Arquitetura
Museu do Amanhã tem visitas gratuitas às terças-feiras com o apoio do Grupo CCR
A terça-feira é o dia mais movimentado do Museu do Amanhã. Faça chuva ou faça sol, milhares de pessoas vêm de diversas partes do Rio de Janeiro, e de todo o Brasil, para visitar o Museu gratuitamente.
Desde 2022, o Grupo CCR é uma das empresas mantenedoras do Museu do Amanhã e apoia o projeto Terças Gratuitas, democratizando o acesso à cultura, promovendo a cidadania e a inclusão social.
Até maio deste ano, mais de 240 mil pessoas visitaram o Museu graças ao projeto Terças Gratuitas, viabilizado pelo Grupo CCR, por meio do Instituto CCR, proporcionando acesso a um dos melhores museus do mundo, além de expandir conhecimentos e realizar interações com atividades voltadas à educação, cultura, sustentabilidade e inovação.
Segundo Bruna Baffa, diretora do Museu do Amanhã, “A terça-feira é imbatível, temos em média cerca de 5 a 6 mil pessoas visitando o Museu neste dia, enquanto nos outros dias vai para 3 mil e poucos.”

- O acesso neste dia é livre para qualquer visitante, mas predominam alunos e professores ávidos por conhecimento, descobertas e experiências que serão levadas por toda a vida.
“Esse é um dia de muito impacto. A Terça Gratuita, possibilitada pela CCR, é fundamental para recebermos muitas escolas, muitos estudantes. É muito lindo ver o átrio e as exposições repletas de crianças. E ter um parceiro que nos ajuda a viabilizar essa experiência é muito importante porque esse legado é fundamental para a cidade”, ressalta Bruna.
Para que os projetos sociais, comunidades, professores e alunos do Programa Caminhos para a Cidadania – voltado para a formação dos professores – possam participar desta visitação, além da entrada gratuita ao Museu, o Instituto CCR oferece um kit lanche e o transporte gratuito pelo VLT (Veículo Leve sobre Trilhos), que permite a interligação da Região Portuária ao centro financeiro da cidade e Santos Dumont de forma rápida, segura e sustentável. Todas essas visitas são realizadas com apoio do educativo e solicitadas pelos projetos e escolas. Já para grupos mais distantes no Rio de Janeiro, que agendam as visitas monitoradas, é oferecido ônibus gratuito.
A estrutura do Museu
Com mais de 30 mil metros quadrados, o Museu do Amanhã está localizado na Praça Mauá, uma região muito importante e histórica do Rio de Janeiro.
Orientado pelos valores éticos da sustentabilidade e da convivência, o Museu é um espaço de ciências aplicadas que promove a inovação e explora as oportunidades e os desafios que a humanidade terá de enfrentar nas próximas décadas, ampliando conhecimento e transformando o modo de pensar e agir de todo mundo que passa por lá.
“Para falar sobre os amanhãs é preciso voltar muitos anos, que é a exposição de longa duração. De onde a gente vem? Para onde estamos indo? E como queremos ir? Essa é a grande construção desse Museu, o eixo fundamental que faz refletir em como podemos viver melhor neste planeta, como podemos viver melhor com nós mesmos. A gente nasce a partir dessas perguntas e desse desejo de construir os amanhãs que a gente quer”, completa Bruna Baffa.
Por meio de ambientes audiovisuais, instalações interativas e jogos, o público navega pelo passado, compreende a atualidade e imagina futuros possíveis para os próximos 50 anos.

O Museu do Amanhã é dinâmico e se renova constantemente. Além da exposição principal, o público sempre tem acesso às exposições temporárias, como a “Celular 50” que começou dia 23 de maio e vai até 20 de agosto de 2023. O conteúdo imersivo, lúdico a afetivo dialoga com todas as gerações, provocando reflexões pela mobilidade, liberdade e as transformações e impactos que ainda estão por vir.
A CNN BRASIL não se responsabiliza pelo conteúdo deste publieditorial e pelas informações sobre os produtos/serviços promovidos nesta publicação.
Arquitetura
Casa MJ / majo | ArchDaily Brasil

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- Área:
250 m²
Ano:
2021
Fabricantes: Deca, Drenaltec, Luchi Esquadrias em Alumínio, Marmoraria Valinhos, Portobello, Solo Revestimentos, Teceart Móveis e Planejados

Descrição enviada pela equipe de projeto. Nossa casa foi pensada para ser muito mais do que apenas um local para viver; ela é uma extensão de quem somos. O conceito de integração entre os espaços foi um dos nossos maiores focos, permitindo uma convivência contínua e harmônica entre os ambientes internos e externos. Utilizamos materiais naturais, como a madeira, o concreto e o tijolo, que trazem autenticidade e aconchego ao projeto, sem perder o toque contemporâneo.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Casa Colibri / Estudio Libre MX

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- Área:
376 m²
Ano:
2025

Descrição enviada pela equipe de projeto. Localizada ao sul da Cidade do México, esta casa foi projetada com o objetivo de acolher encontros e eventos, oferecendo um espaço de convivência e lazer familiar, tendo a piscina como eixo central do projeto.

