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Qual a diferença entre Moderno e Modernista? Eles não são a mesma coisa!
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Você já deve ter lido alguma matéria do Casa.com.br que usa a expressão “moderno”. Pode ser um apartamento moderno, cozinha moderna, banheiro moderno, entre tantas outras. O termo é muito aplicado na decoração para descrever ambientes, cômodos, projetos, etc.
Porém, porque a palavra “moderno” aparece em todos os lugares, pode acabar ficando confuso quando surge um “modernismo” no meio do caminho.
Moderno e modernista, apesar de bastante parecidos na etimologia, não são sinônimos.
O que é moderno?

Moderno é uma denominado ampla, utilizado com sentido de “atual”, “atualizado”, aquilo que não é ultrapassado, que é novo. O moderno é o oposto do antiquado, do antigo.
É com essa conotação que escrevemos aqui no Casa.com.br. Nossa lista de banheiros modernos são exemplos de projetos contemporâneos, que incorporam tendências novas e não seguem a estilos velhos, como o clássico e o retrô, por exemplo.
O que é modernismo?

O modernismo é o nome de um movimento cultural específico do século 20 que passou pelas artes plásticas, música, literatura e posteriormente arquitetura.
O movimento buscava romper com aquilo que era produzido até o momento, ou seja, uma oposição às artes do século 18 e 19.

Esses novos jeitos de se expressar vinham do contexto social agitado da primeira metade do século 20, com a evolução rápida dos processos industriais e os iminentes conflitos armados (1ª e 2ª Guerra Mundiais).

O movimento se disseminou pelo mundo e teve características específicas em cada localidade. Em terras brasileiras, ele teve início na Semana de Arte Moderna, em 1922.

Quais os principais nomes do modernismo no Brasil?
O Brasil teve diversos representantes do Modernismo nas artes, como Tarsila do Amaral, Oswald de Andrade, Mário de Andrade, Heitor Villa Lobos. Aqui, artistas buscavam formas de arte que se desvinculassem do Brasil colonial e também da repetição cega dos ensinamentos das escolas de Belas Artes europeias.

O resultado são pinturas, esculturas, textos e músicas que se inspiram no modernismo que acontecia na Europa mas que se misturam com a realidade tipicamente brasileira. O povo e a cultura popular ganharam protagonismo nessas obras. As Bachianas Brasileiras, de Heitor Villa-Lobos, A Cuca, de Tarsila do Amaral e O Rei da Vela, de Oswald de Andrade, são exemplos de obras modernistas no Brasil.
Arquitetura moderna

A arquitetura moderna tem início após a Primeira Guerra Mundial na Europa e tem como ponto de partida a ideia de que a função precede precede a estética, ou seja, deve-se focar na otimização máxima da construção e no seu uso para criar um projeto arquitetônico, nada mais.

Ela é um contraponto à arquitetura eclética produzida até então e uma resposta ao cenário político-social que antecedeu a Segunda Guerra Mundial e subsequentemente a destruição de muitos prédios antigos da Europa.

Sem adornos e sem “penduricalhos”, a arquitetura modernista é feita para ser reproduzida e utilizada por todos, portanto com um viés social declarado e um pragmatismo matemático. O racional supera a tradição. Seus principais materiais são o concreto armado, vidro e aço, todos produzidos em escala industrial.
Le Corbusier é o grande pilar pioneiro do movimento e ele postula de forma objetiva os 5 pontos da arquitetura moderna:
- Pilotis: Colunas que sustentam o edifício, liberando o terreno para uso livre e proporcionando fluidez. É uma forma de se contrapor ao jeito tradicional de ocupação dos terrenos.
- Planta Livre: A estrutura de pilotis permite que as paredes internas não sejam estruturais, oferecendo liberdade para o arranjo dos espaços.
- Fachada Livre: A estrutura independente da fachada permite maior flexibilidade no design, sem limitações estruturais para janelas e aberturas.
- Janelas em Fita: Extensas aberturas horizontais que proporcionam iluminação natural abundante e uma vista panorâmica do exterior. É outro contraponto à arquitetura tradicional, cujas técnicas construtivas não possibilitavam grandes aberturas.
- Terraço Jardim: Uso do teto como um espaço habitável e verde, proporcionando áreas de lazer e lazer no topo da edificação. Antes eram espaços inutilizados, mas técnicas construtivas modernas permitem a ocupação das coberturas.
Quais são os principais nomes da arquitetura moderna brasileira?

