Arquitetura
Paisagismo do Parque do Povo – Parque Municipal Mário Pimenta Camargo / Licuri Paisagismo

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Descrição enviada pela equipe de projeto. O Parque do Povo foi projetado pela equipe da Secretaria de Subprefeituras (SMSUB) para a Prefeitura de São Paulo (PMSP), executado pela PMSP/Wtorre/Santander, em terreno de 116.000m2, tombado em 1995 como patrimônio cultural e de propriedade da Caixa Econômica Federal. Está localizado junto às avenidas Cidade Jardim, Henrique Chamma e Juscelino Kubitschek, na região da Marginal Pinheiros. A área foi alvo de invasões, até a implantação do atual projeto, devidamente aprovado junto ao CONDEPHAAT em 2006.

A situação de ocupação irregular impedia o uso do espaço pela população, com a posse do terreno, a equipe da SMSP, liderada pelo arq. Andre Graziano, projetista e resp. técnico, desenvolveu o projeto de paisagismo e de planejamento ambiental, aprovando-o em todos os entes governamentais competentes.

O Parque é acessível, seguro e utiliza a vegetação como ponto de partida educativo e cultural, com equipamentos específicos para inclusão social pela paisagem. Recebeu a primeira neutralização de carbono da cidade (GWA Comunicações), que levou a PMSP a firmar cooperação com a Wtorre, para implantar o projeto elaborado pela SMSUB. Perto de 25mil toneladas de entulho de concreto foram beneficiadas e reutilizadas no Parque (inovação técnica, baixa emissão de gases poluentes e economia financeira), como ações em SBN e Infraestrutura Verde que o distinguem dos demais parques em São Paulo.


O parque tem oito coleções botânicas que servem de base física para ações educativas e culturais (As madeiras de lei do Brasil; o jardim dos sentidos – ervas medicinais e aromáticas; as coleções de frutas brasileiras e exóticas; o playground com plantas trepadeiras etc), chegando a cerca de 1.200 árvores além de arbustos, forrações e palmeiras com grande valor ambiental e paisagístico.

A ideia básica do projeto, a “paisagem educativa”, é permitir que indivíduos e grupos (escolas) possam se utilizar do local para atividades educativas, por exemplo: debater os ciclos econômicos do Brasil ao apreciar, “in loco”, o pau-brasil, a seringueira, a cana de açúcar e o café em suas coleções botânicas.

A obra foi executada mediante doações e parcerias estatais e privadas, inclusive de pessoas físicas que doaram mudas de plantas especificadas no projeto. O Santander foi o segundo parceiro de grande escala do parque, garantindo a complementação final das suas obras e grande parte de sua consolidação vegetal, ambiental e paisagística. Também merecem destaque o grupo Accor, a Mitsubishi Motors do Brasil, a Bueno Netto S.A. e a CPFL, como grandes doadores de insumos para as obras.

Tendo em vista o adensamento construtivo da cidade, este espaço aberto, com seus equipamentos de recreação, árvores e ambientes generosos proporcionou uma oportunidade de encontro e de relaxamento entre seus frequentadores, a prática de esportes, de interação cicloviária com a Marginal Pinheiros, o lazer e a contemplação da paisagem. A área, antes ocupada irregularmente, hoje se constitui como um dos parques mais apreciados da capital, demonstrado por pesquisas recorrentes, dada a sua capacidade de integração, atendimento de diversas regiões da cidade (pelo modais de transporte) e pela flexibilidade de usos de seus ambientes.

Arquitetura
Casa MJ / majo | ArchDaily Brasil

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- Área:
250 m²
Ano:
2021
Fabricantes: Deca, Drenaltec, Luchi Esquadrias em Alumínio, Marmoraria Valinhos, Portobello, Solo Revestimentos, Teceart Móveis e Planejados

Descrição enviada pela equipe de projeto. Nossa casa foi pensada para ser muito mais do que apenas um local para viver; ela é uma extensão de quem somos. O conceito de integração entre os espaços foi um dos nossos maiores focos, permitindo uma convivência contínua e harmônica entre os ambientes internos e externos. Utilizamos materiais naturais, como a madeira, o concreto e o tijolo, que trazem autenticidade e aconchego ao projeto, sem perder o toque contemporâneo.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Casa Colibri / Estudio Libre MX

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- Área:
376 m²
Ano:
2025

Descrição enviada pela equipe de projeto. Localizada ao sul da Cidade do México, esta casa foi projetada com o objetivo de acolher encontros e eventos, oferecendo um espaço de convivência e lazer familiar, tendo a piscina como eixo central do projeto.

