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Instagram e Threads vão passar a mostrar mais conteúdo político

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Adam Mosseri, responsável pelo Instagram e pelo Threads, compartilhou um vídeo em sua própria página para falar sobre as mudanças na política de moderação da Meta. Ele também anunciou que essas redes sociais começarão a exibir conteúdo político para os usuários.

No vídeo, Mosseri recapitula as mudanças anunciadas por Mark Zuckerberg e explica que o objetivo é adotar uma abordagem mais personalizada na exibição de conteúdo político de páginas que os usuários não seguem. Para ele, essa mudança também visa oferecer aos criadores de conteúdo político um espaço para discutir esses temas.

“O Instagram foi criado com os princípios de criatividade e de dar voz a todos, e esse foco na liberdade de expressão nos ajudará a voltar às nossas raízes”, afirmou Mosseri, destacando que as mudanças já devem ser notadas ainda esta semana e se tornarão mais evidentes com o tempo.

Vale lembrar que, no lançamento do Threads em 2023, Mosseri havia declarado que a receita gerada pela exibição de mais conteúdo político na rede social “não justificava todo o escrutínio, negatividade e riscos para a integridade” que isso poderia acarretar. No entanto, parece que Mosseri agora tem uma visão diferente sobre o assunto.

“Eu sempre disse publicamente e por muito tempo que não era nosso papel mostrar conteúdo político de páginas que as pessoas não seguem, mas muitas pessoas têm sido muito claras ao dizer que querem esse conteúdo, e tem se mostrado impraticável traçar uma linha sobre o que é ou não conteúdo político”, escreveu Mosseri no Threads.







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Fontes: Notícias ao Minuto

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Dona da Ray-Ban diz que vendeu 7 milhões de óculos de IA da Meta em 2025

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A empresa responsável pela Ray-Ban, a EssilorLuxottica, revelou em sua mais recente apresentação de resultados financeiros que, em 2025, foram vendidas mais de 7 milhões de unidades dos óculos inteligentes com Inteligência Artificial desenvolvidos em parceria com a Meta.

Segundo a CNBC, esse número é muito superior ao registrado entre 2023 e 2024, período em que a EssilorLuxottica informou ter vendido “apenas” 2 milhões de unidades. O crescimento levou a empresa a considerar sua entrada no mercado de wearables um sucesso.

“O nosso sucesso no mercado de wearables está ajudando a impulsionar a revolução dos óculos com Inteligência Artificial, com nossas marcas icônicas sendo um poderoso motor de demanda”, declarou a EssilorLuxottica em comunicado.

Vale lembrar que, em 2025, a Oakley — marca também pertencente à EssilorLuxottica — se juntou à Meta para lançar seus próprios óculos inteligentes com Inteligência Artificial.

Esse parece ser apenas o início da colaboração entre a Meta e a EssilorLuxottica, já que as duas empresas decidiram estender a parceria em 2024.

Leia Também: Metade dos fundadores da xAI abandonaram a empresa de IA de Musk



Fontes: Notícias ao Minuto

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Metade dos fundadores da xAI abandonaram a empresa de IA de Musk

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A semana passada foi marcada pela saída de mais um fundador da xAI, empresa de Inteligência Artificial de Elon Musk que, com isso, passa a contar com apenas metade dos 12 fundadores originais.

O cofundador mais recente a deixar a xAI foi Jimmy Ba, que publicou uma mensagem na rede social X agradecendo a Elon Musk.

“Sou grato por ter ajudado desde o início. Um enorme agradecimento a Elon Musk por nos reunir nessa jornada incrível”, escreveu Ba. “Tenho muito orgulho do que a xAI construiu e continuarei próximo como amigo da equipe. Obrigado por todo o trabalho realizado em conjunto. As pessoas e o espírito de equipe são os verdadeiros tesouros deste lugar.”

Segundo o Business Insider, que ouviu fontes próximas à xAI, Ba era responsável por grande parte das operações da empresa até o fim do ano passado. No entanto, suas responsabilidades foram retiradas e divididas entre outros dois cofundadores, Tony Wu e Guodong Zhang.

Wu, porém, deixou a empresa dois dias antes de Ba, o que obrigou a xAI a passar por uma nova reestruturação.

Comissão Europeia investiga o Grok

A Comissão Europeia anunciou a abertura de uma investigação contra o Grok, ferramenta de inteligência artificial da rede social X, por disseminação de imagens sexualmente explícitas manipuladas na União Europeia (UE), incluindo conteúdos que possam configurar abuso sexual infantil.

Em comunicado divulgado em Bruxelas, o órgão executivo da UE informou a abertura de um novo processo formal contra o X, com base na Lei dos Serviços Digitais, para “avaliar se a empresa avaliou e mitigou adequadamente os riscos associados à implementação das funcionalidades do Grok […] na UE”.

“Esses riscos incluem a disseminação de conteúdos ilegais na UE, como imagens sexualmente explícitas manipuladas, incluindo conteúdos que possam constituir material de abuso sexual infantil”, afirmou a instituição, acusando o X de “expor os cidadãos da União a danos graves”.

A investigação, tratada como prioritária, analisará com mais profundidade se o X cumpre, com o Grok, suas obrigações previstas na Lei dos Serviços Digitais — especialmente no que diz respeito à prevenção da disseminação de conteúdos ilegais, aos efeitos negativos relacionados à violência de gênero, às consequências graves e à comunicação adequada das “avaliações de risco” a Bruxelas.

