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A sensação do toque também reflete se um quarto é relaxante ou não. “Elas suavizam linhas arquitetônicas e tornam o ambiente mais humano”, explica a arquiteta. Para trazer aconchego, Renata gosta de misturar texturas: linho e algodão nos têxteis, leves e frescos, que convidam ao descanso; tricô e crochê em mantas e tapetes, que trazem memória afetiva e valorizam o design feito à mão; a madeira, quente e natural, que envolve o espaço; e o tijolo aparente, que adiciona rusticidade com charme, são dicas de texturas compartilhadas pela especialista. “Essa combinação entre macio, áspero, liso e natural cria uma experiência tátil que vai além da estética – é quase um abraço silencioso oferecido pelo quarto ao final do dia”, afirma.
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Fonte: Casa Vogue

