Arquitetura
Novas TVs e eletrodomésticos inteligentes integram tecnologia e design | Marcas Parceiras
Não basta ter o que há de mais atual em matéria de tecnologia para que um produto mereça espaço em uma casa contemporânea: ele precisa combinar inovação e design para criar um ambiente que seja conectado, confortável e belo.
Tendo como meta o equilíbrio perfeito entre esses aspectos, a TCL, uma das maiores fabricantes de eletrônicos de consumo do mundo, tem o design como eixo central na criação de produtos. “Para que isso aconteça, o Design and Innovation Center da TCL lidera a visão criativa e funcional da marca, unindo estética e praticidade em dispositivos inteligentes, atraentes e eficientes”, explica o CEO da TCL SEMP, Eason Cai, que é também gerente geral do TCL Latin America Business Group.
O resultado dessa estratégia pode ser visto no volume de vendas e nos prêmios recebidos. A TCL lidera os mercados de TVs ultragrandes (com 85 polegadas ou mais), TVs Mini LED e Google TVs, segundo dados mundiais de 2024 da consultoria Omdia. Só neste ano, foi reconhecida com 17 prêmios internacionais de design, incluindo os iF Design Awards e Red Dot Product Design Awards 2025. As premiações abrangem TVs, dispositivos móveis, eletrodomésticos inteligentes, design de experiência do usuário e produtos para um estilo de vida conectado.
Para ver de perto a integração, basta visitar a CASACOR São Paulo 2025, mostra de arquitetura, paisagismo e design de interiores em São Paulo que vai até o dia 3 de agosto. A TCL é parceira oficial de televisão do evento e apresenta ali seus novos televisores gigantes, com telas de até 115 polegadas e tecnologia QD-Mini LED – que explicaremos mais à frente. A TCL exibe na CASACOR suas novas smart TVs em 12 ambientes planejados por arquitetos como André Bastos, Gabriel Fernandes, Gleuse Ferreira, João Panaggio, Lui Costa e Pedro de Marqui.
“Meu projeto nasceu do desejo de criar um ambiente que fosse ao mesmo tempo refúgio e inspiração – um espaço acolhedor, com texturas naturais, formas orgânicas e uma paleta suave, que convida ao descanso e ao convívio. Cada elemento foi pensado para compor uma experiência sensorial completa. Nada está ali por acaso”, explica Lui Costa. “A tecnologia da TCL se integrou de forma absolutamente harmônica a essa proposta: as TVs de tela grande se fundem à arquitetura com leveza e sofisticação, funcionando quase como obras em movimento. Elas expandem o olhar, acompanham a rotina e reforçam a ideia de que a casa pode e deve ser um lugar onde o design, o conforto e a inovação caminham juntos, de forma fluida e emocional”, assinala.
Uma lupa na tecnologia “QD-Mini LED”
Os tradicionais painéis de LED ganharam um upgrade: trata-se do QD-Mini LED, que combina a vivacidade de cores das TVs QLED, que utilizam nanopartículas chamadas de quantum dots, a um contraste que permite cores verdadeiramente escuras e claras e amplia o leque de tonalidades.
O segredo está na iluminação da tela, que é ativada por milhares de minúsculos diodos emissores de luz, os míni LEDs. Já os quantum dots, compreendidos entre a fonte de luz e a tela, atuam como um filtro que gera cores mais puras, realistas e com transições suaves. A tecnologia está presente em TVs de grande formato da TCL, como C6K e C7K, lançadas recentemente no Brasil.

Além do design, a TCL também busca o bem-estar. Nesse sentido, a busca por ambientes internos mais saudáveis e eficientes impulsiona o setor de ar-condicionado. Com acabamento premium, design moderno e elegante, os equipamentos da TCL com a tecnologia FreshIN promovem a renovação de ar do ambiente, que permite a renovação do ar em tempo real. Isso se dá a partir da migração do ar fresco externo para o ambiente interno, trocando com o ar que estava ali. Essa função melhora a qualidade do ar de espaços fechados, contribuindo para a redução de poluentes internos.
Arquitetura
Casa Colibri / Estudio Libre MX

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- Área:
376 m²
Ano:
2025

Descrição enviada pela equipe de projeto. Localizada ao sul da Cidade do México, esta casa foi projetada com o objetivo de acolher encontros e eventos, oferecendo um espaço de convivência e lazer familiar, tendo a piscina como eixo central do projeto.

