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Arquitetura

Novo sonho de consumo dos bilionários é este condomínio em superiate (e ele é maior do que o Titanic)

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Valor das residências pode chegar a US$ 90 milhões, cerca de R$ 526,9 milhões O Ulyssia, um superiate com 320 metros de comprimento, o que o faz superar o Titanic, que tinha 269 metros, é o novo sonho de consumo dos bilionários. Isso porque ele não será um navio comum, mas sim um condomínio flutuante com residências de até 953 m².
Segundo publicado pelo New York Post, o empreendimento ultraluxuoso é direcionado especificamente ao 0,1% mais rico da população, com preços e comodidades dignos da famosa Billionaires’ Row (área de elite de Manhattan).
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Por dentro do superiate
As coberturas possuem 953 m² e seis quartos
Divulgação
O edifício flutuante tem previsão de zarpar em 2029. Ele contará com 15 andares e diversos tipos de residências. As mais em conta, de um quarto, tem 110 m² e valor inicial de US$ 10 milhões, ou R$ 58,5 milhões. Já as coberturas possuem 953 m² e seis quartos, chegando a custar US$ 90 milhões (R$ 526,9 milhões). Cada residência contará ainda com terraço com vista para o mar, piscinas privativas de borda infinita e um mordomo pessoal.
Os interiores luxuosos, com couro nobre e carvalho claro, serão projetados pela designer de interiores italiana Francesca Muzio.
Entretenimento
Cada residência contará ainda com terraço com vista para o mar, piscinas privativas de borda infinita e um mordomo pessoal
Divulgação
Além das 133 propriedades com terraço, haverá 22 suítes para acomodar visitantes e uma infinidade de áreas de lazer, como quadras de padel, uma área de bem-estar com 2 mil m², piscinas comunitárias e uma marina completa para esportes aquáticos na parte traseira.
O empreendimento também terá uma boate, estúdios de arte e dança, um observatório, sete restaurantes e um salão de beleza.
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Fonte: Casa Vogue

Arquitetura

Geração aluguel? Estudos mostram como a geração Z encara o morar

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O desejo pela casa própria permanece forte porque a propriedade ainda simboliza segurança, estabilidade e proteção frente a incertezas econômicas. Além disso, nossa pesquisa mostra que a flexibilidade valorizada no presente não elimina aspirações de longo prazo, mas convive com elas. Em geral, a casa própria aparece mais como um projeto futuro do que imediato: algo a ser conquistado quando houver maior estabilidade financeira e profissional. Assim, o aluguel e a mobilidade funcionam como estratégias temporárias. Mas há uma contradição: esses jovens estão preferindo gastar com experiências efêmeras no presente, especialmente viagens, podendo, assim, não estar consolidando poupança suficiente para adquirir a moradia própria no futuro, perpetuando um ciclo vicioso que dificulta a compra”, analisa o professor.



Fonte: Casa Vogue

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Centro de Cuidados Paliativos Bagchi Karunashraya / Mindspace

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Centro de Cuidados Paliativos Bagchi Karunashraya / Mindspace - Fotografia de ExteriorCentro de Cuidados Paliativos Bagchi Karunashraya / Mindspace - Imagem 3 de 36Centro de Cuidados Paliativos Bagchi Karunashraya / Mindspace - Fotografia de InterioresCentro de Cuidados Paliativos Bagchi Karunashraya / Mindspace - Fotografia de Exterior, AidoCentro de Cuidados Paliativos Bagchi Karunashraya / Mindspace - Mais Imagens+ 31