A apuração envolve a introdução de uma funcionalidade que permite a criação de conteúdos manipulados, conhecidos como deepfakes.

A Comissão Europeia também ampliou outra investigação já em curso, iniciada em dezembro de 2023, sobre o cumprimento, por parte do X, das obrigações de gestão de riscos associadas aos seus sistemas de recomendação.

Bruxelas quer verificar “o impacto da recente mudança anunciada para um sistema de recomendação baseado no Grok”.

Caso as acusações sejam confirmadas, poderão ser caracterizadas diversas infrações à legislação europeia, sujeitas à aplicação de multas significativas.

A Comissão Europeia informou que continuará reunindo provas, inclusive por meio de novos pedidos de informação, entrevistas e inspeções. Também poderá impor medidas provisórias caso não haja ajustes relevantes no serviço do X.

O Grok é uma ferramenta de inteligência artificial desenvolvida desde 2024 pelo X, rede social do empresário norte-americano Elon Musk, que permite aos usuários gerar e editar textos e imagens, além de fornecer informações contextuais às publicações.

A UE tornou-se a primeira jurisdição do mundo a adotar regras específicas para plataformas digitais, obrigando-as a remover conteúdos ilegais e nocivos no âmbito da nova Lei dos Serviços Digitais.

A legislação foi criada para proteger os direitos fundamentais dos usuários online na UE e representa um marco regulatório inédito no ambiente digital, responsabilizando as plataformas por conteúdos prejudiciais, como desinformação.

Empresas de tecnologia que descumprirem as regras podem receber multas proporcionais ao seu porte.

Essas regras mais rigorosas têm gerado tensão entre Bruxelas e Washington, especialmente diante do apoio do governo norte-americano às grandes plataformas digitais.

Os Estados Unidos argumentam que as recentes leis europeias criam barreiras não tarifárias que prejudicam suas gigantes de tecnologia, como Google, Amazon e Meta.

Apesar das críticas norte-americanas, a Comissão Europeia já aplicou multas com base na nova legislação.

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Fontes: Notícias ao Minuto

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OpenAI libera ChatGPT para Exército dos EUA e gera debate

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A OpenAI anunciou, em publicação em seu blog oficial, que decidiu conceder ao Exército dos Estados Unidos acesso ao ChatGPT. A ferramenta ficará disponível ao governo norte-americano por meio da plataforma de inteligência artificial do Pentágono, a GenAI.mil, podendo ser utilizada para “todos os usos legais”.

Segundo a empresa, a medida tem como objetivo ampliar o acesso das forças de defesa a tecnologias avançadas. “Acreditamos que as pessoas responsáveis por defender o país devem ter acesso às melhores ferramentas disponíveis. A inteligência artificial pode ajudar a proteger pessoas, dissuadir adversários e prevenir conflitos futuros”, informou a OpenAI.

A versão do ChatGPT destinada ao Exército norte-americano terá adaptações em relação à versão disponibilizada ao público em geral. As mudanças foram feitas para permitir que o sistema lide com materiais e demandas específicas do Departamento de Defesa.

Apesar de o acordo ser direcionado aos Estados Unidos, a OpenAI afirmou que pretende trabalhar com outros governos no futuro. “Nosso objetivo é ajudar governos a utilizar a inteligência artificial de forma eficaz e segura”, declarou a companhia.

Críticas internas e debate sobre publicidade

A decisão ocorre em meio a questionamentos sobre os rumos da empresa. A economista e pesquisadora Zoë Hitzig anunciou recentemente sua saída da OpenAI após dois anos na companhia. Em artigo publicado no The New York Times, ela afirmou que decidiu deixar a empresa após a OpenAI iniciar testes para exibição de anúncios publicitários no ChatGPT.

Para Hitzig, a empresa pode estar repetindo erros cometidos pelo Facebook no início de sua trajetória. Segundo ela, a OpenAI estaria deixando de discutir de forma aprofundada os impactos sociais da tecnologia que desenvolve.

No texto, a ex-pesquisadora comparou a situação ao período em que o Facebook prometia maior controle dos usuários sobre seus dados, algo que, segundo críticos, não se concretizou plenamente ao longo dos anos. Ela alertou que a introdução de publicidade pode alterar as prioridades da empresa e influenciar decisões futuras.

Hitzig destacou ainda que o caso da OpenAI pode ser mais sensível, já que a empresa reúne dados provenientes de conversas diretas dos usuários com o ChatGPT, que incluem relatos pessoais, questões médicas, crenças religiosas e problemas de relacionamento.

Segundo ela, muitos usuários compartilham informações íntimas com o chatbot por acreditarem que estão interagindo com um sistema sem interesses comerciais. A ex-pesquisadora classificou o conjunto de dados acumulado pela empresa como um “arquivo de sinceridade humana sem precedentes”.
 

Brasil dá 5 dias para X bloquear imagens sexuais feitas por IA

Justiça, ANPD e Senacon exigem que a plataforma impeça imediatamente a geração de conteúdos sexualizados pelo Grok, inclusive envolvendo crianças e pessoas sem consentimento. Empresa pode sofrer multas e novas ações judiciais se descumprir a determinação

Notícias ao Minuto | 07:20 – 12/02/2026

 
 



Fontes: Notícias ao Minuto

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