Arquitetura
Tudo azul: apartamento de 40 m² com decoração inspirada no livro Vinte Mil Léguas Submarinas

Projetar um apartamento de 40 m² de frente para o mar implica, necessariamente, assumir uma posição. Nesse caso, o Zyva Studio decidiu fazê-lo sem rodeios e mergulhou de cabeça. Literalmente. Em Marselha, a poucos metros do porto e da Catedral de La Major, o projeto foi concebido como uma cápsula subaquática ancorada à cidade — um lar azul onde a arquitetura é um exercício de imersão, e não de contemplação.
Da janela, é o horizonte que define o tom do projeto. O azul se desdobra como uma paisagem contínua, diluindo as fronteiras entre interior e exterior, realidade e ficção. Aqui, não estamos apenas em Marselha: estamos também dentro de Vinte Mil Léguas Submarinas, um clássico escrito por Júlio Verne. Essa é a referência literária que guia a imaginação de Anthony Authié, fundador do estúdio responsável pelo projeto, que descreve o espaço como “uma reinterpretação livre de uma paisagem subaquática”.
Nesse interior, o azul é o protagonista absoluto. Mas não um azul decorativo, e sim um azul envolvente, quase físico. Ele aparece no chão, que assume a cor do horizonte do mar, nas paredes e, com especial intensidade, no banheiro, inteiramente revestido de mármore da mesma tonalidade. Authié o descreve como um espaço “cavernoso e monástico”, um lugar de contemplação onde o silêncio parece se amplificar. A sensação não é apenas visual: é perceptiva e sensorial.
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Uma divisória com janelas redondas separa a área social do quarto; no piso, uma versão em tons creme das tradicionais listras náuticas
Yohann Fontaine/Divulgação
Anthony Authié, do Zyva Studio, reinterpreta a paisagem aquática neste apartamento de 40 m² no centro de Marselha
Yohann Fontaine/Divulgação
As vigias reforçam essa ideia. Funcionam como limiares simbólicos entre os cômodos e, ao mesmo tempo, como alusões à ficção científica oceânica. Olhar através delas é observar outro mundo por dentro, como se o apartamento se movesse entre duas realidades sobrepostas.
A identidade do Zyva Studio se revela nos detalhes: puxadores que lembram ouriços-do-mar, tomadas impressas em 3D em formato de água-viva, algas imaginárias emergindo das paredes. Até mesmo os móveis, com suas formas arredondadas, parecem vivos, integrados a esse ecossistema imaginado. No quarto, um pequeno espelho posicionado no centro de uma armadilha para ursos faz alusão ao mito de Narciso: para se ver, é preciso se aproximar, correndo o risco de ser capturado.
A sala de jantar, em tons de areia, é um espaço contínuo definido por formas curvas e mobiliário feito sob medida
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma pia de aço e um espelho que lembra ouriços-do-mar adornam o cômodo
Yohann Fontaine/Divulgação
Detalhe do dormitório também decorado com marcenaria azul e itens de cama bege
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma única divisória central atravessa o apartamento, separando claramente a área diurna — cozinha e sala de estar — da área noturna, onde ficam o quarto e o banheiro. Essa parede é pintada de azul profundo, enquanto o restante recebe um bege mineral que remete às rochas da cidade. O piso, com padrão náutico em tons de creme, evoca a fachada da Catedral de La Major e, ao mesmo tempo, revisita um dos grandes clássicos do design de interiores — um exercício recorrente na obra de Anthony Authié, sempre interessado em desafiar o familiar para levá-lo a outro patamar.
A cozinha em tons de bege mineral se abre para a sala de estar
Yohann Fontaine/Divulgação
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A parede divisória possui armários com acabamento em puxadores desenhados pelo Zyva Studio
Yohann Fontaine/Divulgação
Para diluir a fronteira entre os dois mundos — e brincar com essa separação sem torná-la rígida —, as janelas redondas rompem a divisória num gesto simbólico, permitindo a passagem de um mundo para o outro. “É a curiosidade de uma criança que espreita por um buraco de rato para descobrir a paisagem do outro lado”, explica o designer.
O projeto convida a olhar e a ser olhado, a observar a vida na sala de estar a partir do quarto e vice-versa, estabelecendo um diálogo visual constante entre os espaços. Assim, o apartamento se torna um dispositivo de fuga: “Este lugar permite escapar do cotidiano e viajar para um mundo diferente. Pelo menos, é esse o meu objetivo.”
*Matéria publicada originalmente na Architectural Digest França
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Fonte: Casa Vogue
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