Arquitetura
‘Quem te viu, quem te vê’: Adriana Frattini analisa editoriais emblemáticos da Casa Vogue | Decoração
Seu olhar, sempre curioso e poético, reinterpreta o morar como expressão cultural. Foi assim em Espírito Carioca (2012), que capturou o despojamento solar da vida no Rio, e em Culto à diversidade (2013), um tributo à irreverência de Flávio de Carvalho. Em Bauhaus Tropical (2019), Adriana ousou subverter um cânone europeu para vestir de cor e leveza um movimento histórico. O resultado: uma visão plural, vibrante e essencialmente brasileira da estética moderna.