No Brasil, os principais nomes são: Lucio Costa, Oscar Niemeyer, Vilanova Artigas, Affonso Eduardo Reidy, João Filgueiras Lima, Lina Bo Bardi, Burle Marx e Paulo Mendes da Rocha.

E o modernismo espanhol?

Esse é o responsável por muita confusão. Não bastasse a bagunça do moderno X modernismo, entra na equação o modernismo espanhol, um elemento a parte que pouco tem a ver com os dois primeiros conceitos.

Acontece que no século 19, na Europa, surgia a estética Art Nouveau, a Arte Nova, em francês. Esse belo estilo já era um avanço em relação à arte produzida até o momento. O art nouveau se focava em formas naturais levemente abstratas, fachadas adornadas, interiores sinuosos e revestimentos que mascaravam as técnicas construtivas aplicadas.

Então, podemos dizer que, na época, nos anos 1800, o Art Nouveau era sim moderno. Por esse motivo, na Espanha especificamente, ele foi rebatizado de modernismo espanhol. É somente uma nomenclatura diferente, que nada tem a ver diretamente com o movimento modernista que virá no século 20.
O grande protagonista do modernismo espanhol é Antoni Gaudí, conhecido por criar prédios sinuosos e coloridos. Gaudí é 35 anos mais velho do que Le Corbusier, para nos situarmos na linha do tempo. Quando Gaudí morreu, Le Corbusier tinha somente 39 anos.
Em resumo:
O ponto comum entre esses três conceitos é que todos se opõem ao passado e propondo novas ideias, visuais e conceitos.
- Moderno: denominação geral para referir-se a coisas “atuais”, “novas”, que se opõem ao antiquado, ao velho, ao clássico. Pode ser aplicado a muitas coisas: casas modernas, carros modernos, celulares modernos…
- Arquitetura moderna: denominação da arquitetura dos anos 1930-1960 que se contrapunha aos estilos ecléticos e coloniais do século 19. Tinha o concreto, vidro e aço como materiais principais e compreendia a função acima da forma. Le Corbusier definiu os cinco pontos que caracterizam essa arquitetura: pilotis, planta livre, fachada livre, janelas em fita, terraço jardim.
- Modernismo: movimento cultural do século 20 que negava a estética e valores daquilo que havia sido produzido até então e buscava formas de expressão livres dos paradigmas formais e de acordo com o então cenário político-social: guerras mundiais, rápida industrialização e urbanização, movimentos sociais como surgimento do socialismo.
- Modernismo espanhol: a nomenclatura dada para a versão espanhola do Art Nouveau. Acontece no século 19 e não está relacionada ao movimento cultural modernista do século 20. Como o estilo Art Noveau, as obras têm aproximações mais abstratas da natureza, valorização das figuras femininas, linhas curvas e assimétricas e ornamentação carregada (inclusive na fachada).
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Pisos para áreas externas: arquiteta lista principais opções, vantagens e desvantagens
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Resistência às intempéries, conforto térmico, aderência e praticidade na hora da manutenção são fatores decisivos na hora da escolha o piso para a área externa e cada material apresenta comportamentos distintos diante dessas exigências.
Em vista disso, as arquitetas Danielle Dantas e Paula Passos, à frente do escritório Dantas & Passos Arquitetura, destacam as sete opções que, para elas, agregam mais estética e funcionalidade ao projeto.
“As áreas externas são espaços mais expostos da residência e, por isso, exigem materiais que resistam à umidade, sol e às variações de temperatura. Além disso, precisam oferecer segurança e conforto ao caminhar, especialmente quando falamos de bordas de piscina ou jardins”, comenta a dupla.
Porcelanatos antiderrapantes