Arquitetura
Tudo azul: apartamento de 40 m² com decoração inspirada no livro Vinte Mil Léguas Submarinas

Projetar um apartamento de 40 m² de frente para o mar implica, necessariamente, assumir uma posição. Nesse caso, o Zyva Studio decidiu fazê-lo sem rodeios e mergulhou de cabeça. Literalmente. Em Marselha, a poucos metros do porto e da Catedral de La Major, o projeto foi concebido como uma cápsula subaquática ancorada à cidade — um lar azul onde a arquitetura é um exercício de imersão, e não de contemplação.
Da janela, é o horizonte que define o tom do projeto. O azul se desdobra como uma paisagem contínua, diluindo as fronteiras entre interior e exterior, realidade e ficção. Aqui, não estamos apenas em Marselha: estamos também dentro de Vinte Mil Léguas Submarinas, um clássico escrito por Júlio Verne. Essa é a referência literária que guia a imaginação de Anthony Authié, fundador do estúdio responsável pelo projeto, que descreve o espaço como “uma reinterpretação livre de uma paisagem subaquática”.
Nesse interior, o azul é o protagonista absoluto. Mas não um azul decorativo, e sim um azul envolvente, quase físico. Ele aparece no chão, que assume a cor do horizonte do mar, nas paredes e, com especial intensidade, no banheiro, inteiramente revestido de mármore da mesma tonalidade. Authié o descreve como um espaço “cavernoso e monástico”, um lugar de contemplação onde o silêncio parece se amplificar. A sensação não é apenas visual: é perceptiva e sensorial.
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Uma divisória com janelas redondas separa a área social do quarto; no piso, uma versão em tons creme das tradicionais listras náuticas
Yohann Fontaine/Divulgação
Anthony Authié, do Zyva Studio, reinterpreta a paisagem aquática neste apartamento de 40 m² no centro de Marselha
Yohann Fontaine/Divulgação
As vigias reforçam essa ideia. Funcionam como limiares simbólicos entre os cômodos e, ao mesmo tempo, como alusões à ficção científica oceânica. Olhar através delas é observar outro mundo por dentro, como se o apartamento se movesse entre duas realidades sobrepostas.
A identidade do Zyva Studio se revela nos detalhes: puxadores que lembram ouriços-do-mar, tomadas impressas em 3D em formato de água-viva, algas imaginárias emergindo das paredes. Até mesmo os móveis, com suas formas arredondadas, parecem vivos, integrados a esse ecossistema imaginado. No quarto, um pequeno espelho posicionado no centro de uma armadilha para ursos faz alusão ao mito de Narciso: para se ver, é preciso se aproximar, correndo o risco de ser capturado.
A sala de jantar, em tons de areia, é um espaço contínuo definido por formas curvas e mobiliário feito sob medida
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma pia de aço e um espelho que lembra ouriços-do-mar adornam o cômodo
Yohann Fontaine/Divulgação
Detalhe do dormitório também decorado com marcenaria azul e itens de cama bege
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma única divisória central atravessa o apartamento, separando claramente a área diurna — cozinha e sala de estar — da área noturna, onde ficam o quarto e o banheiro. Essa parede é pintada de azul profundo, enquanto o restante recebe um bege mineral que remete às rochas da cidade. O piso, com padrão náutico em tons de creme, evoca a fachada da Catedral de La Major e, ao mesmo tempo, revisita um dos grandes clássicos do design de interiores — um exercício recorrente na obra de Anthony Authié, sempre interessado em desafiar o familiar para levá-lo a outro patamar.
A cozinha em tons de bege mineral se abre para a sala de estar
Yohann Fontaine/Divulgação
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A parede divisória possui armários com acabamento em puxadores desenhados pelo Zyva Studio
Yohann Fontaine/Divulgação
Para diluir a fronteira entre os dois mundos — e brincar com essa separação sem torná-la rígida —, as janelas redondas rompem a divisória num gesto simbólico, permitindo a passagem de um mundo para o outro. “É a curiosidade de uma criança que espreita por um buraco de rato para descobrir a paisagem do outro lado”, explica o designer.
O projeto convida a olhar e a ser olhado, a observar a vida na sala de estar a partir do quarto e vice-versa, estabelecendo um diálogo visual constante entre os espaços. Assim, o apartamento se torna um dispositivo de fuga: “Este lugar permite escapar do cotidiano e viajar para um mundo diferente. Pelo menos, é esse o meu objetivo.”
*Matéria publicada originalmente na Architectural Digest França
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Fonte: Casa Vogue
Arquitetura
Esta vila de apenas 400 habitantes já foi o grande paraíso dos artistas espanhóis
Delgado, hoje considerado um dos maiores representantes do expressionismo espanhol, deixaria registrado o nome de todos os que viveram neste refúgio de artistas, com anotações como “Enrique Azcoaga, caminhante solitário e poeta autor de vários poemas sobre o povoado”; ou “Frank Mendoza, escritor surpreendente e inesperado”, para concluir que “Todos pintaram aqui, escreveram, passearam, encontraram-se e espalharam seu entusiasmo. Foi um momento surpreendente, dificilmente repetível, que deixou em nossas almas melancolia e saudade de um tempo tão próximo e já distante.”
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