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Mais uma vez, Brasil vence maratona da NASA

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O Brasil está em festa pois 3 equipes brasileiras estão dentre as 10 melhores na maior maratona de tecnologia do mundo, o NASA SPACE APPS CHALLENGE.

Uma das equipes vencedoras é a de estudantes da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), mas escolheram competir por Maceió – AL. Eles alcançaram um feito histórico ao desenvolver um projeto que visa detectar com precisão o início de eventos sísmicos (terremotos) em Marte e na Lua usando dados de velocidade do solo. O grupo trabalhou com um modelo de redes neurais artificiais profundas para filtrar as informações recebidas pelas missões de sismologia e responder ao desafio de identificar a localização precisa dessas ocorrências.Esta conquista destaca o talento e a inovação brasileiras em um dos maiores hackathons de tecnologia e inovação do mundo.

A equipe vencedora por Maceió – AL, com o apoio fundamental da Comunidade Hackathon Brasil, apresentou uma solução que chamou a atenção dos jurados por sua criatividade, impacto e viabilidade. Desde 2019, a Hackathon Brasil, uma organização sem fins lucrativos, tem prestado suporte à organização e participação brasileira no desafio da NASA, promovendo conexões, mentorias e oportunidades para talentos emergentes no país.

“Esta vitória é o reflexo do enorme potencial dos jovens brasileiros e da força da nossa comunidade de inovação. A Hackathon Brasil sente-se honrada em apoiar iniciativas que colocam o Brasil no topo da inovação mundial”, declarou Richard Tordoya, fundador da Comunidade HB.

O evento deste ano contou com a participação de mais de 15 mil equipes de 163 países, consolidando-se como uma competição de proporções globais. O Brasil foi representado por sete projetos finalistas, um marco significativo para o país, reafirmando seu lugar no cenário internacional de inovação.

Sobre a equipe vencedora pela cidade de Maceió – AL

O grupo é formado por Alailton José Alves Junior, Ana Carolina Miziara Sabino de Oliveira Borges, Antonio Teixeira da Matos, Gabriel Ribeiro Filice Chayb, Gustavo Ferreira Tavares e Larissa Borges de Mello, todos da UFU.Outras duas equipes brasileiras, de Campinas (SP) e Florianópolis (SC), chegaram ao pódio e estão dentre as 10 equipes campeãs globais.

Equipe de Campinas

O time Connected Earth Museum (Museu da Terra Conectada) desenvolveu uma experiência imersiva para todas as idades, onde os usuários exploram um museu virtual que conecta sistemas e fenômenos globais, aumentando a conscientização sobre as mudanças climáticas e seus impactos no planeta. Guiados por um anfitrião de IA através de uma galeria mágica, os usuários interagem com sete quadros responsivos que apresentam visualizações 3D e 2D de dados da NASA e de outras agências. Esses quadros incluem séries temporais sobre temperatura da Terra, temperatura dos oceanos, densidade populacional, emissões de carbono, incêndios florestais e dados em tempo real sobre ventos e umidade.

Integrantes: Alexander Toledo Mendes, Lucas Nogueira Roberto, Luc Joffily Ribas, Gabriel, Matheus Gasparotto Lozano, Pedro Carvalho Cintra e Riccardo Carvalho Sofer

Equipe de Florianópolis – SC

A equipe I.O. desenvolveu uma solução que utiliza os dados abertos da NASA para enfrentar desafios ambientais críticos. Seu projeto é focado no uso de imagens de satélite e agentes de IA para monitorar incêndios florestais e dados climáticos em tempo real, fornecendo insights acionáveis para esforços de conservação em todo o mundo. Ao integrar diversas fontes de dados, a plataforma da equipe I.O. permite que agricultores detectem incêndios florestais rapidamente e implementem medidas eficazes de combate.

