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Em suas casas e interiores, a luz natural é tratada como matéria-prima. Fernanda conduz essa luminosidade de maneira quase coreográfica, permitindo que ela marque ritmos, suavize volumes e revele texturas. O uso de vidro, madeira e pedra aparece de modo equilibrado, criando continuidade entre interior e exterior sem recorrer a soluções previsíveis. A natureza entra como elemento ativo, nunca como pano de fundo. “O desenho só se completa quando o espaço respira com quem o vive”, afirma.
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Fonte: Casa Vogue

