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As arquitetas lembram que essas são medidas paliativas e os problemas devem ser resolvidos, com ajuda profissional, assim que possível. Contudo, até lá, não é preciso viver em um lugar desagradável. “A casa precisa acolher, representar quem mora ali e facilitar a rotina. Às vezes, pequenas mudanças já são suficientes para resgatar o prazer de estar no próprio lar”, conclui Carolina.
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Fonte: Casa Vogue

