Arquitetura
Museu da História da Porcelana / Atelier Deshaus

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- Área:
17206 m²
Ano:
2025

Descrição enviada pela equipe de projeto. O Museu da História da Porcelana está localizado na Vila Longsheng, província de Zhejiang, China. Ao norte do terreno encontram-se vestígios de fornos primitivos de porcelana, datados do período Shang até o período dos Reinos Combatentes, enquanto um pequeno rio percorre a borda sul do local, cruzado pela Ponte Wukang Shishe, originalmente construída durante a dinastia Yuan. No interior da área, partes das antigas habitações da vila foram preservadas, reconstruídas ou adaptadas e integradas aos espaços expositivos do museu, funcionando como galerias temáticas ou instalações de apoio e permitindo a preservação de elementos do tecido histórico local. O corpo principal do museu é composto por duas partes, sendo que uma delas se estende longitudinalmente ao longo da margem do rio, adotando uma planta retangular e uma forma arquitetônica de caráter orgânico.



Galerias que acompanham o terreno ondulante, um sistema de pilares relativamente esguio e uma cobertura que remete às tipologias Xieshan ou Wudian compõem uma imagem arquitetônica marcada pela hibridez composicional e pela multiplicidade semântica. Em termos formais, essa imagem evoca associações com a arquitetura tradicional chinesa, ao mesmo tempo em que, por meio da incorporação de novas relações de escala, sistemas estruturais curvilíneos e linguagem material contemporânea, o edifício se coloca em um estado de sobreposição entre a imagem tradicional e a expressão contemporânea, produzindo, no plano perceptivo, uma hesitação frente às categorias arquitetônicas estabelecidas.



As bordas da cobertura do edifício principal são articuladas em uma altura relativamente baixa, inclusive inferior à das habitações preservadas da vila adjacente. Essa relação de escala estabelece um sentido de coordenação entre o grande edifício público e o tecido residencial de menor escala. No interior do museu, o salão principal e as galerias se abrem para o exterior, incorporando a Ponte Shishe, da dinastia Yuan, e o rio à experiência espacial como um todo, onde passam a integrar o campo perceptivo interno, reforçando a continuidade entre o edifício e o ambiente que o circunda.


A outra parte do museu apresenta uma presença formal mais contida e adota uma abordagem arquitetônica orientada pela paisagem, permitindo moderar a relação entre a escala programática e a escala do lugar. Ao acompanhar as variações topográficas do sítio, o edifício se integra parcialmente ao terreno, enquanto dois pátios são introduzidos para organizar a entrada de luz natural e a ventilação, enriquecendo a sequência espacial.


Um dos pátios reconstrói, em sua implantação original, uma habitação tradicional, funcionando como espaço expositivo temático dedicado à cultura local e dando continuidade à escala e à ordem do antigo tecido da vila. O outro pátio adota uma expressão contemporânea por meio de uma construção em chapas de aço, estabelecendo uma atmosfera espacial que dialoga com a da varanda tradicional. A cobertura dessa porção integrada à paisagem assume a forma de uma composição geométrica linear, articulada por variações de altura; em sua morfologia, mantém continuidade com a paisagem agrícola em terraços do entorno, atuando como pano de fundo para o edifício principal e situando a arquitetura em um contexto regional mais amplo.


O telhado curvilíneo do edifício principal do museu pode ser entendido, por um lado, como uma transformação abstrata das formas arquitetônicas tradicionais e, por outro, como uma continuidade da paisagem ao redor. O teatro ao ar livre integrado à cobertura incorpora as montanhas distantes e a água próxima à experiência de uso e percepção do edifício, permitindo que o ambiente natural desempenhe um papel na narrativa espacial do museu. Como o edifício principal ocupa a antiga vila, uma proposta inicial de projeto previa a incorporação das fundações originais da vila aos espaços expositivos internos, como uma possível estratégia para explorar a relação entre a nova estrutura arquitetônica e o substrato histórico. Essa proposta, no entanto, não foi integralmente mantida na implementação final.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Casa Vazia / estudio veintidós

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Descrição enviada pela equipe de projeto. Localizada em uma pequena vila nas Montanhas Riaza, em Segóvia, a habitação se insere nos vestígios de um antigo estábulo construído em pedra bruta e terra batida, cujos telhados e divisórias internas encontravam-se em severo estado de ruína. Após o esvaziamento do volume edificado, o projeto adota a envoltória preexistente como fundação e limite, abrindo mão da ocupação total original para, em seu lugar, liberar um espaço central destinado a articular a nova vida doméstica.

Arquitetura
No Japão, este estádio de futebol será totalmente sustentável e construído com ajuda da comunidade
Assinado pelo escritório japonês VUILD, o projeto pretende se tornar um modelo internacional de design sustentável e circular. Em contraste com os estádios monumentais que dominam friamente as grandes cidades, este equipamento esportivo em escala humana se inspira na tipologia de uma casa de dois andares. Construído com a participação de moradores e torcedores, o estádio será montado pela própria comunidade local, em um espírito que remete ao trabalho coletivo tradicional. Adaptado às condições climáticas da região de Fukushima, o projeto incorpora soluções de energia passiva, que vão da captação da água da chuva à ventilação natural.
Arquitetura
Casa Terra / Tomohiro Hata Architect and Associates

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Descrição enviada pela equipe de projeto. O projeto teve início com a seguinte pergunta do cliente ao arquiteto:
“A sociedade ao nosso redor parece muito madura; no entanto, muitos edifícios estão sendo demolidos um após o outro, mesmo quando ainda têm vida útil suficiente. Isso não acontece justamente por causa da perda de algo essencial?”

Fonte: Archdaily
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