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Historicamente, a formação em arquitetura privilegia fundamentos do desenho, da proporção, da técnica construtiva e da teoria do espaço. Mas, no cotidiano profissional, arquitetos frequentemente descobrem que dominar o AutoCAD e o Revit não basta para captar clientes, gerir equipes ou precificar serviços de forma sustentável. Eles precisam traduzir sua visão estética em valor percebido pelo mercado, e isso requer competências que, até pouco tempo, estavam fora do escopo da formação tradicional.
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Fonte: Casa Vogue