Entre as opções mais versáteis do mercado, os porcelanatos antiderrapantes são destaque por combinarem estética refinada e alta resistência. “São ideais para áreas molhadas, como em torno de piscinas, porque reduzem consideravelmente o risco de escorregões e quedas”, explica Paula.
Com baixa absorção de água e praticamente impermeáveis, eles resistem bem às manchas e às condições climáticas. Além disso, são fáceis de limpar, demandando apenas água e sabão neutro.
Para áreas de tráfego intenso, as arquitetas lembram que é importante observar a classificação PEI, sendo o PEI 5 o mais indicado. A ampla gama de cores, texturas e estampas permite ainda criar visuais que remetem à madeira, ao mármore ou ao cimento, adaptando-se a diferentes estilos de projeto.
Cimentícios e de concreto

Resistentes, duráveis e visualmente neutros, os pisos cimentícios e de concreto são ótimas escolhas para quem busca um estilo urbano. “Eles se destacam pela versatilidade, podendo ser moldados em diferentes tamanhos e texturas, e podem até ser pigmentados ou pintados, o que amplia suas possibilidades estéticas”, aponta Danielle.
Outra vantagem são as de versões atérmicas, quando o piso não absorve tanto calor, sendo agradável para caminhar descalço. Além disso, sua superfície antiderrapante garante segurança mesmo em áreas molhadas.
Flat de 65 m² mistura piso vinílico e cerâmico
Decks de madeira

Os decks continuam sendo um clássico quando a intenção é trazer sofisticação e calor visual para o espaço. Para garantir longevidade, é fundamental optar por madeiras tratadas e resistentes à umidade, como ipê ou cumaru, e manter manutenções periódicas.
“A madeira tem esse poder de criar uma sensação acolhedora e orgânica, integrando-se bem com a paisagem externa e com o cuidado certo, o deck se mantém bonito por muitos anos e valoriza o projeto”, afirma Paula.
Cerâmicas rústicas

Para quem busca uma alternativa mais acessível, as cerâmicas rústicas se destacam pelo visual acolhedor e preço popular. Produzidas a partir do barro cozido, elas têm aparência artesanal e resistem bem às variações climáticas. “São práticas de limpar, exigem apenas atenção na paginação e o uso de juntas de dilatação para evitar trincas”, explicam as arquitetas.
Disponíveis em diversas cores e acabamentos, podem ser aplicadas em quintais, varandas e caminhos, mantendo a estética natural e simples, típica de casas de campo.
Pisos drenantes

Cada vez mais presentes em projetos contemporâneos, os pisos drenantes se destacam pela permeabilidade. “Eles permitem que a água da chuva infiltre no solo, contribuindo para evitar alagamentos e ajudando na drenagem urbana”, comenta Paula.
Compostos por pedras e cimento, são resistentes, antiderrapantes e atérmicos, sendo ideais para áreas com pets, jardins e bordas de piscina. Além de ecológicos, demandam baixa manutenção e estão disponíveis em diferentes cores e texturas, possibilitando composições criativas nos projetos paisagísticos.
Fulget

O fulget é uma escolha que une resistência, beleza e segurança. Produzido com cimento e pedras naturais, tem superfície granulada antiderrapante, ideal para rampas, calçadas e áreas molhadas. “É um piso durável, com ótimo desempenho em áreas externas e ainda possui propriedades atérmicas, o que o torna excelente para áreas de piscina”, destaca Danielle.
Sua aparência com pedras à mostra confere um visual rústico, e a variedade de cores e granulometrias permite personalização estética. A limpeza é simples, feita com água e sabão neutro, e o material ainda pode ser aplicado também em paredes e fachadas, trazendo unidade ao projeto.
Pedras naturais

