Arquitetura
Museu de Artes da Universidade de Princeton / Adjaye Associates

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- Área:
13565 m²
Fabricantes: Terrazzo & Marble, Unknown (Removed)


Descrição enviada pela equipe de projeto. O Museu de Artes da Universidade de Princeton tem um novo lar audacioso no coração do campus, projetado por Adjaye Associates com Cooper Robertson atuando como arquiteto executivo. Concebido como um “campus dentro do campus”, o novo museu dobra o tamanho de seu antecessor, mantendo-se enraizado no local histórico, reforçando seu papel central na vida universitária e seu lugar como um centro cultural para a comunidade mais ampla.

Localizado centralmente entre a Elm Drive e a Chapel Drive ao longo do McCosh Walk, o novo museu de 13.565 metros quadrados e três andares se inspira no patrimônio arquitetônico de Princeton. Aproveitando a permeabilidade do campus, o projeto rompe a massa em nove pavilhões interconectados que ressoam com os edifícios circundantes. Organizado em torno de dois eixos principais — norte-sul e leste-oeste —, o museu foi concebido de modo a alinhar-se à circulação natural do campus, garantindo sua integração orgânica à vida cotidiana da universidade, mesmo fora do horário de visitação. No térreo, dois amplos “corredores de arte” atravessam o edifício, conectando-o aos fluxos existentes do campus e permitindo que partes do museu permaneçam vivas e acessíveis mesmo quando as galerias estão fechadas.

As galerias se organizam como uma sequência de volumes intercalados por espaços intermediários que emolduram vistas para os marcos da universidade, a paisagem e as esculturas ao ar livre. O conjunto responde ao declive natural do terreno, descendo suavemente para criar terraços, pátios abertos e áreas de convivência capazes de acolher eventos com públicos que variam de 200 a 2.000 pessoas. O projeto paisagístico preserva as árvores ao longo do McCosh Walk, relocando exemplares significativos sempre que possível e incorporando novos terraços verdes que conectam o museu à topografia e ao tecido do campus.


O projeto enfatiza a transparência e o engajamento, explorando aberturas profundas que funcionam como lentes de luz, poços de iluminação e percursos abertos que estabelecem conexões contínuas entre arte, paisagem e comunidade. As escolhas de materiais e os tratamentos de fachada foram cuidadosamente calibrados para captar a luz em diferentes direções, fazendo com que o edifício se transforme ao longo do dia. O exterior combina painéis de agregados de pedra — alternando superfícies ásperas e polidas — com esquadrias de bronze e vidro triplo, compondo uma pele arquitetônica vibrante. O resultado é uma construção texturizada, porosa e responsiva, cuja materialidade reforça o diálogo entre permanência e mutabilidade.

No interior, vigas estruturais de madeira laminada colada (glulam) e materiais de tonalidade quente conferem tangibilidade e escala humana a espaços centrais como o Hall de Entrada, o Hall da Grande Escadaria e o Salão Nobre. Os acabamentos de terrazzo e madeira refletem o mesmo rigor aplicado à fachada, ancorando a experiência do visitante na materialidade e permanência.

O projeto é uma resposta a uma visão curatorial ambiciosa que prioriza o contato cultural, a troca e a narração de histórias. Noventa e cinco por cento do espaço da galeria está localizado em um único nível, reunindo a coleção de alcance global de Princeton de maneiras que desafiam as hierarquias tradicionais de exibição, interrompendo narrativas convencionais da história da arte.


A disposição convida a novos encontros através da geografia, cronologia e cultura. O armazenamento visível, as alturas de pé-direito variadas e as vistas emolduradas permitem que os visitantes vislumbrem obras a partir das zonas de circulação e de fora, dissolvendo o limiar tradicional entre o museu e o campus.

O programa do museu apoia o ensino, a pesquisa e a prática criativa em todos os níveis. O térreo abriga espaços públicos e educacionais com salas de aula para estudo de objetos, “laboratórios de criatividade”, salas de seminários e auditórios, enquanto os andares superiores contêm galerias, estúdios de conservação, escritórios e um café na cobertura com áreas de assentos internas e externas. O hall flexível recebe palestras, performances e reuniões comunitárias em múltiplas configurações, ampliando o papel do museu como um local para diálogo e troca.

Sustentabilidade – O novo edifício alcança a certificação LEED Gold e se alinha com o Plano de Sustentabilidade da Universidade de Princeton para emissões líquidas de carbono zero até 2046. Tecnologias sustentáveis foram incorporadas desde o início do projeto, possibilitando metas de desempenho que vão além dos padrões atuais. Uma envoltória de alto desempenho, com isolamento reforçado e janelas triplamente envidraçadas em “lentes” estruturais com quebras térmicas, garante controle térmico eficiente e estabilidade ambiental. Sistemas avançados de climatização e umidade mantêm condições ideais de conservação para a coleção. O museu é setorizado para operação seletiva, permitindo que determinadas áreas permaneçam abertas de forma independente, reduzindo o consumo de energia e mantendo o edifício ativo ao longo do dia e também à noite.

Fonte: Archdaily
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Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18

A imperatriz austríaca Maria Theresa (1717-1780), uma das monarcas mais amadas e com o reinado mais longo da Europa, foi homenageada com um navio de cruzeiro de luxo. Com decoração inspirada no século 18, a embarcação foi nomeada como “Melhor Novo Navio Fluvial” pelos editores do Cruise Critic em sua temporada inaugural. Os preços para viagens de uma semana variam de 2.080 a 13.849 euros (R$ 13 mil a R$ 86 mil, em valores convertidos na cotação atual), variando de acordo com o tipo de acomodação.
O SS Maria Theresa, com trajeto pelos rios Danúbio e Meno, tem a configuração de suas acomodações alterada a cada ano. A capacidade é de 150 hóspedes e 55 tripulantes. Para 2026, a embarcação conta com uma Grand Suite, 10 suítes e 64 cabines, todas com camas Savoir da Inglaterra feitas sob encomenda, lençóis de cetim de algodão personalizados e edredons europeus. Além disso, os viajantes contam com um menu de opções de travesseiros e banheiros revestidos de mármore.
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
A Grand Suite tem 38 m², conta com quarto, sala de estar espaçosa separada, banheiro com chuveiro de efeito chuva e banheira, além de área privativa para vaso sanitário e bidê. Entre as comodidades, há o serviço de mordomo, café da manhã no quarto, frigobar completo, além engraxate e serviço de lavanderia gratuito.
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
As suítes convencionais tem 28,3m², vista para o rio e varanda privativa com janelas do chão ao teto. Banheiro em mármore, aquecedor de toalhas, serviço de mordomo na suíte, café da manhã no quarto, engraxate e serviço de lavanderia gratuito estão entre as comodidades. Já as cabines clássicas têm 15 m² e janelas localizadas na linha d’água.
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
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Uniworld/Divulgação
Fonte: Casa Vogue
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