Arquitetura
Recuperação e Valorização da Sé Patriarcal de Lisboa, Instalação do Núcleo Arqueológico e Recuperação dos Claustros Superior e Inferior / Adalberto Dias Arquitecto lda

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Descrição enviada pela equipe de projeto. Românica, gótica, maneirista, barroca, neoromânica, neogótica e neomanuelina, são as inúmeras classificações que os historiadores utilizam para a Sé, edifício da fundação de Portugal , mandada construir por D. Afonso Henriques, após a conquista da cidade aos mouros, na vertente sul e a meio da encosta do Castelo.


A construção da Sé e do seu Claustro, tal como todas as grandes Igrejas e templos de forte valor político-religioso e cuja construção se estendia por muitos anos e várias gerações, foi sujeita a sucessivas alterações e ampliações por necessidade dos valores e espírito das épocas, também, pelo facto de ter sido sempre danificada e sucessivamente reconstruída, pelos sismos que ciclicamente ocorreram em Lisboa, em 1321, 1531 e 1755.


O abatimento de uma parte do jardim do claustro em 1990, deu origem ao início de uma campanha de escavações arqueológicas, que não obstante todo o espólio e estruturas descobertas (desde a Idade do Ferro, e sucessivas sobreposições das romanos, muçulmanos e pela cidade medieval, até à construção do Claustro em finais do século XIII / inícios do século XIV) e a sua importância para o conhecimento da história da cidade e de suas populações, o desaterro realizado e sua cobertura provisória de protecção vieram descaracterizar todo o espaço claustral e naturalmente subverter todas as suas dimensões temporais e religiosas, históricas e arquitectónicas.

A proposta de intervenção desenvolvida, repõe o espaço e paisagem constituída pelo jardim e claustro, em articulação com a musealização em cripta das ruínas arqueológicas, a construção de um espaço interpretativo e museológico, e a recuperação dos dois claustros.


Construiu-se um terraço de protecção às ruínas, à cota do jardim original, e no seu centro não geométrico um lanternim com taça de água, que ilumina as ruínas em cripta, metáfora da fonte da vida em oposição à função primordial (funerária) do claustro. O núcleo museológico criou-se sem hesitação sob a ala sul do Claustro, na parte mais destruída pelo incêndio pós-terramoto e nunca reconstruída. O corpo de escadas que estrutura e une os diferentes níveis e o elevador constituem o sistema de acessos e o gesto inevitável e visível da intervenção, e da contemporaneidade.


É um templeto com forma de elipse, e implanta-se no ângulo nascente-sul do claustro, compacto e sobre uma base de vidro, revestido a azulejo artesanal espelhado para reflectir e dilatar a paisagem envolvente, serena e tranquila como se impunha neste campo santo.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Esta vila de apenas 400 habitantes já foi o grande paraíso dos artistas espanhóis
Delgado, hoje considerado um dos maiores representantes do expressionismo espanhol, deixaria registrado o nome de todos os que viveram neste refúgio de artistas, com anotações como “Enrique Azcoaga, caminhante solitário e poeta autor de vários poemas sobre o povoado”; ou “Frank Mendoza, escritor surpreendente e inesperado”, para concluir que “Todos pintaram aqui, escreveram, passearam, encontraram-se e espalharam seu entusiasmo. Foi um momento surpreendente, dificilmente repetível, que deixou em nossas almas melancolia e saudade de um tempo tão próximo e já distante.”
Arquitetura
Nova Prefeitura de Scharrachbergheim / AL PEPE architects

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- Área:
300 m²
Ano:
2025
Fabricantes: Artemide, Briqueterie Lanter, FARO Barcelona, Fils, Hoppe, Modelec, Auson

Descrição enviada pela equipe de projeto. A nova prefeitura de Scharrachbergheim, uma pequena vila da Alsácia, busca horizontalidade e transparência para se integrar ao magnífico entorno arborizado. A malha estrutural externa em madeira afirma o caráter público do edifício e garante uma estética atemporal. O tom escuro e aveludado do piche de pinho que protege a madeira, junto às proporções refinadas dos pilares, dialogam tanto com o enxaimel tradicional da vila quanto com as árvores do sítio. O revestimento em malha expandida de aço corten confere à fachada uma aparência quase têxtil e remete às tonalidades da pedra local (arenito dos Vosges), muito presente no núcleo histórico. O conjunto é contemporâneo e, ao mesmo tempo, enraizado; rigoroso, mas delicado — como se sempre tivesse feito parte do lugar.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Cobertura no 80º andar de edifício tem vista para quatro estados nos EUA; fotos
Situada no 80º andar do edifício Mandarin Oriental, em Nova York, a cobertura do imóvel luxo chama a atenção pelas vistas do horizonte. Localizado em um ponto estratégico, o imóvel proporciona que sejam observados quatro estados norte-americano: Manhattan, Connecticut, Nova Jersey e Pensilvânia.
Ocupando um andar inteiro com amplos espaços de convivência e entretenimento, o apartamento tem cinco quartos e oito banheiros. Com 743 m² no total, o imóvel conta com uma sala de estar de 140 m². Janelas do chão ao teto circundam o espaço em formato de losango.
O apartamento conta um escritório e uma sala de jantar, ambos com vista para todo o Central Park, e a cozinha de 14 metros de comprimento, configurada em torno de uma ilha. Sala de café da manhã, lavanderia, copa com duas adegas climatizadas e sala de lareira estão entre os ambientes.

A suíte principal ocupa toda a lateral sul do apartamento e conta com um quarto de 8,8 metros de comprimento, dois closets e banheiros, copa e sala de segurança.

Os outros quatro quartos — para familiares e hóspedes — ficam na ala oeste do imóvel, cada um com banheiro privativo. Uma sala multimídia — para assistir a filmes e TV — também pode ser convertida em um quarto.

Os moradores dispõem de regalias dignas de hotel, como serviço de quarto, tratamentos de spa, estacionamento com manobrista e uma piscina coberta de 23 metros.









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