Entretenimento
Maeve Jinkings precisa ‘provar que está pronta’ para comandar operação em ‘DNA do Crime’
(FOLHAPRESS) – A série “DNA do Crime”, sucesso lançado em 2023 pela Netflix, volta na quarta-feira (4) mantendo o ritmo de “tiro, porrada e bomba” e aprofundando as tramas policiais e pessoais de seus personagens. Inspirada em crimes reais, a nova fase dá continuidade à caçada contra a quadrilha Fantasma, agora sob o comando do temido Isaac, interpretado por Alex Nader.
Nader afirma que o público vai se deparar com diversas situações de crítica moral e revela que a preparação para o papel foi intensa. “É um mergulho profundo, como nunca tinha feito antes na carreira”, conta à reportagem.
Durante dois meses, ele participou de estudos de cena, ensaios com outros atores e encontros com ex-presidiário, que hoje atuam como consultores da série. “Essas conversas foram fundamentais para entender como funcionam as engrenagens do crime por dentro, sem romantização”, diz.
A primeira temporada da produção se tornou um hit instantâneo, chegando à primeira posição no top 10 global e no Brasil da plataforma de streaming. Ao todo, a série figurou entre as mais assistidas em 71 países do mundo -feito raro para produções brasileiras. O sucesso abriu caminho para novos investimentos e elevou as expectativas para o segundo ano da trama.
O vilão entra na série com força total, substituindo Sem Alma (Thomás Aquino) como figura central do crime organizado. “Ele é frio, calculista, extremamente inteligente e não tem limites. É movido por ambição e poder, e está disposto a tudo para alcançar o topo”, explica Nader.
O ator também passou um período isolado em São Paulo para se desligar da vida pessoal e se dedicar completamente ao personagem. “Minha esposa segurou a barra no Rio com os meninos. Eu realmente fiquei imerso nesse universo por semanas. Vamos mostrar que o Brasil também sabe fazer ação”, afirma.
Se Isaac representa a ameaça crescente, do lado da lei o trio de agentes federais Suellen (Maeve Jinkings), Benício (Rômulo Braga) e Rossi (Pedro Caetano) tenta resistir à pressão da quadrilha, enquanto enfrenta conflitos internos. Suellen, por exemplo, ganha mais protagonismo. “Ela está em uma posição de comando e precisa provar que está pronta para isso”, diz Jinkings.
A atriz, que também está no remake de “Vale Tudo” na Globo, vive um momento de visibilidade dupla. “São duas personagens muito diferentes. Em ‘DNA’, Suellen é técnica, cerebral. Já na novela, estou num território completamente emocional. Precisei encontrar modos diferentes de me preparar e dividir esses universos.”
Maeve destaca ainda a importância da representação feminina na série. “É uma mulher no centro de uma operação policial complexa, enfrentando homens perigosos. Ela toma decisões difíceis, enfrenta dilemas éticos e mostra que coragem e sensibilidade podem coexistir.”
Thomás Aquino retorna como Sem Alma, agora atrás das grades. A nova temporada, no entanto, mostra que ele ainda não está fora do jogo. “O público vai ver um cara que tenta sair do crime, mas percebe que não tem mais volta. É como uma bola de neve. Por mais que ele tente cumprir a pena e priorizar a família, as consequências do passado não deixam”, afirma Aquino.
A preparação exigiu do ator um exercício psicológico intenso. “Precisei tirar tudo o que sou, toda a leveza, o riso, para me transformar em alguém com o peso do mundo nas costas. Ele tem um dilema constante: preciso sair, mas o crime não me deixa. Isso alimentava minha construção a cada cena”, diz.
Para Aquino, o personagem desperta empatia no público porque é humano. “Ele tem falhas, tenta fazer o certo, mas o contexto o puxa de volta. E aí a pergunta que fica é: o que você faria no lugar dele?”
A série segue sob o comando de Heitor Dhalia, que também atuou como showrunner na primeira temporada. A direção é dividida com Vellas e Pedro Jorge, e o elenco conta ainda com nomes como Lorenzo Martin e Duda Meneghetti.
“Acho que o público vai ficar mais vidrado ainda. O jogo ficou mais perigoso, mais próximo. A sensação é de que tudo pode explodir a qualquer momento”, antecipa Nader. E como resume Thomás Aquino: “A adrenalina continua. É disso que o público gosta: emoção com verdade”.
