Arquitetura
Residências Universitárias | Núcleo A e Núcleo B / Madalena Pereira Arquitectura

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Descrição enviada pela equipe de projeto. Localizadas no Centro Histórico da Cidade de Torres Vedras, as Residências Universitárias são um projeto requerido pela Câmara Municipal de Torres Vedras, que visa promover a reabilitação e revitalização urbana daquele lugar. A intervenção consiste na reabilitação de três edifícios anteriores a 1951, que se encontravam devolutos e num elevado estado de degradação. O projeto, dividido por dois núcleos, pretende dotar os edifícios das condições necessárias à sua nova função, devolvendo condições dignas de habitabilidade e salvaguardando características arquitetónicas significativas para o seu valor histórico.

Ambos os edifícios encontram-se afetos ao Plano de Pormenor do Centro Histórico de Torres Vedras e são considerados como imóveis de acompanhamento. O projeto foi desenvolvido tendo em conta o enquadramento legal do RERU – Regime Excecional de Reabilitação Urbana. A intervenção incide sobre três edifícios habitacionais, em que dois destes serão unidos, formando, assim dois núcleos residenciais. Estruturalmente, os edifícios caracterizam-se por paredes resistentes de alvenaria de pedra, pavimentos estruturados em vigamentos de madeira e paredes interiores em tabique com cobertura em duas águas, revestidos por telha do tipo marselha ou canudo. As fachadas partilham a mesma materialidade com caixilharias em madeira e cantarias em pedra.



O núcleo A, na Rua Trás do Açougue, compreende dois edifícios habitacionais cujo interior será unido, permitindo uma melhor rentabilização das áreas. O piso térreo e o piso 1 irão apresentar a mesma configuração, com dois quartos e casa de banho. As atuais características do edifício farão com que a zona social se encontre no piso 2, comunicando diretamente com o terraço. A fachada e o beirado serão mantidos e recuperados, enquanto as cantarias de pedra serão mantidas e replicadas nas portas e janelas que se encontram apenas pintadas. Devido ao elevado estado de degradação do edifício, foi necessário demolir o seu interior, substituindo a estrutura existente de madeira por uma estrutura em aço leve.



O núcleo B corresponde a um edifício que se encontra na Travessa Luís Cardoso. A configuração do piso térreo será alterada, passando a contar com cozinha e sala de estar. O piso 1 verá o espaço da antiga cozinha ser transformado em copa e sala de estudo. Os três quartos e duas casas de banho desta residência serão divididos entre os pisos 1 e 2. A estrutura de madeira será reforçada, a fachada e o beirado deste edifício serão mantidos, assim como a chaminé existente e vários outros elementos construtivos.



A reabilitação destes edifícios prevê uma solução integrada com base num conjunto de medidas, que permitem obter a melhor relação entre os ganhos em termos de eficiência energética, prevendo, desta forma, a melhoria de, pelo menos, duas classes no desempenho energético do edifício intervencionado. As características estéticas e construtivas do projeto baseiam-se nos edifícios no seu estado atual. Todos os elementos com valor histórico foram identificados e integrados no projeto, de forma a garantir a salvaguarda e valorização do património arquitetónico, sem comprometer a introdução de soluções contemporâneas que garantem a melhoria das condições habitacionais.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Casa de veraneio concebida por mestre italiano renasce na Riviera Francesa
Claude Monet, Le Corbusier e Coco Chanel são apenas algumas das personalidades que, em suas respectivas épocas, promoveram e protegeram o belo recanto mediterrâneo de Cap Martin. Estamos na região da Riviera Francesa escolhida, ao longo de décadas, como destino de férias por uma elite sofisticada e pouco convencional. É ali que se ergue a Villa Pineda, obra de Luigi Caccia Dominioni (1913-2016). O arquiteto italiano tornou-se amigo de Erminio Giraudi, pai de Riccardo, um dos atuais proprietários, no fim dos anos 1970, durante a construção do edifício Parc Saint Roman, ali perto em Mônaco. Da relação entre eles nasceu a encomenda da elegante residência de 450 m², distribuída entre térreo, pavimento superior e um sótão posteriormente adaptado.
Arquitetura
Nova mansão de Neymar em Miami terá 1.500 m² e arquitetura brutalista; veja fotos