Integrantes: Frank Mendes Rolim, Jan Felix Koeppen, Rafael Galate Baptista Ribeiro, Ryan Zernach e Victoria MoraesO NASA Space Apps Challenge é uma competição anual que desafia mentes criativas a resolver problemas reais utilizando dados abertos da NASA. Além de ser uma plataforma para soluções inovadoras, o evento também fomenta a colaboração global e o uso da tecnologia para o bem da humanidade.Com esta conquista, o Brasil reafirma sua posição como um dos líderes em criatividade e inovação no cenário internacional. Estas equipes não apenas levam orgulho ao país, mas também inspiram outras gerações a acreditar no poder transformador da ciência e da tecnologia.

A live do anúncio oficial e mais detalhes estão disponíveis em:  .



Fontes: Notícias ao Minuto

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Após ensaio, Nasa decide tentar lançar missão lunar Artemis 2 só em março

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(FOLHAPRESS) – A Nasa tentará em março lançar a missão Artemis 2, cujo objetivo é levar humanos em uma viagem ao redor da Lua. A agência tomou a decisão após o ensaio concluído nesta terça-feira (3) no Centro Espacial Kennedy, na Flórida, nos Estados Unidos.

Antes, havia a possibilidade de voo ainda neste mês, entre os dias 6 e 8 ou nos dias 10 e 11.

Porém, decidiu-se esperar até o mês que vem para que as equipes possam avaliar melhor os dados deste primeiro ensaio, também chamado de “wet dress”, a Nasa decidiu passar a mirar as janelas de lançamento do mês que vem.

O primeiro dia da janela de lançamento em março é o dia 6. O calendário inclui os dias 7, 8, 9 e 11. Depois, caso também não seja possível no próximo mês, há datas possíveis em abril -1º, de 3 a 6 e 30.

Antes de qualquer tentativa de lançamento, a Nasa ainda pretende realizar um segundo “wet dress”, que em linhas gerais consiste em uma simulação de lançamento com diversos testes com o foguete SLS e a cápsula Orion já na plataforma de lançamento.

Segundo a Nasa, neste primeiro teste, por exemplo, houve o abastecimento do foguete para avaliar possíveis problemas.

Com a mudança de janela, a agência afirmou que Reid Wiseman, Victor Glover, Christina Koch e Jeremy Hansen vão ser liberados da quarentena em Houston. O quarteto estava isolado desde o dia 21 de janeiro para garantir que não houvesse exposição a doenças que pudessem comprometer a missão.

Eles devem entrar em isolamento novamente em torno de duas semanas antes da próxima janela de lançamento. Quando enfim embarcarem na viagem lunar eles se tornarão os primeiros seres humanos a deixar a órbita da Terra desde a missão Apollo 17, em dezembro de 1972.

NASA explica em vídeo a Artemis II, ensaio antes do retorno à Lua

Missão tripulada deve ser lançada em 6 de fevereiro e funcionará como um ensaio geral para o retorno de astronautas à superfície lunar. O voo vai testar os sistemas da cápsula Orion e preparar o caminho para a Artemis III, que prevê o pouso na Lua

Notícias ao Minuto | 07:40 – 03/02/2026



Fontes: Notícias ao Minuto

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Asteroide passa a “acompanhar” a Terra e chama atenção de astrônomos

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Um pequeno asteroide recém-identificado passou a chamar a atenção de astrônomos por seu movimento incomum em relação à Terra. Batizado de 2025 PN7, o corpo celeste passou a ser classificado como um quase-satélite, termo usado para descrever objetos que orbitam o Sol, mas acompanham a Terra de forma sincronizada por longos períodos.

Segundo reportagem da ABC News, o asteroide não é uma lua de fato e não está preso à gravidade terrestre. Ainda assim, sua órbita é tão semelhante à da Terra que, visto do nosso planeta, ele parece permanecer por perto, como se estivesse “seguindo” o movimento terrestre ao redor do Sol.

