Livraria Gato sem Rabo é destino para quem ama literatura feminina (e bons cafés e coquetéis) | Lazer e cultura

[ad_1]

Em uma encruzilhada da Vila Buarque, no centro de São Paulo, 200 escritoras se apresentam de frente, prontas para o diálogo. Estão lado a lado, capas voltadas para o leitor, livres da usual clausura achatada entre lombadas. A disposição dos livros da Gato sem Rabo ilustra também o seu manifesto: levar ao centro o que por tanto tempo esteve à margem. “Estou testando esse formato no qual a curadoria fica mais visível”, diz Johanna Stein, fundadora do espaço dedicado apenas a títulos escritos por mulheres (cisgênero, transexuais e travestis). “É um gesto ousado porque não mostra todo o acervo ao mesmo tempo, mas gosto de pensar nessa escolha como uma investigação, uma maneira de reescrever a forma de nos relacionarmos com os livros.” O novo endereço também reforça a ideia de repensar interações empoeiradas: desde agosto, a livraria ocupa o térreo do Edifício Renata Sampaio Ferreira, projetado por Oswaldo Bratke em 1956 e tombado pelo Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo em 2012. Antes fechado por grades de uma agência dos Correios que salientavam a dura poesia concreta daquela esquina, o dilatado local parece respirar novamente.

[ad_2]

Fonte: Casa Vogue

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *