Arquitetura
Pavilhão The Bloom Box / SoBA

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- Área:
40 m²
Ano:
2025

Descrição enviada pela equipe de projeto. O projeto está localizado em uma plataforma à beira do lago no Central Park, em Suzhou, China. O local era originalmente ocupado por um pavilhão antigo. Apesar de sua localização privilegiada, o espaço foi há muito tempo negligenciado devido à sua funcionalidade limitada. Nosso objetivo era dar vida a este lugar por meio de uma intervenção leve e flexível — criando um local onde as pessoas realmente queiram parar e permanecer.



01|De “Máquina” a “Arquitetura” Viva — A arquitetura modernista inicial era frequentemente chamada de “máquina para viver”, enfatizando funções claras e formas racionais. Neste projeto, no entanto, buscamos um edifício que pareça vivo — que responda ativamente ao tempo, ao clima e às necessidades dos usuários. Para alcançar isso, projetamos uma estrutura em forma de caixa com paredes operáveis que deslizam, giram e se abrem durante o horário comercial, revelando completamente o interior e convidando as pessoas a se aproximarem. Quando fechada ou sem uso, ela se dobra em um volume compacto e silencioso. Este ato de abrir e fechar é mais do que uma resposta funcional — é uma expressão espacial que faz do volume parte do ritmo da cidade, em vez de um objeto estático. Os transeuntes podem imediatamente perceber quando está “aberto”, como se a própria edificação sentisse o tempo.


02|Dialogando com o Local: Criando “Espaços Cinzas” — Em vez de projetar uma caixa fechada, nosso objetivo foi integrar a pequena estrutura com seu entorno, tornando-a uma presença disposta a “se abrir”. Através de portas dobráveis, fachadas deslizantes e materiais translúcidos, criamos uma série de “espaços cinzas” que esfumaçam a fronteira entre o interior e o exterior — proporcionando sombra e abrigo enquanto permitem que a brisa e a luz entrem. O toldo e os assentos em frente ao volume trabalham juntos para criar um espaço aberto e convidativo. O toldo pode abrir e fechar, tornando a área confortável para diferentes horários e usos. Essa abertura transforma o volume originalmente fechado em um espaço interativo, enriquecendo a forma como as pessoas o utilizam: seja esperando por um café, apreciando a vista ou organizando mercados e eventos temporários. A edificação torna-se não apenas um objeto, mas uma interface onde a vida se desenrola.


03|Construção Leve e Pensamento Sustentável — Para minimizar a interrupção da plataforma existente, utilizamos uma estrutura leve de aço revestida com painéis de alumínio, com piso de bambu. A estrutura principal é fixa e não removível para garantir estabilidade e durabilidade a longo prazo; enquanto isso, a fachada apresenta elementos operáveis e ajustáveis que se adaptam a diferentes cenários, mudanças sazonais e condições de iluminação. Essa estratégia de “esqueleto estável + pele dinâmica” estende o ciclo de vida da edificação enquanto permite que ela se adapte e responda ao ambiente urbano. Nosso objetivo é que seja mais do que apenas um espaço funcional — é uma estrutura que pode ser continuamente ativada e reutilizada.


04|Um Lugar Que Pode Ser Redefinido — Chamamos de “The Bloom Box”, mas é muito mais do que uma cafeteria e floricultura. Pode ser um lugar confortável onde os pais se sentam e contemplam a água com seus filhos, o ponto de partida de um mercado de flores de fim de semana, ou um canto aconchegante para amigos se reunirem. Sem limites programáticos fixos, sua ambiguidade convida os usuários a defini-lo livremente. Aqui, fragrância, luz e água se combinam para criar um espaço urbano suave. Nós o criamos não como um “volume acabado”, mas como um recipiente vivo que evolui através do uso.


05|Pequena Escala, Toque Leve, Grande Impacto — Através do “The Bloom Box”, exploramos a possibilidade de intervenção urbana em pequena escala — incorporando leveza e flexibilidade à vida cotidiana. A partir de detalhes, buscamos reativar o local através do uso, promovendo conexões genuínas entre pessoas e natureza, e entre as próprias pessoas. Acreditamos que o significado da arquitetura não está confinado a escalas grandiosas ou formas monumentais; ela também pode viver em uma caixa pequena, aberta e respirável que participa da vida, respondendo ao longo do tempo ao seu ambiente e aos usuários, tornando-se parte da memória coletiva da cidade.


06|Uma Renovação Espacial em Pequena Escala — “The Bloom Box” integra-se de forma leve, flexível e participativa ao tecido urbano, respondendo às realidades da vida cotidiana na cidade sem adicionar carga espacial. Através de sua pele adaptável e interfaces abertas, ativa o potencial do local e tece continuamente conexões entre pessoas, espaço, natureza e entre si — deixando para trás fragmentos urbanos que são tangíveis e memoráveis em meio ao fluxo da vida cotidiana.


Fonte: Archdaily
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Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18

A imperatriz austríaca Maria Theresa (1717-1780), uma das monarcas mais amadas e com o reinado mais longo da Europa, foi homenageada com um navio de cruzeiro de luxo. Com decoração inspirada no século 18, a embarcação foi nomeada como “Melhor Novo Navio Fluvial” pelos editores do Cruise Critic em sua temporada inaugural. Os preços para viagens de uma semana variam de 2.080 a 13.849 euros (R$ 13 mil a R$ 86 mil, em valores convertidos na cotação atual), variando de acordo com o tipo de acomodação.
O SS Maria Theresa, com trajeto pelos rios Danúbio e Meno, tem a configuração de suas acomodações alterada a cada ano. A capacidade é de 150 hóspedes e 55 tripulantes. Para 2026, a embarcação conta com uma Grand Suite, 10 suítes e 64 cabines, todas com camas Savoir da Inglaterra feitas sob encomenda, lençóis de cetim de algodão personalizados e edredons europeus. Além disso, os viajantes contam com um menu de opções de travesseiros e banheiros revestidos de mármore.
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
A Grand Suite tem 38 m², conta com quarto, sala de estar espaçosa separada, banheiro com chuveiro de efeito chuva e banheira, além de área privativa para vaso sanitário e bidê. Entre as comodidades, há o serviço de mordomo, café da manhã no quarto, frigobar completo, além engraxate e serviço de lavanderia gratuito.
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
As suítes convencionais tem 28,3m², vista para o rio e varanda privativa com janelas do chão ao teto. Banheiro em mármore, aquecedor de toalhas, serviço de mordomo na suíte, café da manhã no quarto, engraxate e serviço de lavanderia gratuito estão entre as comodidades. Já as cabines clássicas têm 15 m² e janelas localizadas na linha d’água.
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
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Uniworld/Divulgação
Fonte: Casa Vogue
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