O que move os colecionadores de arte? Tendências, desafios e o novo perfil do mercado global

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Embora o mercado de arte esteja mais diversificado, as galerias e os marchands seguem como o principal canal de aquisição. Ao mesmo tempo, as feiras ganham tração: entre 2024 e 2025, 58% dos colecionadores fizeram compras nesse ambiente — avanço expressivo em relação aos 39% de 2023. “Neste século, a proporção de vendas nas feiras tem sido alta. Isso porque as feiras são centros de gravidade do mercado contemporâneo”, explica Fernanda Feitosa, criadora e diretora da SP-Arte, principal feira da América Latina. “Elas concentram, em poucos dias, algo que normalmente levaria meses: ver galerias, comparar artistas, conversar com curadores, identificar tendências, entender preços e dialogar diretamente com agentes do sistema.”

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Fonte: Casa Vogue

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