O jogador Neymar irá construir uma nova residência em Bal Harbour, área exclusiva do litoral de Miami, nos Estados Unidos. Com cerca de 1.500 m² e oito suítes, o projeto assinado pelo arquiteto Leo Romano, listado no Casa Vogue 50, aposta em uma arquitetura de forte expressão estética e em uma relação direta com a água e a paisagem natural do entorno, características marcantes do terreno voltado para um canal da região. A construção da residência começa em abril deste ano e tem previsão para ser concluída no final de 2027.
O projeto aposta em uma arquitetura brutalista, mas com poesia e identidade
Divulgação/Leo Romano
“O ponto alto do projeto é a expressividade da arquitetura. É uma arquitetura brutalista, marcada pelo uso do concreto, mas que possui muita atenção aos pequenos detalhes, o que confere poesia, identidade e potência à casa”, comenta Leo Romano com exclusividade à Casa Vogue.
A residência de 1.500 m² ainda conta com diversas áreas de lazer
Divulgação/Leo Romano
Sala de jogos, adega, brinquedoteca, sauna e um espaço para partidas de pôquer fazem parte do projeto
Divulgação/Leo Romano
Pensada principalmente para momentos de descanso e lazer, a casa foi concebida para atender às necessidades do jogador e de sua família. No pavimento inferior, o projeto reúne ambientes dedicados ao entretenimento, como sala de jogos, adega, brinquedoteca, sauna e um espaço para partidas de pôquer. “É uma casa pensada para lazer”, completa o arquiteto.
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Conexão entre interior e exterior é um dos pontos altos do projeto
Divulgação/Leo Romano
Mais detalhes do projeto de Leo Romano
Divulgação/Leo Romano
A proposta arquitetônica valoriza a integração entre interior e exterior: a sala principal funciona como uma espécie de sala-varanda totalmente aberta, voltada para a água, enquanto a suíte do casal – um dos pontos altos do projeto – também se abre para a paisagem do canal. “O banheiro do quarto principal ainda conta com uma lâmina d’água que simula um dia de chuva, reforçando a presença da água no conceito da casa”, afirma.
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A residência terá oito suítes
Divulgação/Leo Romano
A estética da residência segue uma linguagem brutalista e, ao mesmo tempo, aposta em recuos estratégicos que criam a sensação de que os blocos estão suspensos, conferindo leveza ao conjunto. Segundo Leo Romano, a proposta busca traduzir a força e a relevância do atleta no cenário esportivo mundial, sem perder de vista o caráter íntimo da casa — pensada como um espaço onde o jogador pode simplesmente viver sua rotina.
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Sala de jantar da residência
Divulgação/Leo Romano
Ambientes da nova residência
Divulgação/Leo Romano
A ambientação interna acompanha essa abordagem contemporânea, com mobiliário italiano de linhas jovens e fluídas, predominância de tons acinzentados e contrastes pontuais. Obras de arte de destaque no cenário nacional e internacional também fazem parte da composição sugerida. “Acho que temos tudo para termos um resultado expressivo e belíssimo”, conclui o arquiteto.
Visão externa da residência
Divulgação/Leo Romano
Fonte: Casa Vogue
Arquitetura
destaques da 15ª edição do festival
Em sua 15ª edição , a DW! Semana de Design de São Paulo ocupa a capital paulista entre 5 e 22 de março. Considerado o maior festival urbano de design e arquitetura da América Latina, o evento reúne aproximadamente 1.500 criativos e 150 marcas. Com centenas de atividades – a maioria gratuita –, a iniciativa inclui exposições, palestras, instalações e visitas guiadas espalhadas pela metrópole.
Em 2026, a DW! Semana de Design de São Paulo ocorre em nove distritos – oito físicos e um digital, norteados pelo tema Legado Criativo. “Se hoje estamos entre os maiores festivais de economia criativa com foco em design no mundo, é porque nos reinventamos e acompanhamos de forma atenta o espírito do tempo. Nosso legado criativo é sobre aprender com desafios, ter a ousadia de propor ideias na escala monumental da capital paulista, valorizar a pluralidade e a colaboração. Significa, sobretudo, reconhecer o valor do individual e do coletivo em todas as dimensões”, afirma Lauro Andrade, idealizador do festival.
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