Arquitetura
Instalação Urbana para o G20 | Festival Aliança Global Contra a Fome e a Pobreza / Estúdio Chão

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Descrição enviada pela equipe de projeto. Em novembro de 2024, o Rio de Janeiro recebeu o Festival Aliança Global Contra a Fome e a Pobreza, além do G20 Social, parte da programação oficial do G20. Durante três dias, shows gratuitos ocuparam a Praça Mauá e todo o Boulevard, reunindo milhares de pessoas e dezenas de artistas em torno de uma causa comum: justiça social e ambiental.


Com o objetivo de abrigar a diversidade e simultaneidade das ações — e, ao mesmo tempo, dialogar com a situação urbana privilegiada — concebemos a arquitetura do evento como uma cidadela efêmera sobreposta à praça. Essa intervenção sublinhou o espaço com novos equipamentos: uma nova camada de usos e fluxos que reapresentou o lugar, abrindo caminhos e perspectivas, potencializando ocupações pré-existentes — como o Museu do Amanhã e os galpões do porto — e revelando novas relações possíveis numa escala de proximidade mais humana. Um contraponto às ocupações rotineiras de eventos, nesta e em outras praças da cidade, frequentemente invasivas e desatentas às singularidades urbanas.


Os módulos propunham pausas: estruturas para sentar, deitar, observar. Espaços de descanso e reencantamento, mesmo em territórios já conhecidos. Um projeto que ofereceu uma trama social temporária — plataforma para o lazer, o ócio e o encontro.


As estruturas variadas, todas em estrutura tubular, foram projetadas para abrigar a diversidade de atividades — desde espaços dedicados ao ócio até feiras de comida e artesanato. Funcionaram também como ensaios de experimentação formal e construtiva, utilizando um leque restrito de componentes que ressaltavam seu caráter efêmero. As vedações leves e os fechamentos em telas Sannet (telas perfuradas) foram pensados para atenuar o forte sol do Rio de Janeiro e, ao mesmo tempo, valorizar a linguagem da estrutura de suporte. Sem separações de ambiência, climáticas ou de piso, cada espaço foi concebido como um convite ao usufruto e à celebração do estar na praça.


Uma das composições centrais do projeto foi uma arena instalada diante do Museu do Amanhã. Na paisagem marcada pela monumentalidade e por certa aridez, propusemos uma praça circular formada por dois conjuntos simétricos em arco — volumes vazados, leves e porosos. Estruturas que não bloqueavam a vista, apenas a emolduravam, criando nova escala e sugerindo novas perspectivas. O mobiliário urbano ganhava, assim, função e escala arquitetônica. Não se tratava de ocupar o lugar, mas de sublinhá-lo.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Residências La Cunka / Galetto estudio

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Descrição enviada pela equipe de projeto. Situadas nas Sierras Chicas de Córdoba, com vistas ao Lago Los Molinos, nas proximidades de uma pequena aldeia de montanha chamada Potrero de Garay. O projeto parte da necessidade de habitar a encosta leste de uma montanha; uma experiência tanto temporal, esporádica e concisa, quanto intensa.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Casa Fonte Velha / Martins Pimenta – Arquitetura e Construção

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Descrição enviada pela equipe de projeto. Situada em Matosinhos, a Casa da Fonte Velha é resultado de uma abordagem cuidadosa para criar um lar familiar contemporâneo que valoriza a convivência. Este projeto, destinado a um casal jovem com três filhos, enfoca a harmonia entre os espaços de convívio e a facilidade de receber amigos e familiares.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Casa GC / Estúdio Naia

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- Área:
706 m²
Ano:
2025
Fabricantes: Alwitra, Lumini, ZM Pedras Brasil, Zildemar Marmoraria

Descrição enviada pela equipe de projeto. Casa CG se integra à natureza e abraça a árvore central do terreno. Residência no interior paulista aposta em blocos funcionais, integração social e estética inspirada no modernismo contemporâneo brasileiro. Localizada em um terreno de esquina com 5.051m², repleto de árvores e marcado por um aclive que se abre para a vista de um vale, a Casa GC foi concebida como um refúgio de fim de semana para receber amigos e familiares. Projetada pelo Estúdio Naia, a residência teve como premissa preservar a vegetação existente, em especial uma grande árvore no centro do lote, que acabou se tornando protagonista do projeto.

Fonte: Archdaily
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