Onde está a outra ‘metade’ do Coliseu?

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Para Fernanda, a construção monumental era um símbolo de grandiosidade e poder. “A construção ocupou o terreno drenado da antiga Casa Dourada de Nero, devolvendo à cidade um espaço que havia sido apropriado pelo luxo imperial. Onde antes havia excesso privado, surgia um palco público. A arquitetura impressionava pela clareza. Um anfiteatro oval, arena central, arquibancadas concêntricas capazes de receber dezenas de milhares de pessoas. Não era apenas grande, era eficiente. Fluxos calculados, acessos organizados, monumentalidade pensada para afirmar poder. Roma não construía apenas para entreter. Construía para comunicar e, ali, comunicava força”, analisa a professora.

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Fonte: Casa Vogue

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