Entre as opções mais nobres, as pedras naturais, como São Tomé, granito e pedra portuguesa, são sinônimo de resistência e exclusividade. “Cada peça é única e carrega uma beleza natural difícil de reproduzir em outros materiais”, comenta Paula.
A pedra São Tomé é uma das preferidas para áreas molhadas por ser atérmica e antiderrapante, enquanto o granito com acabamento escovado ou levigado oferece alta resistência e longa vida útil. Já a pedra portuguesa permite criar desenhos e mosaicos personalizados, valorizando calçadas e áreas de lazer.
Além de duráveis e resistentes ao fogo e ao desgaste, esses pisos demandam baixa manutenção, especialmente quando escolhidas versões menos porosas. “As pedras são sempre um investimento seguro para quem busca elegância e permanência no tempo”, finaliza Danielle.
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Casa na Vila Mariana com brises galvanizados é sustentada por pórticos transversais
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Situada na Vila Mariana, em São Paulo, esta residência de 440 m² foi projetada do zero pelos arquitetos Eugenio Conte, José Guilherme Carceles e Gabriel Cesar e Santos, do escritório Península Arquitetura, em colaboração com a Sanpo Arquitetura, comandada por Thomas Yano — morador da casa e ex-integrante da equipe da Península. O arquiteto vive ali com os pais, para quem foi idealizado um lar urbano, funcional e repleto de luz natural.

A família decidiu trocar um terreno no interior do estado, cercado por verde, por um lote na capital com 10 metros de largura e 44 de profundidade, marcado por um desnível de três metros entre frente e fundos.

A diferença de cotas foi aproveitada de forma inteligente: o nível mais baixo abriga a garagem e os acessos, enquanto os demais pavimentos concentram os ambientes sociais e íntimos, distribuídos de modo fluido e conectado.

A construção é sustentada por nove pórticos transversais de concreto armado repetidos ao longo do terreno, com pilares embutidos nas alvenarias laterais e vigas aparentes que estruturam a cobertura. Essa solução garantiu liberdade de layout e um percurso visual contínuo pelos espaços.

As fachadas metálicas com brises galvanizados e aletas de PVC cumprem papel essencial no controle solar e conferem caráter marcante à edificação. A lógica estrutural dos pórticos norteou toda a organização interna, respeitando o desnível natural e estabelecendo um gradiente de privacidade entre os pavimentos.

A casa se desenvolve em três níveis — subsolo, térreo e superior —, abrigando garagem para dois veículos, oficina com depósito e lavabo, hall de entrada, estar, jantar e cozinha integrados, sala de banho, área de serviços, sala de TV reversível em quarto, duas suítes, ateliê de costura e elevador, além de pátios internos, churrasqueira e varanda.

A escadaria principal, envolta por um talude ajardinado, conecta a garagem ao hall de entrada, enquanto uma passarela metálica liga o elevador ao mesmo ponto. O paisagismo ao longo do percurso acrescenta frescor e acolhimento logo na chegada.

No pavimento social, a churrasqueira externa, voltada para os pátios, faz parte do conjunto integrado de estar e jantar, favorecendo a convivência. O piso em placas soltas e os tijolinhos vazados, que garantem ventilação e privacidade em relação às casas vizinhas, reforçam o caráter despojado do espaço. O paisagismo, ainda em desenvolvimento, promete acentuar a atmosfera descontraída e convidativa.

Todo o mobiliário foi adquirido especialmente para o novo endereço, com curadoria dos escritórios em parceria com o Atelier Fernando Jaeger. No ambiente social, destacam-se o sofá curvo Bardô, a poltrona Chico, a mesa de jantar Enseada, as cadeiras Nau e o tapete circular ocre; já na área externa, a mesa Vergalhão e as cadeiras Kinzo completam a composição.

A paleta neutra, dominada pelo branco em alvenarias, caixilhos e telhas, amplia a difusão da luz natural e realça a sensação de leveza. Pontos de cor aparecem em móveis e obras de arte, trazendo calor e personalidade sem comprometer a harmonia visual.