O 2025 PN7 foi identificado por astrônomos a partir de dados de observação recentes e tem cerca de 19 metros de diâmetro. De acordo com especialistas ouvidos pela ABC News, esse tipo de objeto entra em uma relação conhecida como ressonância orbital 1:1, completando uma volta ao redor do Sol praticamente no mesmo tempo que a Terra.

Os cálculos indicam que o asteroide deve manter esse comportamento por várias décadas, possivelmente até o início da década de 2080, antes que interações gravitacionais alterem sua trajetória. Fenômenos como esse não são inéditos, mas são considerados raros, especialmente quando envolvem objetos que passam relativamente próximos ao planeta.

Astrônomos explicam que o interesse pelo 2025 PN7 vai além da curiosidade popular. O acompanhamento de quase-satélites ajuda a entender melhor como pequenos corpos interagem gravitacionalmente com a Terra, além de fornecer dados importantes para modelos de previsão orbital e para estratégias de defesa planetária.

A ABC News destaca que esses objetos também podem servir como alvos potenciais para futuras missões espaciais, já que sua órbita semelhante à da Terra reduz custos e riscos de deslocamento. Apesar disso, os cientistas reforçam que o 2025 PN7 não representa ameaça ao planeta.

Por que Plutão não é mais planeta? Como as classificações na astronomia funcionam

Como esses pequenos objetos celestes são classificados

Notícias Ao Minuto Brasil | 05:24 – 01/02/2026



Fontes: Notícias ao Minuto

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NASA explica em vídeo a Artemis II, ensaio antes do retorno à Lua

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A NASA entra na reta final para um dos momentos mais aguardados do seu programa lunar. Se o cronograma for mantido, a agência norte-americana deve lançar a missão Artemis II no próximo dia 6 de fevereiro, marcando o retorno de astronautas ao espaço profundo após mais de meio século.

Diferentemente da Artemis I, realizada sem tripulação, a nova missão levará quatro astronautas a bordo da cápsula Orion. Embora não esteja previsto um pouso na Lua, a Artemis II é considerada um passo decisivo no plano de levar humanos novamente à superfície lunar, funcionando como um verdadeiro ensaio geral para as próximas etapas do programa.

Para detalhar os objetivos da missão, a NASA divulgou recentemente um vídeo explicativo com animações que mostram, em detalhes, como será o voo. A missão utilizará o foguete Space Launch System (SLS), responsável por colocar a cápsula Orion em órbita com os astronautas Reid Wiseman, Victor Glover, Christina Koch, todos da NASA, e Jeremy Hansen, da Agência Espacial Canadense.

Após o lançamento, a tripulação fará inicialmente uma volta completa ao redor da Terra antes de seguir rumo à Lua. A cápsula não pousará no satélite natural, mas realizará uma órbita ao seu redor, aproximando-se a uma distância entre 6.500 e 9.500 quilômetros da superfície lunar. Ao todo, os astronautas passarão cerca de dez dias no espaço.

O principal objetivo da Artemis II é testar, em condições reais, todos os sistemas da cápsula Orion, desde suporte de vida até comunicação e navegação em espaço profundo. As informações coletadas serão fundamentais para o planejamento da Artemis III, missão que pretende levar novamente astronautas à Lua, incluindo o primeiro pouso tripulado desde 1972.

“A missão de teste de dez dias demonstrará capacidades essenciais para a exploração humana do espaço profundo”, afirma a NASA no vídeo institucional. “Ela provará que a Orion está pronta para manter astronautas seguros fora da órbita terrestre e permitirá que equipes no espaço e em solo pratiquem operações críticas para missões futuras.”

Segundo o site especializado Digital Trends, a agência está na fase final de testes do foguete SLS. A tripulação já se encontra em quarentena, procedimento padrão antes de missões tripuladas, enquanto novos testes nos sistemas de propulsão devem ser realizados nos próximos dias. Se tudo ocorrer como planejado, a Artemis II abrirá um novo capítulo na exploração lunar humana.



Fontes: Notícias ao Minuto

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