Arquitetura
PPP Habitacional Usina de Asfalto / Biselli Katchborian Arquitetos

![]()
![]()
![]()
![]()


Descrição enviada pela equipe de projeto. A região da Barra Funda, tradicional bairro da zona oeste de São Paulo, acaba de receber uma importante intervenção urbanística que marca mais um capítulo em sua história de constantes transformações. Assinado pelo escritório Biselli Katchborian Arquitetos Associados, o novo projeto habitacional ocupa o terreno onde funcionava, desde 1951, a antiga Usina de Asfalto da Prefeitura, que foi desativada em 2019 e posteriormente incorporada ao programa de Parceria Público-Privada (PPP) do Centro.

Fruto de um processo de revitalização e descontaminação ambiental, o empreendimento entrega 417 unidades habitacionais de interesse social, distribuídas em quatro torres residenciais, além de uma torre comercial com lojas no térreo e pavimentos corporativos. O projeto também estabelece novas conexões com a cidade, recuperando elementos urbanos fundamentais como a rua, a esquina e os espaços de convivência.



Implantado na esquina entre a Avenida Dr. Abraão Ribeiro e a Rua Norma Pieruccini Giannotti, o conjunto aproveita a força simbólica da confluência das vias, com instalação estratégica da torre comercial para destacar e ativar o local no bairro. A marquise contínua no térreo cria um ambiente acolhedor e aberto ao público, fortalecendo a vitalidade urbana da região e promovendo a integração entre o espaço privado e coletivo.

As quatro torres habitacionais foram organizadas com recuos que favorecem a ventilação cruzada, a iluminação natural e a criação de espaços comuns acessíveis. O centro de quadra é ativado como área de convivência, reforçando o senso de pertencimento entre os moradores.

Com uma arquitetura funcional e eficiente, as unidades foram distribuídas nas bordas das torres, enquanto circulações horizontais envolvem um átrio central aberto, o que permite a entrada de luz e ar. Essa solução não só melhora o desempenho ambiental do conjunto, reduzindo a dependência de iluminação artificial, como também amplia a fluidez e a interação entre os usuários.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Casa 130AUS / Vallribera Noray Arquitectes

![]()
![]()
![]()
![]()


Descrição enviada pela equipe de projeto. Nem todo mundo precisa de uma casa grande, um jardim imenso ou muitos cômodos que nunca são utilizados. É o caso deste casal, decidido a viver em seu bairro sem se endividar com contas de energia. Seu lote era uma casa em ruínas, estreita e profunda, com apenas 20 palmos de largura — a medida tradicional catalã (aproximadamente quatro metros) que historicamente definiu a largura das casas inglesas e o ritmo das ruas da cidade.


Neste pequeno fragmento de cidade, iniciamos um projeto baseado, desde o primeiro momento, no uso racional de todos os recursos disponíveis — materiais, energéticos e econômicos. Demolimos a antiga residência, recuperando e separando materiais para lhes dar uma segunda vida e reduzir o impacto ambiental decorrente da geração de resíduos.


A nova casa está organizada em dois andares. No térreo, um único espaço de cozinha–sala–jantar se abre para o pátio, enquanto o local que normalmente abrigaria um carro é destinado a um hall de entrada com estacionamento para bicicletas, lavanderia e depósito. No centro da casa, um banheiro e uma escada completamente aberta favorecem a entrada de luz natural e a conexão visual entre todos os ambientes. No primeiro andar, estão localizados o dormitório, um escritório e um banheiro aberto para a escada; não é necessário mais nada.

A estrutura responde diretamente à distribuição da casa. Todo o primeiro andar é concebido como uma caixa fechada de madeira laminada cruzada (CLT), apoiada nas paredes existentes. As duas coberturas do térreo são resolvidas com vigas e tábuas, também de madeira, apoiadas entre a caixa de madeira e as fachadas do térreo. A fachada voltada para a rua é restaurada, recuperando a fisionomia original da residência.


