. Por sua vez, o sótão será executado com perfis de aço leve para não se sobrecarregar o edifício. Salienta-se a utilização de novos materiais na execução dos guarnecimento dos vãos, das guardas e das galerias, e escadas no logradouro em aço; e dos painéis perfurados de alumínio. O hotel tem 21 unidades de alojamento e 40 camas com uma classificação de três estrelas.

Arquitetura
Casa da Sombra / Massive Order

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- Área:
400 m²
Ano:
2025

Descrição enviada pela equipe de projeto. A Casa da Sombra oferece uma resolução sofisticada para a tensão entre privacidade e iluminação natural — duas exigências frequentemente conflitantes, aqui harmonizadas por meio de um desenho preciso. A fachada leste é envolvida por um dispositivo em forma de véu que atua como tela de privacidade para o pátio rebaixado e para o “Grande Salão” no subsolo, ao mesmo tempo em que organiza a entrada da luz natural filtrada. Esse sistema de sombreamento, composto por elementos triangulares interligados, é coreografado para criar aberturas calculadas que permitem que a luz solar penetre seletivamente nos espaços de convivência ao ar livre.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
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Os banheiros dos hóspedes também contam com torneiras de bronze em formato de gestos com as mãos, típicos da Itália. Uma sexta cabine está localizada logo atrás da cabine do capitão, no convés superior, e pode ser utilizada por hóspedes, tripulantes ou até mesmo transformada em sala de massagem.
Arquitetura
Casas TT / PJV Arquitetura

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Descrição enviada pela equipe de projeto. Jardim no coração de cada casa como respiro. As Casas TT nascem da ideia de que mesmo em terrenos compactos é possível criar espaços generosos, arejados e surpreendentes, capazes de transformar a experiência de moradia.

Fonte: Archdaily
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