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Neymar causa burburinho ao curtir post com fotos de Bruna Marquezine
Neymar Jr. movimentou as redes sociais nesta segunda-feira (15) ao curtir uma publicação em que Bruna Marquezine aparece. O post foi feito pelo influenciador Lucas Guedez, que compartilhou fotos da festa de 30 anos e mostrou registros ao lado da atriz, ex-namorada do jogador.
Após a repercussão, Neymar retirou a curtida do post, mas prints da interação já circulavam entre internautas.
[Legenda]© Reprodução- Instagram
O relacionamento de Neymar e Bruna foi marcado por idas e vindas entre 2013 e 2018. Atualmente, a atriz está solteira desde o fim do namoro com o ator João Guilherme, com quem mantém amizade.
Neymar é casado com a modelo Bruna Biancardi, com quem tem duas filhas: Mavie, de 1 ano e 10 meses, e Mel, de 2 meses. Ele também é pai de Davi Lucca, de 14 anos, e Helena, de 1 ano.
Fonte: Notícias ao Minuto
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Estátua de Preta Gil é inaugurada em Copacabana ao lado da de Gilberto Gil
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A memória de Preta Gil (1974-2025) ganhou um novo capítulo nesta segunda-feira (15), quando a orla de Copacabana recebeu uma estátua da artista em frente ao tradicional Copacabana Palace.
A escultura foi instalada ao lado da imagem de Gilberto Gil, pai da cantora, eternizando na paisagem carioca a ligação entre os dois e sua contribuição para a música brasileira.
O monumento é fruto de uma mobilização dos fãs, que pediram para que Preta também fosse lembrada no espaço. A homenagem foi organizada pelo quiosque Areia MPB, administrado pela Orla Rio, o mesmo responsável por erguer a estátua de Gilberto Gil em 2023. A escolha do local também não é por acaso: o ponto fica próximo à residência do cantor, reforçando a ligação da família com a cidade.
Preta Gil morreu em julho deste ano, aos 50 anos, vítima de complicações de um câncer no intestino. A perda abalou o meio artístico e o público, que desde então tem promovido uma série de tributos para manter viva sua trajetória.
Recentemente, o trajeto oficial dos megablocos do Rio foi rebatizado como “Circuito Preta Gil”, reconhecimento à sua forte presença no Carnaval carioca.
Na carreira musical, Preta começou relativamente tarde, aos 29 anos, após atuar como produtora e publicitária. Seu álbum de estreia, “Prêt-à-Porter” (2003), trouxe sucessos como “Sinais de Fogo”, composta por Ana Carolina, e marcou sua chegada ao cenário nacional. Ao longo dos anos, consolidou-se como uma artista defensora da diversidade e da liberdade de expressão, além de se tornar símbolo de representatividade e alegria nos palcos.
“A estátua da Preta nasceu de um pedido dos próprios fãs, que queriam vê-la eternizada ao lado da de seu pai. Para nós, é uma honra atender a esse desejo e transformar o Quiosque Areia em um espaço de memória e afeto. Mais do que uma homenagem, é um símbolo da força da música brasileira e da conexão entre gerações”, afirmou Bruno de Paula, sócio do Areia MPB.
Na inauguração da estátua, o clima foi de emoção. Para os organizadores, o gesto é mais do que um marco cultural, é também uma forma de manter viva a memória de uma artista que sempre buscou transformar afetos em música.
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Me sentindo estranha, diz Deborah Secco sobre baixa autoestima
RIO DE JANEIRO, SP (FOLHAPRESS) – Deborah Secco acordou se sentindo estranha no fim de semana. “Nem feia nem bonita, só estranha mesmo”, disse a atriz em um vídeo postado em sua conta no Instagram, no qual narra um dia em que sua autoestima esteve abalada.
A atriz, aparentemente no quarto de casa (ou no closet), fez um desabafo e deixou uma mensagem positiva a seus mais de 26 milhões de seguidores. Ela contou que a sensação de que estava num dia ruim, “com a cara meio amassada, o cabelo entre o revoltado e o cacheado, uma espinha querendo nascer no meu queixo para fazer network” não a impediu de cumprir seus compromissos.
“A autoestima não é constante, ela some sem avisar”, continuou a atriz, que em seguida contou o que fez para lidar com a sensação de que não estava bem: se arrumou “para fingir que estava tudo sob controle” e saiu, “meio improvisada, meio segura, meio tanto faz”.
Um elogio no elevador fez com que tudo mudasse, o que a levou a refletir sobre a importância de seguir em frente, mesmo em dias ruins. “Autoestima é gostar da gente mesmo nesses dias, a beleza de verdade é a coragem de continuar se olhando com carinho, com amor”, finalizou.
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