Dispensamos forros e revestimentos desnecessários e apostamos no uso de materiais naturais e sustentáveis. A estrutura, as janelas, as persianas, o mobiliário e as portas são de madeira. O isolamento é de fibra de madeira, e as fachadas são revestidas com painéis de cortiça. No interior, o andar superior desfruta da acolhedora madeira aparente. No térreo, o piso de azulejo cerâmico de El Bruc e a parede de tijolos do Segrià proporcionam frescor, formando uma seleção de materiais que contribui para regular as variações de temperatura e umidade da casa.


A decisão de dispensar sistemas de climatização mecânica baseia-se na otimização máxima da envoltória e na incorporação de estratégias bioclimáticas. No verão, a ventilação cruzada é reforçada pelo efeito chaminé das janelas do telhado, que permite refrescar a casa durante a noite. Durante o dia, as persianas alicantinas protegem do sol, e os ventiladores proporcionam conforto. No pátio, a pérgola e a vegetação geram sombra e reduzem o efeito de ilha de calor. No inverno, por outro lado, aproveita-se cada raio de sol que entra e conserva-se o calor graças a um bom isolamento.

Hoje, este casal vive com o que realmente precisa. Sem máquinas de climatização, sem cômodos inúteis e sem contas que disparam. Em troca, desfrutam de 20 palmos de uma casa que respira, respeita o clima e se adapta a todas as suas necessidades.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
O que significa abelha em casa: sinal de sorte ou alerta?

Ver uma abelha rondando sua casa — seja perto da janela, da porta ou no jardim — pode parecer apenas um detalhe do cotidiano, mas para muitas tradições isso está longe de ser algo aleatório.
No Feng Shui e em diversas culturas, a abelha é associada à abundância, prosperidade e às recompensas do trabalho bem-feito. Por viver em comunidade e produzir o mel a partir do esforço coletivo, ela simboliza cooperação, comunicação e crescimento. Quando aparece perto da entrada da casa, é interpretada como um sinal de boas energias, novas oportunidades e progresso próximo.
LEIA MAIS
Vai construir ou reformar? Seleção Archa + Casa Vogue ajuda você a encontrar o melhor arquiteto para seu projeto
Em outras tradições espirituais, o simbolismo também é positivo. No cristianismo, a abelha representa pureza e doçura divina, sendo associada à Virgem Maria. Já em culturas antigas, como a celta, era vista como mensageira entre mundos, ligada à transformação, à renovação e à evolução pessoal — o que faz de sua visita um possível presságio de mudanças significativas.
Do ponto de vista prático, a presença de abelhas também revela muito sobre o entorno. Elas se aproximam de lugares com flores, água e equilíbrio ambiental, indicando biodiversidade e pouco uso de produtos químicos. Assim, seja no campo simbólico ou ecológico, a visita desse inseto tende a ser um excelente sinal.
🏡 Casa Vogue agora está no WhatsApp! Clique aqui e siga nosso canal
Revistas Newsletter
Fonte: Casa Vogue
Arquitetura
Seu pet pode ir à praia ou à piscina? Entenda os cuidados essenciais no verão
“Seja no mar, na piscina, em rios, ou cachoeiras, é importante evitar que o animal ingira qualquer tipo de água que não seja tratada e filtrada, pois isso pode causar distúrbios gastrointestinais, como episódios de vômito e diarreia. Também é importante observar o solo, já que areia quente, pedras, superfícies ásperas, ou muito lisas e escorregadias, podem machucar o pet. Outro ponto importante é avaliar se o local é de fato seguro, sem correntezas fortes, objetos cortantes ou presença de animais peçonhentos”, alerta a médica-veterinária Joyce Aparecida Santos Lima, da Cobasi.
-
Arquitetura8 meses atrásCasa EJ / Leo Romano
-
Arquitetura8 meses atrásCasa AL / Taguá Arquitetura
-
Arquitetura8 meses atrásTerreiro do Trigo / Posto 9
-
Arquitetura7 meses atrásCasa Crua / Order Matter
-
Arquitetura7 meses atrásCasa São Pedro / FGMF
-
Arquitetura7 meses atrásCasa ON / Guillem Carrera
-
Política8 meses atrásEUA desmente Eduardo Bolsonaro sobre sanções a Alexandre de Moraes
-
Construção9 meses atrás
PIB da construção deve crescer 2,4% em 2023, de acordo com Sinduscon-SP e FGV