Arquitetura
Tudo azul: apartamento de 40 m² com decoração inspirada no livro Vinte Mil Léguas Submarinas

Projetar um apartamento de 40 m² de frente para o mar implica, necessariamente, assumir uma posição. Nesse caso, o Zyva Studio decidiu fazê-lo sem rodeios e mergulhou de cabeça. Literalmente. Em Marselha, a poucos metros do porto e da Catedral de La Major, o projeto foi concebido como uma cápsula subaquática ancorada à cidade — um lar azul onde a arquitetura é um exercício de imersão, e não de contemplação.
Da janela, é o horizonte que define o tom do projeto. O azul se desdobra como uma paisagem contínua, diluindo as fronteiras entre interior e exterior, realidade e ficção. Aqui, não estamos apenas em Marselha: estamos também dentro de Vinte Mil Léguas Submarinas, um clássico escrito por Júlio Verne. Essa é a referência literária que guia a imaginação de Anthony Authié, fundador do estúdio responsável pelo projeto, que descreve o espaço como “uma reinterpretação livre de uma paisagem subaquática”.
Nesse interior, o azul é o protagonista absoluto. Mas não um azul decorativo, e sim um azul envolvente, quase físico. Ele aparece no chão, que assume a cor do horizonte do mar, nas paredes e, com especial intensidade, no banheiro, inteiramente revestido de mármore da mesma tonalidade. Authié o descreve como um espaço “cavernoso e monástico”, um lugar de contemplação onde o silêncio parece se amplificar. A sensação não é apenas visual: é perceptiva e sensorial.
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Uma divisória com janelas redondas separa a área social do quarto; no piso, uma versão em tons creme das tradicionais listras náuticas
Yohann Fontaine/Divulgação
Anthony Authié, do Zyva Studio, reinterpreta a paisagem aquática neste apartamento de 40 m² no centro de Marselha
Yohann Fontaine/Divulgação
As vigias reforçam essa ideia. Funcionam como limiares simbólicos entre os cômodos e, ao mesmo tempo, como alusões à ficção científica oceânica. Olhar através delas é observar outro mundo por dentro, como se o apartamento se movesse entre duas realidades sobrepostas.
A identidade do Zyva Studio se revela nos detalhes: puxadores que lembram ouriços-do-mar, tomadas impressas em 3D em formato de água-viva, algas imaginárias emergindo das paredes. Até mesmo os móveis, com suas formas arredondadas, parecem vivos, integrados a esse ecossistema imaginado. No quarto, um pequeno espelho posicionado no centro de uma armadilha para ursos faz alusão ao mito de Narciso: para se ver, é preciso se aproximar, correndo o risco de ser capturado.
A sala de jantar, em tons de areia, é um espaço contínuo definido por formas curvas e mobiliário feito sob medida
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma pia de aço e um espelho que lembra ouriços-do-mar adornam o cômodo
Yohann Fontaine/Divulgação
Detalhe do dormitório também decorado com marcenaria azul e itens de cama bege
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma única divisória central atravessa o apartamento, separando claramente a área diurna — cozinha e sala de estar — da área noturna, onde ficam o quarto e o banheiro. Essa parede é pintada de azul profundo, enquanto o restante recebe um bege mineral que remete às rochas da cidade. O piso, com padrão náutico em tons de creme, evoca a fachada da Catedral de La Major e, ao mesmo tempo, revisita um dos grandes clássicos do design de interiores — um exercício recorrente na obra de Anthony Authié, sempre interessado em desafiar o familiar para levá-lo a outro patamar.
A cozinha em tons de bege mineral se abre para a sala de estar
Yohann Fontaine/Divulgação
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A parede divisória possui armários com acabamento em puxadores desenhados pelo Zyva Studio
Yohann Fontaine/Divulgação
Para diluir a fronteira entre os dois mundos — e brincar com essa separação sem torná-la rígida —, as janelas redondas rompem a divisória num gesto simbólico, permitindo a passagem de um mundo para o outro. “É a curiosidade de uma criança que espreita por um buraco de rato para descobrir a paisagem do outro lado”, explica o designer.
O projeto convida a olhar e a ser olhado, a observar a vida na sala de estar a partir do quarto e vice-versa, estabelecendo um diálogo visual constante entre os espaços. Assim, o apartamento se torna um dispositivo de fuga: “Este lugar permite escapar do cotidiano e viajar para um mundo diferente. Pelo menos, é esse o meu objetivo.”
*Matéria publicada originalmente na Architectural Digest França
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Fonte: Casa Vogue
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