Arquitetura
Reforma do Edifício Karper / hé! architectuur

![]()
![]()
![]()
![]()


Descrição enviada pela equipe de projeto. Esta renovação envolve a conversão de um edifício industrial em habitação, com um espaço de coworking e estúdio no térreo. É uma casa invertida, com os espaços de estar todos no andar superior para proporcionar máxima luz e privacidade.




Localização urbana e densa – O terreno está situado em uma rede urbana densa de oficinas e locais industriais. Expandir em altura é um passo lógico para responder a um problema atual: como adensar a cidade, criar habitações suficientes para uma população crescente e ainda manter o maior número possível de áreas verdes na cidade. Como os beirais do edifício existente eram muito mais baixos do que os dos vizinhos, tivemos a oportunidade de usar nosso telhado como um canteiro de obras de baixo custo e encaixar um novo edifício sobre o antigo. A nova fachada retoma os detalhes da alvenaria histórica da fachada existente de uma forma mais racional, em tijolo branco.

Três princípios-chave dentro da construção circular são centrais para este projeto: 1. Flexibilidade – A planta flexível e aberta permite que os espaços sejam utilizados de múltiplas maneiras e mudem de função no futuro. O espaço do coworking foi projetado para que em uma fase posterior possa ser facilmente transformado em uma loja ou showroom para o estúdio de design Tenue de Ville. Os pequenos estúdios também foram projetados de tal forma que podem ser transformados em uma extensão da casa da família em uma fase posterior.


2. Regenerativo – Materiais regenerativos são utilizados. Estes são materiais com um ciclo mais longo. Madeira, cânhamo, palha,… (biodegradáveis e renováveis, absorvem CO2 enquanto crescem). Terra e argila (locais e abundantes, podem ser reutilizados infinitamente). Materiais reutilizados (de segunda, terceira, quarta mãos e além). A nova envoltória da cobertura será construída com madeira pré-fabricada e preenchida com fardos de palha provenientes de uma fazenda local. As fachadas existentes serão isoladas com blocos de cânhamo de cal, enquanto uma mistura de areia e argila, oriunda da indústria de movimentação de terra de Bruxelas, será aplicada como reboco. Elementos já presentes, como pisos, marcenaria, escadas e azulejos, serão cuidadosamente preservados e complementados com materiais recuperados. Com este projeto, buscamos demonstrar que construir com materiais básicos — como palha, argila e madeira — não é uma prática restrita ao meio rural, mas perfeitamente viável e relevante em contextos urbanos.

3. Desmontável, simples e repetitivo – A estrutura interna aberta e legível é perfeitamente desmontável e reutilizável devido à sua configuração específica (pilares e vigas com conexões aparafusadas). O número de materiais é mantido ao mínimo e detalhes ou princípios de baixa tecnologia são repetidos. É uma arquitetura compreensível para todos e, portanto, facilmente adaptável.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Testarossa une herança italiana e jeitinho brasileiro em drinques nada óbvios e ambiente para se admirar
Com atmosfera despojada e acolhedora, o bar busca abraçar diferentes públicos — desde os que gostam de acompanhar o preparo dos drinques de perto, no balcão, aos que preferem um cantinho mais intimista, onde uma rica memorabilia, formada por prêmios, objetos e referências, contam a história por trás da criação da casa. “Recebemos as pessoas como se fosse na nossa casa, e o balcão é o coração do bar. É onde a técnica aparece, o cliente vê o processo e entende o que está sendo feito”, completa.
Arquitetura
Geração aluguel? Estudos mostram como a geração Z encara o morar
O desejo pela casa própria permanece forte porque a propriedade ainda simboliza segurança, estabilidade e proteção frente a incertezas econômicas. Além disso, nossa pesquisa mostra que a flexibilidade valorizada no presente não elimina aspirações de longo prazo, mas convive com elas. Em geral, a casa própria aparece mais como um projeto futuro do que imediato: algo a ser conquistado quando houver maior estabilidade financeira e profissional. Assim, o aluguel e a mobilidade funcionam como estratégias temporárias. Mas há uma contradição: esses jovens estão preferindo gastar com experiências efêmeras no presente, especialmente viagens, podendo, assim, não estar consolidando poupança suficiente para adquirir a moradia própria no futuro, perpetuando um ciclo vicioso que dificulta a compra”, analisa o professor.
Arquitetura
Centro de Cuidados Paliativos Bagchi Karunashraya / Mindspace

![]()
![]()
![]()
![]()

- Área:
12000 m²
Ano:
2024
Fabricantes: Century, Delianate Facade system, Featherlite Furniture, Hattich, Havells, Hindware, Jaquar, Listo Paints, MYK, Merino, Somany Tile, welspun

Descrição enviada pela equipe de projeto. Bagchi Karunashraya, que significa “Morada da Compaixão”, é uma instalação de cuidados paliativos localizada em Bhubaneswar, Odisha, dedicada a oferecer cuidados gratuitos e de qualidade a pacientes com câncer em estágio terminal. O centro constitui uma resposta compassiva ao cuidado no fim da vida, profundamente enraizada na filosofia: “Onde não há cura, há cuidado.” Trata-se de um lugar onde arquitetura, natureza e dignidade humana convergem para criar um ambiente de acolhimento e cuidado.

Fonte: Archdaily
-
Arquitetura8 meses atrásCasa Crua / Order Matter
-
Arquitetura8 meses atrásCasa EJ / Leo Romano
-
Arquitetura8 meses atrásCasa AL / Taguá Arquitetura
-
Arquitetura9 meses atrásTerreiro do Trigo / Posto 9
-
Arquitetura8 meses atrásCasa São Pedro / FGMF
-
Arquitetura8 meses atrásCasa ON / Guillem Carrera
-
Arquitetura1 mês atrásCasa Tupin / BLOCO Arquitetos
-
Política9 meses atrásEUA desmente Eduardo Bolsonaro sobre sanções a Alexandre de Moraes