Nos materiais e acabamentos, o fulget foi usado na garagem e nas áreas externas, o porcelanato reveste os espaços sociais e molhados, e a madeira aparece nos dormitórios e no deck do spa. O piso aquecido no térreo e o teto em telhas metálicas termoacústicas asseguram conforto térmico. A marcenaria planejada reforça a integração entre função e estética.

De linguagem contemporânea e discreta, a casa se revela aos poucos, com ambientes que se sucedem de forma natural e coerente. O uso de elementos industriais reinterpretados confere personalidade sem rigidez, enquanto a modulação das vigas permite entrada generosa de luz natural, transformando a iluminação em protagonista.

O grande desafio — conciliar um programa extenso em um terreno estreito e inclinado — foi superado com soluções estruturais precisas e uma espacialidade fluida, que traduz o equilíbrio entre racionalidade construtiva e conforto cotidiano.
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Impressionante! Sobrado de vila industrial foi construído em terreno estreito de 4m x 18m
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Um casal de triatletas tinha o sonho de morar em uma vila. Ao encontrarem esta casa próxima ao Parque Ibirapuera, em São Paulo, chamaram o escritório RUA 141, comandado pela arquiteta Mona Singal, para o desafio do desenvolvimento do projeto no terreno estreito de 4m x 18m.

A casa geminada existente era muito fragmentada e com pouco aproveitamento dos espaços, pé-direito baixo, escura e com aberturas pequenas. “Tinha uma escada robusta em concreto que era uma ruptura na área social e ocupava grande parte dela”, menciona Mona.

Depois de algumas visitas à casa, os clientes optaram pelo caminho da demolição da construção existente e da execução de uma nova casa. Começava então uma corrida contra o tempo, já que a primeira bebê do casal estava a caminho.

O pedido era uma casa aconchegante e com o estilo industrial, conectada à natureza, onde pudessem reunir os amigos e futuramente os filhos pudessem desfrutar.

“Um dos principais pedidos do casal, foi considerar as cinco bicicletas deles no partido do projeto, para que elas estivessem integradas aos ambientes e ficassem em destaque na casa”, explica a arquiteta.

Uma nova estrutura metálica foi erguida, junto às lajes treliçadas. As paredes estruturais laterais de tijolinhos, que fazem a divisa com as casas vizinhas, foram as únicas mantidas.

A área construída final da casa é de 135 m² e o período de duração da obra foi de um ano e meio. O imóvel é composto por dois volumes conectados por passarelas metálicas e três pavimentos. No centro, fica o jardim com a bela árvore Araçá, cuja função é colaborar com o conforto térmico.

Quintais e jardins lindos para aproveitar e curtir com a família
A integração entre os ambientes no térreo foi fundamental para trazer amplitude para a casa, possibilitando a ventilação cruzada e a entrada de luz natural, já que o terreno é muito estreito.

Por fim, a escada metálica com chapa dobrada e guarda-corpo em chapa perfurada conecta os pavimentos. O piso de madeira Tauari, na paginação espinha de peixe, e os caixilhos em madeira freijó aquecem a composição.

No pavimento superior a circulação linear conecta a suíte master ao quarto e ao banheiro. “Neste eixo criamos a claraboia para trazer a luz natural e um pedaço do céu para dentro da casa”, explica a profissional.
A suíte master fica voltada para a fachada principal, com uma generosa janela de correr.

Subindo a escada fica o rooftop, com acesso feito por uma cobertura metálica com vidro, motorizada e deslizante, possibilitando a entrada da iluminação natural nesta área da escada.

“Desenvolvemos nesse pavimento a área gourmet para receber os amigos e uma área de estar com pufes bem aconchegantes, rodeada pelo paisagismo”, comenta.

Criamos um pequeno oásis cujo perímetro é composto por floreiras. O paisagismo ganha destaque e torna-se o elemento fundamental para criar privacidade em relação às outras casas, além de aproximar os moradores da natureza.
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